Celpe-Bras course › Week 1: How the exam thinks
Today is timed practice. Nothing new to learn.
- Two tasks, 40 minutes each, one straight after the other, as in the exam: 80 minutes of writing
- An e-mail to one person above you, then a letter to a group you speak for
- About 15 minutes to mark both texts, then two cards, 5 minutes each
In the exam nobody tells you when to move from one text to the next. Today the clock does. When the 40 minutes of the first task are up, stop, even in the middle of a sentence, and start the second. You'll learn more about your timing from an unfinished text than from a finished one that took an hour.
Before you start
Four habits from this week. Use all four on both tasks.
- QPQO before the source. One minute, four short lines at the top of your draft, and a number on each thing the task asks for.
- The right voice. In the first task you are one person writing to a manager: eu, and a senhora for her. In the second you speak for the building: nosso prédio, vocês, and a greeting for a group.
- Select, then reword. Put the task's numbers in the margin of the report. Keep names and figures; say everything else in your own sentences.
- Three minutes at the end. Read your text as an examiner does: who writes to whom, does it do its job, is every numbered point there, is anything copied?
Write by hand if you can, on one page per task. The answer sheet is there to print.
Tarefas
Texto para ler
Carona entre colegas esvazia estacionamentos de empresas em Campinas
Às 7h20, o analista de sistemas Rodrigo Pacheco para o carro em frente a uma padaria no bairro Taquaral, em Campinas. Em dois minutos, entram três colegas de trabalho. Até o ano passado, os quatro faziam o mesmo trajeto de 14 quilômetros, cada um no seu carro, até a Lumina Sistemas, empresa de tecnologia instalada às margens da rodovia Dom Pedro I. Hoje, dividem o veículo e a conversa. “Eu chegava estressado antes mesmo de ligar o computador. Agora chego sabendo o resultado do futebol e a fofoca do dia”, brinca.
A mudança começou com um problema: o estacionamento. A empresa tem 450 funcionários e apenas 180 vagas. “Tinha gente que chegava quarenta minutos mais cedo só para conseguir estacionar”, conta a gerente de Recursos Humanos, Patrícia Nakamura. Em vez de alugar um terreno vizinho, o que custaria R$ 15 mil por mês, a empresa decidiu criar, há um ano e meio, o programa Carona Amiga.
O funcionamento é simples. O funcionário se cadastra em um aplicativo interno e informa o bairro onde mora e o horário de trabalho. O sistema sugere colegas com trajetos parecidos, e o grupo combina os detalhes por mensagem. Quem dirige recebe dos caronas uma ajuda para o combustível, calculada pelo próprio aplicativo, e os carros com três ou mais pessoas têm direito às 40 vagas mais próximas da entrada. Para que ninguém fique sem transporte em uma emergência, a empresa paga um táxi a quem perder a carona de volta por um motivo sério.
Hoje, 160 funcionários participam, e cerca de 90 carros deixaram de entrar no estacionamento todos os dias. Segundo Patrícia, os atrasos caíram pela metade, e cada participante economiza, em média, R$ 220 por mês com combustível. Uma pesquisa interna trouxe um dado inesperado: 85% dos participantes disseram conhecer melhor os colegas de outros setores. “Projetos entre áreas diferentes passaram a andar mais rápido. Muita coisa se resolve no carro”, afirma a gerente.
O exemplo não é isolado. Na Agroval, fábrica de alimentos do distrito de Barão Geraldo, um mural na entrada do refeitório cumpre o papel do aplicativo: quem oferece carona prende um cartão verde; quem procura, um amarelo. “Não precisa de tecnologia. Precisa de alguém que organize”, diz o técnico de segurança Edson Farias, criador do mural.
Há dificuldades, claro. Horários diferentes, colegas que se atrasam e o medo de perder a liberdade afastam parte dos funcionários. A engenheira de trânsito Marina Vasques, consultora em mobilidade, recomenda regras claras desde o início: tolerância de cinco minutos, rodízio de motoristas e um responsável pelo programa. Para ela, o ganho vai além dos muros da empresa. “Cada carro com quatro pessoas são três carros a menos no congestionamento”, calcula.
Na Lumina, Rodrigo já não pensa em voltar atrás. “O único problema é quando a carona é do colega que gosta de ouvir sertanejo às sete da manhã”, ri.
Reportagem escrita para este curso, no formato do exame.
Tarefa 3 · leitura → texto · 40 minutos
Carona entre colegas
Você trabalha em uma empresa onde quase todos os funcionários vão de carro para o trabalho, cada um no seu. Depois de ler a reportagem “Carona entre colegas esvazia estacionamentos de empresas em Campinas”, escreva um e-mail à gerente de Recursos Humanos da sua empresa sugerindo a criação de um programa de caronas entre colegas. Em seu texto, explique como o programa funciona na Lumina Sistemas e apresente as vantagens para os funcionários e para a empresa.
Write your text on paper or in a document, then open the box below to check it.
I’ve finished writing: check my text
Confira o seu texto
- Dá para ver quem escreve: um funcionário ou uma funcionária da empresa.
- O texto fala com o leitor certo: a gerente de Recursos Humanos.
- Cumpre o propósito: sugerir a criação de um programa de caronas.
- Tem forma de e-mail formal: começo, fim e tom adequados.
- Sugere claramente a criação de um programa de caronas na empresa
- Explica como funciona na Lumina: o cadastro com bairro e horário, os colegas com trajetos parecidos, a divisão do combustível, as vagas reservadas ou o táxi de emergência
- Apresenta pelo menos uma vantagem para os funcionários: a economia, menos estresse
- Apresenta pelo menos uma vantagem para a empresa: menos atrasos, vagas livres, colegas de setores diferentes mais próximos
- Usei as minhas próprias palavras: não copiei frases da fonte.
- Quem não viu a fonte entenderia o meu texto.
- Os erros de língua não atrapalham a leitura.
Texto modelo: nota 5
Assunto: Sugestão de programa de caronas entre colegas
Prezada Sra. Cláudia,
Sou Felipe Moura, analista do setor financeiro, e escrevo para sugerir uma ideia que pode resolver dois problemas que todos nós conhecemos: a falta de vagas no estacionamento e o trânsito na chegada.
Li uma reportagem sobre a Lumina Sistemas, empresa de Campinas que criou um programa de caronas. Lá, cada funcionário interessado registra em um aplicativo interno o bairro em que mora e o seu horário. A partir desses dados, o sistema indica colegas que fazem um caminho semelhante. Os passageiros dividem o gasto de combustível com o motorista, e os carros que levam três pessoas ou mais estacionam nas vagas mais perto da entrada. Se alguém perde a carona por causa de um imprevisto, a empresa paga um táxi.
Os resultados são bons para os dois lados. Os participantes gastam, em média, R$ 220 a menos por mês e chegam menos cansados. Para a empresa, os atrasos diminuíram 50%, e 90 carros deixaram de ocupar o estacionamento, sem necessidade de alugar outro terreno. Além disso, colegas de setores diferentes passaram a se conhecer melhor, o que facilitou o trabalho em conjunto.
Acredito que poderíamos começar de forma simples, com um cadastro dos interessados. Se a senhora achar a proposta viável, posso ajudar a organizar o primeiro grupo.
Atenciosamente,
Felipe Moura Setor Financeiro
Why it’s a 5: Role and purpose are in the first sentence ("analista do setor financeiro… escrevo para sugerir"), and the reader is a senhora to the end. The explanation follows Lumina's system step by step in the writer's own words: "se cadastra… e informa" becomes "registra", "trajetos parecidos" becomes "um caminho semelhante". The advantages are sorted for the two sides the task names, with the figures that matter to a manager. It ends with a small first step and an offer of help.
Texto modelo: nota 3
Prezada gerente,
Eu trabalho na empresa e eu tenho uma sugestão: um programa de carona.
Eu li sobre uma empresa em Campinas. O funcionário se cadastra em um aplicativo interno e informa o bairro onde mora e o horário de trabalho. O sistema sugere colegas com trajetos parecidos. Hoje 160 funcionários participam.
A carona é muito boa para o meio ambiente porque tem menos carros e menos poluição. Também as pessoas economizam dinheiro e fazem novos amigos. Eu penso que nosso estacionamento é muito cheio e é difícil de achar uma vaga, então a carona pode ajudar com este problema. Eu dirijo trinta minutos todos os dias e eu fico muito estressado no tráfico.
Eu espero que você considera minha sugestão.
Obrigado,
Felipe
Why it’s a 3: The suggestion is clear and the greeting fits. But "eu trabalho na empresa" tells the manager almost nothing about who is writing, two sentences of the explanation are copied from the report ("O funcionário se cadastra em um aplicativo interno…"), and the advantages for the company, which the task asks for by name, are missing. Pollution isn't in the report at all. Slips: você for a senhora, espero que você considera for considere, and tráfico (trafficking) for trânsito. With the system explained in his own words and one advantage for the company, this would be a 4.
Texto para ler
Condomínios de Porto Alegre aprendem a separar o lixo, e cooperativas agradecem
Na garagem do Edifício Jacarandá, no bairro Menino Deus, em Porto Alegre, três contêineres coloridos ocupam o lugar onde antes ficava uma única lixeira. O azul recebe papel, plástico, vidro e metal; o marrom, restos de comida; o cinza, o que não se aproveita, como papel higiênico e fraldas. A mudança, feita há oito meses, reduziu em 40% o volume de lixo que o prédio manda para o aterro.
O Jacarandá é um dos 35 condomínios atendidos pela Cooperativa Recicla Sul, formada por 42 catadores da zona sul da capital. O acordo é simples: os moradores separam os resíduos, e um caminhão da cooperativa recolhe os recicláveis duas vezes por semana, às terças e sextas-feiras pela manhã, sem cobrar nada. O material é vendido, e a renda é dividida entre os cooperados. “Para nós, um prédio que separa direito vale por dez ruas”, diz a presidente da cooperativa, Jussara Machado. Segundo ela, a renda média dos catadores subiu 30% desde que a coleta em condomínios começou, há dois anos.
Separar direito, porém, exige alguns cuidados. As embalagens devem ser enxaguadas, para não atrair insetos nem sujar o papel. As caixas de papelão precisam ser desmontadas, e o vidro quebrado, embrulhado em jornal, para não ferir quem faz a triagem. O óleo de cozinha usado vai em garrafa plástica fechada, e pilhas e lâmpadas têm um coletor próprio na portaria. “O erro mais comum é a caixa de pizza engordurada no reciclável. Ela estraga um saco inteiro de papel”, explica Jussara.
No Jacarandá, a síndica, a contadora Vera Lúcia Brandão, conta que o começo foi difícil. “Nas primeiras semanas, metade dos sacos vinha misturada”, lembra. A solução foi informar: uma carta para cada apartamento, cartazes no elevador e uma visita dos catadores, que mostraram aos moradores o que acontece com o material. Cada apartamento recebeu ainda dois cestos pequenos para a cozinha. Hoje, segundo Vera, nove em cada dez sacos chegam corretos. Os restos de comida do contêiner marrom vão para uma composteira no pátio e viram adubo para o jardim do prédio.
O ganho também aparece nas contas. Com menos lixo comum, o condomínio diminuiu de cinco para três as coletas semanais feitas por uma empresa particular e economiza R$ 600 por mês. O dinheiro pagou as lixeiras novas em menos de um ano.
Para o engenheiro ambiental Caio Pfeifer, professor universitário, os prédios são o lugar ideal para começar. “Em um condomínio, cem famílias mudam de hábito com uma única decisão de assembleia”, afirma. Ele lembra, no entanto, que boa parte do que as pessoas separam em casa ainda se perde por falta de informação. A aposentada Ieda Fontoura, moradora do sexto andar, resume a experiência: “Dá um minuto a mais de trabalho por dia. E a gente desce com o lixo sabendo para onde ele vai”.
Reportagem escrita para este curso, no formato do exame.
Tarefa 3 · leitura → texto · 40 minutos
A nova coleta do prédio
Você é síndico ou síndica de um prédio que vai começar, no próximo mês, a coleta de recicláveis em parceria com uma cooperativa de catadores, como fez o Edifício Jacarandá. Depois de ler a reportagem “Condomínios de Porto Alegre aprendem a separar o lixo, e cooperativas agradecem”, escreva uma carta aos moradores explicando como vai funcionar a nova coleta. Em seu texto, informe o que cada apartamento deve fazer e apresente os benefícios da mudança.
Write your text on paper or in a document, then open the box below to check it.
I’ve finished writing: check my text
Confira o seu texto
- Dá para ver quem escreve: o síndico ou a síndica do prédio.
- O texto fala com o leitor certo: os moradores do prédio.
- Cumpre o propósito: explicar como vai funcionar a nova coleta de recicláveis.
- Tem forma de carta a um grupo: começo, fim e tom adequados.
- Explica como vai funcionar a coleta: os contêineres de cores diferentes e os dias em que a cooperativa recolhe o material
- Diz o que cada apartamento deve fazer: separar os resíduos, enxaguar as embalagens, desmontar as caixas ou embrulhar o vidro quebrado
- Apresenta pelo menos dois benefícios: menos lixo no aterro, renda para os catadores, economia para o condomínio, adubo para o jardim
- Usei as minhas próprias palavras: não copiei frases da fonte.
- Quem não viu a fonte entenderia o meu texto.
- Os erros de língua não atrapalham a leitura.
Texto modelo: nota 5
Caros moradores,
A partir do dia 1º do próximo mês, nosso prédio passará a separar o lixo, em parceria com uma cooperativa de catadores. Escrevo, como síndico, para explicar o que muda e pedir a colaboração de cada apartamento.
Na garagem, a lixeira atual dará lugar a três contêineres. O azul é para os recicláveis: papel, plástico, vidro e metal. O marrom é para as sobras de comida, e o cinza, para o que não pode ser aproveitado, como papel higiênico e fraldas. O caminhão da cooperativa virá buscar os recicláveis às terças e sextas de manhã, sem nenhum custo para o condomínio.
Para que tudo dê certo, cada apartamento precisa tomar alguns cuidados simples: passar uma água nas embalagens antes de jogá-las fora, abrir as caixas de papelão e enrolar o vidro quebrado em jornal, para proteger quem separa o material. Papel sujo de gordura, como caixa de pizza, não é reciclável e deve ir para o contêiner cinza.
Vale a pena. Em um edifício de Porto Alegre que adotou o mesmo sistema, a quantidade de lixo enviada ao aterro caiu 40%, e o condomínio passou a gastar R$ 600 a menos por mês com a coleta particular. Além disso, o material que separamos se transforma em renda para as famílias dos catadores.
Nos próximos dias, colocaremos cartazes no elevador com essas orientações. Se tiverem dúvidas, estou à disposição no apartamento 101. Conto com a colaboração de todos.
Um abraço,
Henrique Souza Síndico
Why it’s a 5: The writer names his role ("como síndico") and speaks for the building ("nosso prédio", "colocaremos") to readers who are vocês ("se tiverem dúvidas"). The three things the task asks for come in order, one paragraph each, and a neighbor who never saw the report could follow them. The report's instructions are reworded in everyday language: "devem ser enxaguadas" becomes "passar uma água", "desmontadas" becomes "abrir as caixas". The benefits come with two figures, and the letter closes as a letter to a group does.
Texto modelo: nota 3
Prezados moradores,
Eu escrevo esta carta para informar sobre a coleta de recicláveis que vai começar no próximo mês em nosso prédio.
A reciclagem é muito importante para o planeta. O Brasil produz muito lixo e nós devemos fazer algo para mudar esta situação. Em Porto Alegre, o Edifício Jacarandá reduziu em 40% o volume de lixo que o prédio manda para o aterro.
Vamos ter três contêineres na garagem: um azul, um marrom e um cinza. Vocês têm que separar o lixo em casa e pôr no contêiner certo. As embalagens devem ser enxaguadas, para não atrair insetos nem sujar o papel. As caixas de papelão precisam ser desmontadas.
Eu espero que todos os moradores fazem a separação, porque é bom por o meio ambiente e para as pessoas que trabalham com o lixo. Se vocês tem perguntas, podem falar comigo.
Obrigado pela sua colaboração,
O síndico
Why it’s a 3: It is a letter to the residents, and it says a collection is starting. But the explanation has holes: nobody learns what goes in which container or on which days the truck comes. Two sentences are copied from the report ("As embalagens devem ser enxaguadas, para não atrair insetos…"), the second paragraph is a general essay about the planet, and only one benefit has a fact behind it. Slips: espero que todos os moradores fazem for façam, bom por o meio ambiente for para o meio ambiente, se vocês tem for têm. With the three colors explained, the collection days added and the copied lines reworded, this would be a 4.
Fala
Two cards, five minutes each, one after the other. Read each card silently for a minute before you start its questions. Open with the three moves from day 4: what kind of material it is and its subject, the main idea, one detail. On the first card the detail is a number; on the second there are none, so take it from the text.
Elemento provocador · 5 minutos
Consumo
Delivery de tudo
Pizza, remédio, ração para o cachorro, as compras do mês: hoje quase tudo chega à porta de casa em poucos minutos. Uma pesquisa com moradores de grandes cidades brasileiras mostra que pedir por aplicativo já faz parte da rotina. Os clientes ganham tempo e conforto. Do outro lado estão os entregadores, que passam o dia no trânsito, e os pequenos comerciantes, que pagam taxas aos aplicativos para não perder a clientela.
Material criado para este curso.
The examiner’s questions are below. Read each one aloud, then answer it out loud for about 40 seconds.
- De que trata o material?
- O que os números mostram sobre os hábitos de quem mora nas grandes cidades?
- Você costuma pedir coisas por aplicativo? O quê?
- Na sua opinião, quais são as vantagens e as desvantagens desse tipo de serviço?
- O que você pensa sobre as condições de trabalho dos entregadores?
- No seu país, os serviços de entrega são tão comuns quanto no Brasil?
- Você acha que as lojas de bairro vão desaparecer? Por quê?
Palavras úteis e uma resposta modelo
- o entregador the delivery rider
- a taxa de entrega the delivery fee
- pedir por aplicativo to order through an app
- a comodidade convenience
- o comércio do bairro the neighborhood stores
Pergunta 4: Olha, a grande vantagem é o tempo. Quando eu chego tarde do trabalho, pedir o jantar pelo celular me salva. Por outro lado, eu acho que a gente paga caro por essa comodidade, porque tem a taxa de entrega, e a comida nem sempre chega quente. E tem outra desvantagem, quer dizer, uma mais séria: os entregadores trabalham muitas horas, na chuva, no trânsito, e ganham pouco. Então, eu uso, mas não todo dia.
Elemento provocador · 5 minutos
Turismo
Férias: praia ou montanha?
Na hora de planejar as férias, os brasileiros se dividem. Há quem não abra mão de sol, mar e água de coco, e há quem prefira o frio da serra, com lareira, trilhas e chocolate quente. Para os agentes de viagem, a escolha revela muito sobre o viajante: uns querem movimento e gente por perto; outros buscam silêncio e natureza. E existe ainda um terceiro grupo, o dos que preferem ficar em casa e descansar de verdade.
Material criado para este curso.
The examiner’s questions are below. Read each one aloud, then answer it out loud for about 40 seconds.
- De que trata o material?
- Segundo o texto, o que a escolha do destino revela sobre o viajante?
- E você, prefere praia ou montanha? Por quê?
- Conte como foram as suas últimas férias.
- O que você acha da ideia de passar as férias em casa?
- No seu país, para onde as pessoas costumam viajar nas férias?
- Que lugar do Brasil você gostaria de conhecer, ou que lugar você recomendaria a um amigo?
Palavras úteis e uma resposta modelo
- não abrir mão de… to refuse to give up…
- a serra the mountains
- a trilha the hiking trail
- a lareira the fireplace
- descansar de verdade to get some real rest
Pergunta 3: Eu sou do time da montanha, sem dúvida. Eu gosto de praia por um dia ou dois, mas depois eu fico entediada, sabe? Na montanha eu posso caminhar, fazer trilha, e à noite faz aquele frio gostoso. No ano passado eu fui para uma cidade pequena na serra e adorei. Quer dizer, não tinha muita coisa para fazer, mas era justamente isso que eu queria.
After
Put your two texts side by side and compare them on three things. First, the voice: does the e-mail say eu and a senhora all the way through, and does the letter say nosso prédio and vocês? If you were to swap the greetings, would each text sound wrong? It should. Second, the clock: was the second text shorter, or more copied, than the first? Most people's second text suffers, and knowing by how much tells you how to split the 2 hours 30 minutes that Tarefas 2, 3 and 4 share in the exam. Third, the marks: if one text got a lower mark, find the single line of the checklist that caused it. That line is what to watch in tomorrow's checkpoint and in next week's tasks.
Finish day 6
Written your text or recorded your answers, and marked them? Then that’s today finished. Come back tomorrow: steady daily work is what moves your score.