Celpe-Bras course › Week 4: Argue
Today, under exam conditions, you:
- Write Tarefa 1 from a video shown twice, in the first 30 minutes of the clock
- Write Tarefa 3 from a text, managing the remaining 60 minutes yourself
- Speak for ten minutes: five about yourself and five about one card
- Mark all four pieces and see the level they would give you today
You are halfway through the course, and today is half an exam. The real written part has four tasks in three hours; here you do two of them in 90 minutes, on one clock, by hand. The real oral part lasts 20 minutes with three cards; here you do the interview and one card. Nothing is taught today. Treat it as the real thing, from the first minute to the last.
Before you start
Set up the room as the exam does.
- Paper and pen. Print two copies of the answer sheet, or take two sheets of lined paper, and a few loose sheets for drafts. Write with a black ballpoint pen. In the exam, a text in pencil, or one with correction fluid on it, is annulled. Crossing out is allowed if the text stays readable.
- One page per task. Only what is on the answer page counts. Notes and drafts are for you.
- Nothing else on the table. No dictionary, no translator, no notes from the course. Put your phone in another room, or face down and silent if it is your clock.
- No pauses. Once the clock starts it doesn't stop. If someone interrupts you, keep the time lost as lost.
- The video plays twice. Take notes during both showings, and read the screen: some of what you need appears there and is never said aloud. Don't open the transcript until you have marked your text.
How the 90 minutes run:
| Clock | What you do |
|---|---|
| 0:00 to 0:30 | Tarefa 1. Read the statement and do your QPQO, watch the video twice, write. The two showings are inside the 30 minutes. |
| 0:30 | The clock on this page tells you that Tarefa 1's time is over. In the real exam everyone stops at this moment for the audio of Tarefa 2. Today there is no audio: put Tarefa 1 aside, finished or not, and move straight on to Tarefa 3. |
| 0:30 to 1:30 | Tarefa 3. About 45 minutes should be enough. As in the exam, you may use what is left to go back and finish Tarefa 1. |
When the 90 minutes are over, put the pen down. Don't open the marking boxes yet: take a ten-minute break, do the oral part, and mark everything at the end.
Parte escrita
Start the exam clock at the top of the page, then begin.
Vídeo · toca duas vezes, como no exame
Cambuci: o bairro que virou galeria
The video needs JavaScript. You can read the transcript below instead.
Transcrição (leia só depois de escrever o seu texto)
Repórter: Quem passa apressado pelo Cambuci, na região central de São Paulo, talvez veja só galpões antigos e oficinas. Mas basta levantar os olhos para descobrir uma galeria de arte sem paredes. Ou melhor, só de paredes. Na tela: CAMBUCI · Região central de São Paulo
Repórter: Este é o Circuito Muros do Cambuci, um roteiro a céu aberto com pinturas de artistas do bairro e de outras partes do país. Na tela: CIRCUITO MUROS DO CAMBUCI · 34 murais em 2,5 km
Repórter: O circuito nasceu há dois anos, por iniciativa de um coletivo de grafiteiros e da associação de moradores. O artista Caio Brandão é um dos fundadores.
Caio: O Cambuci sempre teve grafite, desde os anos 80, né. Só que era tudo espalhado, ninguém sabia onde estava. Aí a gente pensou: vamos ligar esses pontos e contar a história do bairro nas paredes. Na tela: Caio Brandão · Artista e fundador do circuito
Repórter: E a história está toda lá. Há murais sobre as fábricas que ocuparam a região, sobre os imigrantes que vieram trabalhar nelas e sobre o futebol de várzea. Na tela: 22 artistas · 9 deles moradores do bairro
Caio: Antes de pintar, cada artista conversou com os vizinhos da rua. Tem um muro que é o retrato de uma costureira que morou ali 50 anos. A família chorou quando viu.
Repórter: Dá para fazer o passeio de dois jeitos. Quem prefere ir sozinho encontra, ao lado de cada mural, um código para apontar o celular e ouvir o próprio artista explicando a obra. O mapa é distribuído de graça nos bares e padarias do bairro. Na tela: POR CONTA PRÓPRIA · Áudio dos artistas em cada mural · Mapa gratuito no comércio
Repórter: Mas quem quiser companhia pode fazer a visita guiada, que dura uma hora e meia. Os guias são jovens do bairro, formados pelo próprio coletivo. Na tela: VISITA GUIADA GRATUITA · Sábados e domingos, às 10h · Saída: Largo do Cambuci
Repórter: Os grupos são pequenos, e é preciso fazer a reserva com antecedência. Na tela: Grupos de até 20 pessoas · Reservas pelo site do circuito
Repórter: O movimento já mudou a vida de quem trabalha por aqui. Seu Antônio tem um bar há 31 anos na rua onde fica o mural mais fotografado.
Seu Antônio: Olha, sábado era um dia morto aqui. Agora eu abro mais cedo e ainda falta mesa. O pessoal termina o passeio, senta, pede um pastel, pergunta do bairro. Eu virei guia também. Na tela: Antônio Carvalho · Dono de bar
Repórter: Segundo os organizadores, o circuito recebe cerca de 1.500 visitantes por mês. Na tela: 1.500 visitantes por mês · Vendas no comércio da rota: +30%
Seu Antônio: E melhorou a rua, viu. Tem mais luz, mais gente passando. Antes o povo tinha medo de andar aqui à noite.
Repórter: E a galeria não para de crescer. Todo mês de setembro, um festival convida artistas a pintar novos muros diante do público. Na tela: FESTIVAL DE SETEMBRO · 5 novos murais por ano
Caio: O bonito do grafite é que ele não fica pronto nunca. Quem vier no ano que vem vai ver outro Cambuci.
Repórter: Uma última dica para quem vem: use sapatos confortáveis, traga água e, claro, a câmera. Na tela: DICAS · Sapatos confortáveis, água e câmera
Reportagem de TV escrita para este curso, no formato do exame.
Tarefa 1 · vídeo → texto
Arte de rua no Cambuci
Você é editor de um site de turismo sobre a cidade de São Paulo. Depois de assistir à reportagem sobre o Circuito Muros do Cambuci, escreva um texto para o site apresentando esse roteiro de arte de rua aos turistas. Em seu texto, explique o que é o circuito e como ele surgiu, informe como fazer a visita e mostre por que vale a pena conhecê-lo. Você vai assistir ao vídeo duas vezes, podendo fazer anotações enquanto assiste.
Write your text on paper or in a document, then open the box below to check it.
I’ve finished writing: check my text
Confira o seu texto
- Dá para ver quem escreve: o editor de um site de turismo.
- O texto fala com o leitor certo: os turistas que visitam o site.
- Cumpre o propósito: apresentar o circuito e convidar o leitor a conhecê-lo.
- Tem forma de texto para um site de turismo: começo, fim e tom adequados.
- Explica o que é o circuito: um roteiro a céu aberto de 34 murais em 2,5 km, no Cambuci, com obras de artistas do bairro e de fora
- Conta como surgiu: há dois anos, criado por grafiteiros e moradores para reunir as pinturas e contar a história do bairro
- Informa como visitar por conta própria (mapa gratuito, áudio dos artistas) e com guia (gratuita, sábados e domingos às 10h, saída do Largo do Cambuci, com reserva)
- Mostra por que vale a pena e fala diretamente ao turista
- Usei as minhas próprias palavras: não copiei frases da fonte.
- Quem não viu a fonte entenderia o meu texto.
- Os erros de língua não atrapalham a leitura.
Texto modelo: nota 5
Cambuci: uma galeria de arte que não fecha nunca
Você já visitou os museus mais famosos de São Paulo e quer conhecer uma cidade diferente? Então reserve uma manhã para o Circuito Muros do Cambuci, um roteiro de arte de rua na região central.
São 34 murais espalhados por 2,5 quilômetros de ruas, pintados por 22 artistas, nove deles moradores do bairro. O circuito foi criado há dois anos por um grupo de grafiteiros em parceria com a associação de moradores. A ideia era reunir em um só percurso as pinturas que já existiam e usar os muros para contar a história do Cambuci: as antigas fábricas, os imigrantes, o futebol de várzea e até uma costureira que viveu meio século na mesma rua.
Há duas maneiras de fazer o passeio. Se você gosta de caminhar no seu ritmo, pegue o mapa gratuito em qualquer bar ou padaria do bairro e use o celular para ouvir, diante de cada obra, a explicação do próprio artista. Se preferir companhia, participe da visita guiada, também gratuita, conduzida por jovens moradores. Ela acontece aos sábados e domingos, às 10h, com saída do Largo do Cambuci, e dura uma hora e meia. Como os grupos têm no máximo 20 pessoas, é necessário reservar pelo site do circuito.
Vale a pena esticar o passeio: os bares da rota recebem os visitantes com pastel e boas histórias. E, se puder, venha em setembro, quando um festival traz artistas para pintar novos murais ao vivo.
Não se esqueça dos sapatos confortáveis, da água e da câmera.
Why it’s a 5: This reads like a page on a tourism site: a headline, a first line that speaks to the visitor ("Você já visitou…?"), imperatives that invite ("pegue o mapa", "participe", "venha em setembro"), and no greeting or signature. All three things the task asks for are covered, in order. The details that appeared only on the screen are there and correct: "sábados e domingos, às 10h", "saída do Largo do Cambuci", "no máximo 20 pessoas". The seamstress's "50 anos" becomes "meio século", and what the bar owner said is turned into a reason to stay longer.
Texto modelo: nota 3
O Circuito Muros do Cambuci
O Circuito Muros do Cambuci é um lugar muito interessante em São Paulo. Ele é no bairro Cambuci, no centro da cidade. Tem 34 murais em 25 km e os artistas são do bairro e de outros lugares.
Os murais falam sobre a história do bairro, por exemplo as fábricas e os imigrantes. Um artista disse que ele pintou uma costureira e a família dela chorou. Eu acho que isso é muito bonito.
Os turistas pode visitar sozinho ou com um guia. Tem uma mapa grátis nos bares. A visita com guia é na sábado e ela demora uma hora e meia. Os guias são jovens do bairro. Precisa fazer uma reserva porque os grupos são pequenos.
Um dono de bar disse que agora ele tem mais clientes e a rua é mais segura. O circuito tem 1.500 visitantes por mês.
Em setembro tem um festival com novos murais.
Eu recomendo esta visita para todos os turistas que gostam de arte.
Atenciosamente,
O editor
Why it’s a 3: The text presents the route and tells the reader how to visit it, so it does the job. But it never says how the circuit began, which the task asked for, and the practical details are incomplete or wrong: "25 km" for 2,5 km, Saturday only, no time and no meeting point, all of which were on the screen. It ends with "Atenciosamente", a letter's closing on a website text, and it reports what people said ("Um artista disse…", "Um dono de bar disse…") without turning it into reasons for the tourist. Language: ele é no bairro for fica no bairro, os turistas pode visitar sozinho for podem visitar sozinhos, uma mapa for um mapa, na sábado for no sábado, demora for dura. The origin of the circuit, the full details of the guided visit and an ending that invites would make this a 4.
Texto para ler
No alto do morro, uma cozinha que alimenta 300 pessoas por dia
Ao meio-dia, a fila já desce a escadaria da rua principal do Morro dos Prazeres, em Santa Teresa, região central do Rio de Janeiro. São pedreiros, diaristas, idosos e crianças com a mochila da escola, todos à espera do prato do dia: hoje, frango com quiabo, arroz, feijão e salada de talos de beterraba. O almoço custa R$ 2. Quem não pode pagar come do mesmo jeito.
A cozinha comunitária Sabor do Morro começou em 2020, no fogão de quatro bocas de Maria Zélia dos Santos, a Dona Zélia, cozinheira aposentada de 63 anos. “Na pandemia, vizinho meu ficou sem trabalho e sem comida. Eu fiz um panelão de sopa e pus na janela. No outro dia tinha vinte pessoas na porta”, lembra. Hoje, instalada no antigo salão da associação de moradores, a cozinha serve 300 refeições por dia, de segunda a sexta-feira.
O trabalho é feito por quatro cozinheiras da comunidade, que recebem salário, e por 14 voluntários. Boa parte dos ingredientes vem de doações: legumes e frutas que sobram no fim das feiras livres dos bairros vizinhos, além do que é colhido em uma horta plantada em um terreno ao lado. Nada se perde. Cascas, talos e folhas viram farofa, bolinho e suco, técnica que a nutricionista voluntária Bianca Torres chama de aproveitamento integral dos alimentos. “O que a cidade joga fora, aqui vira almoço, e almoço equilibrado”, diz.
A cozinha também é escola. Desde 2022, um curso gratuito de quatro meses ensina jovens do morro a trabalhar em cozinha profissional. Dos 120 alunos formados, 68 conseguiram emprego em restaurantes, hotéis e padarias da cidade. Wesley Nascimento, de 22 anos, é um deles: saiu do curso para a cozinha de um hotel em Copacabana e volta aos sábados como voluntário. “Aqui eu aprendi uma profissão e aprendi a não desperdiçar nada”, afirma.
O sucesso, porém, esbarra nos limites do espaço e do caixa. O fogão industrial, único, tem seis bocas. Um dos dois freezers quebrou em março, e desde então a cozinha recusa doações de carne por não ter onde guardá-las. Só o gás custa R$ 2.400 por mês. As doações em dinheiro, que chegaram a cobrir todas as despesas em 2021, caíram pela metade. “Todo dia eu mando gente embora sem comer, e isso me tira o sono”, diz Dona Zélia. Pelas contas da contadora Sueli Barros, que cuida das finanças do projeto, há cerca de 200 pessoas em lista de espera.
Para sair do aperto, o grupo decidiu procurar empresas. Segundo Sueli, com um patrocínio de R$ 15 mil por mês seria possível comprar um segundo fogão, consertar o freezer, contratar mais duas cozinheiras e dobrar a produção, chegando a 600 refeições diárias. Doações de alimentos também ajudariam: produtos perto da data de validade ou fora do padrão de venda, que os supermercados costumam descartar, são bem-vindos. Em troca, a cozinha oferece o que tem: a marca do patrocinador nos aventais e na fachada, um relatório mensal de tudo o que foi servido e gasto, e dias de voluntariado para os funcionários da empresa.
Enquanto o patrocínio não vem, a fama cresce. No ano passado, a feijoada de Dona Zélia ficou em primeiro lugar em um concurso de comida de boteco da cidade, e turistas hospedados em Santa Teresa começaram a subir o morro para almoçar. Eles pagam R$ 25 pelo prato, e a diferença ajuda a fechar as contas. “Turista é bem-vindo”, ri a cozinheira. “Mas a fila do meu povo vem primeiro.”
Reportagem escrita para este curso, no formato do exame.
Tarefa 3 · leitura → texto
Patrocínio para a Sabor do Morro
Você é voluntário da cozinha comunitária Sabor do Morro, no Rio de Janeiro. Com base na reportagem “No alto do morro, uma cozinha que alimenta 300 pessoas por dia”, escreva um e-mail ao setor de responsabilidade social de uma rede de supermercados solicitando patrocínio para a cozinha. Em seu texto, apresente o trabalho realizado pelo projeto, explique para que o patrocínio será usado e informe o que a empresa receberá em troca.
Write your text on paper or in a document, then open the box below to check it.
I’ve finished writing: check my text
Confira o seu texto
- Dá para ver quem escreve: um voluntário da cozinha Sabor do Morro.
- O texto fala com o leitor certo: o setor de responsabilidade social de uma rede de supermercados.
- Cumpre o propósito: solicitar patrocínio para a cozinha.
- Tem forma de e-mail formal: começo, fim e tom adequados.
- Diz quem escreve e solicita claramente o patrocínio
- Apresenta o trabalho: 300 refeições por dia a R$ 2 ou de graça, alimentos doados e aproveitados por inteiro, curso de cozinha para jovens
- Explica para que o patrocínio será usado: segundo fogão, conserto do freezer, mais cozinheiras, o dobro de refeições; o valor ou a doação de alimentos
- Informa o que a empresa recebe: a marca nos aventais e na fachada, o relatório mensal, o voluntariado dos funcionários
- Usei as minhas próprias palavras: não copiei frases da fonte.
- Quem não viu a fonte entenderia o meu texto.
- Os erros de língua não atrapalham a leitura.
Texto modelo: nota 5
Assunto: Pedido de patrocínio para a cozinha comunitária Sabor do Morro
Prezados senhores,
Meu nome é Lucas Moreira e sou voluntário da Sabor do Morro, cozinha comunitária do Morro dos Prazeres, em Santa Teresa. Escrevo em nome do projeto para solicitar o patrocínio da sua rede de supermercados.
Criada em 2020 por uma cozinheira aposentada da comunidade, a Sabor do Morro serve hoje 300 almoços por dia, de segunda a sexta, pelo preço simbólico de dois reais, e ninguém deixa de comer por falta de dinheiro. Cozinhamos principalmente com alimentos doados por feiras e aproveitamos tudo, inclusive cascas e talos. Além disso, oferecemos um curso gratuito de cozinha profissional: mais da metade dos 120 jovens formados já trabalha em restaurantes e hotéis.
Infelizmente, não conseguimos atender a todos. Temos um único fogão, um freezer quebrado e cerca de 200 pessoas à espera de uma vaga. Com um apoio de R$ 15 mil por mês, poderíamos comprar outro fogão, consertar o freezer, contratar duas cozinheiras e dobrar o número de refeições. Também seriam muito úteis doações de produtos próximos do vencimento ou fora do padrão de venda.
Em contrapartida, a marca da empresa estaria nos aventais da equipe e na fachada da cozinha. Enviaríamos todos os meses um relatório das refeições servidas e dos gastos, e os seus funcionários poderiam participar de dias de voluntariado conosco.
Teremos prazer em recebê-los para um almoço e uma visita. Agradecemos desde já a atenção.
Atenciosamente,
Lucas Moreira, voluntário da Sabor do Morro
Why it’s a 5: The writer is inside the project from the first line ("sou voluntário da Sabor do Morro", then cozinhamos, oferecemos, temos), and the request is made in the first paragraph. Each of the three things asked for has its own paragraph, and the facts are picked for a supermarket: the food that is used whole, the products near their expiry date, the sum and what it buys. The figures are reworded ("68 de 120" becomes "mais da metade", "R$ 2" becomes "preço simbólico de dois reais"), and the prize-winning feijoada and the tourists are left out. The invitation to visit is a good last move for this reader.
Texto modelo: nota 3
Bom dia,
Eu sou voluntário na cozinha Sabor do Morro no Rio de Janeiro e eu escrevo para pedir ajuda.
A cozinha comunitária Sabor do Morro começou em 2020, no fogão de quatro bocas de Maria Zélia dos Santos, a Dona Zélia, cozinheira aposentada de 63 anos. Hoje a cozinha serve 300 refeições por dia, de segunda a sexta-feira. O almoço custa R$ 2. Quem não pode pagar come do mesmo jeito.
Nós temos muitas problemas. O fogão é pequeno e um freezer quebrou. O gás é muito caro. Nós precisamos de dinheiro para comprar coisas novas e fazer mais comida para as pessoas. Atualmente tem 200 pessoas que esperam. Se vocês nos ajudam, nós poderemos dar comida para todos.
Sua empresa é muito grande e tem muito dinheiro, então eu penso que vocês podem ajudar nós. Também vocês podem dar a comida que vocês jogam fora.
Eu espero sua resposta em breve.
Obrigado,
Lucas
Why it’s a 3: The role is clear and the e-mail asks for help, so the task is done on its main purpose. But it never says what the company gets in return, which was one of the three things asked for, and "ajuda" and "dinheiro" stay vague: no sum, and no word of what it would buy or how many more meals it would mean. The second paragraph is copied from the report, and the cooking course isn't mentioned. "Bom dia" and "Obrigado" are too casual for a company, and "tem muito dinheiro" and "a comida que vocês jogam fora" could offend the reader. Language: muitas problemas for muitos problemas, se vocês nos ajudam for nos ajudarem, ajudar nós for nos ajudar, tem 200 pessoas for há 200 pessoas. What the sponsor receives, a clear amount with its use, and the copied lines reworded would make this a 4.
Parte oral
Take ten minutes away from the desk first. Then do the two rounds without stopping between them, standing or sitting as you would in front of the examiner. If you can, record yourself: you'll rate the recording afterwards. In the exam the first five minutes come from the questionnaire you fill in when you register, so answer about your real life.
Entrevista · 5 minutos
Você, hoje
The examiner’s questions are below. Read each one aloud, then answer it out loud for about 40 seconds.
- Para começar, fale um pouco sobre você e sobre o que você faz atualmente.
- O que mudou na sua vida nos últimos anos?
- O que levou você a aprender português? Conte como foi o começo.
- Em que situações você usa o português no dia a dia?
- O que mais surpreendeu você no Brasil ou na cultura brasileira?
- Do que você mais sente falta quando está longe do seu país ou da sua cidade?
- Se você pudesse morar em qualquer cidade brasileira, qual escolheria? Por quê?
- Quais são os seus planos para depois do exame?
Palavras úteis e uma resposta modelo
Pergunta 3: Olha, no começo foi por causa do trabalho. A minha empresa abriu um escritório em São Paulo e eu precisava falar com os colegas de lá. Eu comecei com um aplicativo, depois fiz aulas duas vezes por semana. O mais difícil foi entender as pessoas falando rápido, quer dizer, no curso todo mundo fala devagar, né? Hoje eu estudo porque gosto, e porque quero o certificado para fazer um mestrado aqui.
Elemento provocador · 5 minutos
Comportamento
Tempo de tela
O celular é a primeira coisa que muita gente pega ao acordar e a última que larga antes de dormir. Entre mensagens, vídeos curtos e redes sociais, as horas passam sem que se perceba. Uma pesquisa com adultos de seis capitais brasileiras mostra que a maioria gostaria de usar menos o aparelho, mas pouca gente consegue. Alguns aplicativos já avisam quando o limite do dia foi atingido. O difícil é obedecer.
Material criado para este curso.
The examiner’s questions are below. Read each one aloud, then answer it out loud for about 40 seconds.
- De que trata o material?
- Que relação você vê entre os números do gráfico e a última frase do texto?
- Na sua opinião, por que é tão difícil usar menos o celular?
- Quanto tempo por dia você passa diante de telas? Você acha que é muito?
- Você já tentou diminuir esse tempo? O que funcionou e o que não funcionou?
- Se você ficasse uma semana sem celular, o que mudaria na sua rotina?
- No seu país, existe alguma preocupação com o tempo que crianças e adultos passam nas telas?
- Pelo que você observa, os brasileiros usam muito o celular? Em que situações?
Palavras úteis e uma resposta modelo
Pergunta 3: Bom, eu acho que é difícil porque os aplicativos são feitos para prender a gente. Sempre tem mais um vídeo, mais uma mensagem. E o celular hoje é tudo: banco, mapa, trabalho, então não dá para simplesmente guardar na gaveta. Eu mesmo já tentei, coloquei um limite de uma hora para as redes sociais, e no terceiro dia eu desliguei o aviso. Ou seja, eu faço parte dos 48% que tentaram, não dos 19% que conseguiram.
Your result
Now open the box under each task, go through the checklist, read the two models and give your text its mark. Rate each oral round on the six criteria. Be as strict as a grader who has never met you. The box below then works out your written score, your oral score and your level.
Your result is worked out from the marks you gave yourself. It needs JavaScript.
Two things about this number. It comes from half an exam and from your own marks, so read it as a direction. And the level shown is the lower of your two scores, as in the real exam, where the written and the oral parts are never averaged.
Now go back to Day 1. On the first day of the course you wrote an e-mail about a rooftop vegetable garden, cold, and kept the mark. Open Day 1 and put that text next to today's Tarefa 3, which is the same kind of task: an e-mail to someone with power, built from a report. Compare the marks, then compare the texts line by line. Can the reader tell who is writing in the first sentence? How many sentences are copied from the source? Does each thing the task asked for have its own paragraph? Is there a clear request at the end? Whatever the two numbers say, the differences you find there are what four weeks of work have changed.
What next
Look at which of today's four pieces got your lowest mark. That is where the second half of the course will pay off most.
- Tarefa 1 was the lowest. The video is the tightest task of the exam. Go back to Days 16 and 17: reading the screen and writing in twenty minutes. You'll meet the video again in Weeks 6 and 7.
- Tarefa 3 was the lowest. Check which line of the checklist you missed. If it was a required point, reread Day 2 on counting what the task asks for. If it was copying, reread Day 4.
- The oral was the lowest. You are in the right place: Week 5, which starts tomorrow, is all about the conversation, with two oral rounds every day.
- Everything was at 3 or above. You are on course for a certificate. From here on the work is to turn 3s into 4s: fuller answers, cleaner verb forms, and nothing copied.
Tomorrow the course changes language. From Day 29 the explanations are in simple Portuguese, because you are ready for that, and because the exam won't explain anything in English.
Finish day 28
Written your text or recorded your answers, and marked them? Then that’s today finished. Come back tomorrow: steady daily work is what moves your score.