Day 5: Reading marked answers

Celpe-Bras course › Week 1: How the exam thinks

Day 5 of 56 · about 90 minutes

By the end of today you can:

  • Read a text with the examiners' questions, in their order
  • Say what separates a 3 from a 4, and a 2 from a 3
  • Give an opinion in writing with na minha opinião, concordo com and discordo de
  • Open and close a reader's letter (carta do leitor)

Inep, the body that runs the exam, has published real candidates' answers at every mark, with the examiners' comments. Reading marked answers is the fastest way to learn to see your own text as an examiner sees it. Today you do the marking.

Warm-up: do you remember?

Before anything new, pull these out of memory. They come from earlier days. Getting one wrong is useful: it shows you what to look at again.

  1. A ______ do clube de leitura foi ideia da bibliotecária. (criar)Creating the reading club was the librarian’s idea.
  2. The initiative began six years ago.______
  3. We’re counting on everyone being there.______
  4. “Sou mãe de dois alunos do 6º ano e escrevo para pedir uma informação.” O que essa frase mostra?Como a carta termina A opinião de um jornalista Quem escreve e por quê
  5. “Você é professor. Escreva um texto para o site da escola explicando o novo horário das aulas.” Para quem?Para o ministro da Educação Para um amigo Para os alunos e as famílias
  6. What is the lowest score that gives a certificate?3,50 1,00 2,00
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  1. A criação do clube de leitura foi ideia da bibliotecária.
  2. A iniciativa teve início há seis anos.
  3. Contamos com a presença de todos.
  4. “Sou mãe de dois alunos do 6º ano e escrevo para pedir uma informação.” O que essa frase mostra? Quem escreve e por quê
  5. “Você é professor. Escreva um texto para o site da escola explicando o novo horário das aulas.” Para quem? Para os alunos e as famílias
  6. What is the lowest score that gives a certificate? 2,00

How an examiner reads

Two examiners read each text, separately, and each gives it one mark from 0 to 5 for the whole text. They read with the task statement beside them. The marking scale leads them to questions like these, roughly in this order:

  1. Who is writing, and to whom? Is it the pair the task set?
  2. Does the text do its job (suggest, request, invite, take a position) in the kind of text that was asked for?
  3. Is everything the task asked for there, with the right facts from the source?
  4. Are the facts in the writer's own words?
  5. Does it read easily? Do the slips slow the reader down?

Language comes last, and only as "does it get in the way?". A text with a handful of small errors can still get a 5. A text with none can get a 2.

One task, three answers

Read the short news item, the task, and the three answers. Then mark them with the questions below.

Texto para ler

Uma tarefa, três respostas

A nota. Mercado de Joinville cria a “hora tranquila”. Há um ano, o Mercado Bom Vizinho, em Joinville, Santa Catarina, reserva a primeira hora das terças-feiras, das 8h às 9h, para quem precisa de calma. Nesse horário, a música é desligada, as luzes ficam mais fracas e não há anúncios pelo alto-falante. A ideia veio de uma cliente, mãe de um menino autista, que não conseguia fazer compras com o filho por causa do barulho. Segundo o gerente, os idosos também passaram a preferir esse horário, e as vendas das terças de manhã cresceram 15%.

A tarefa. Você é cliente de um supermercado do seu bairro. Depois de ler a nota, escreva um e-mail ao gerente sugerindo a criação de uma “hora tranquila”. Em seu texto, explique como ela funciona no mercado de Joinville e apresente os resultados.

Resposta A. Prezado Sr. Gerente, sou cliente do supermercado há cinco anos e escrevo para sugerir uma novidade: uma “hora tranquila” por semana. Li que um mercado de Joinville faz isso toda terça-feira, entre 8h e 9h. Durante essa hora, não há som ambiente nem avisos, e a iluminação é reduzida, o que ajuda as pessoas autistas e também os mais velhos. A experiência deu muito certo por lá. Acredito que os clientes daqui também iam gostar. Fico à disposição para conversar. Atenciosamente, Laura Menezes

Resposta B. Olá, eu quero sugerir uma hora tranquila no supermercado. Em Joinville, a música é desligada, as luzes ficam mais fracas e não há anúncios pelo alto-falante. Isso é na terça-feira de manhã. É bom para as pessoas autistas porque elas não gostam de barulho. Eu acho que você deveria fazer o mesmo aqui, porque é um ideia muito boa e as vendas cresceram 15%. Obrigado, Tom

Resposta C. Bom dia. Hoje em dia os supermercados são muito barulhentos: música alta, luz forte e muitos anúncios. Na minha opinião, isso é ruim para todas as pessoas, principalmente para as crianças. Em Joinville existe uma hora tranquila e seria bom ter uma aqui também. Todos os supermercados deveriam pensar mais nos clientes e menos no dinheiro.

Nota, tarefa e respostas escritas para este curso.

Mark the three answers the way an examiner would. The last three questions ask for the mark.

  1. Na resposta A, dá para ver quem escreve?Sim: a gerente do supermercado Sim: uma cliente do supermercado Não: pode ser qualquer pessoa
  2. O que a resposta A apresenta de forma vaga?O dia e o horário Os resultados A sugestão
  3. Que frase da resposta B foi copiada da nota?A música é desligada, as luzes ficam mais fracas e não há anúncios pelo alto-falante. Isso é na terça-feira de manhã. Eu quero sugerir uma hora tranquila no supermercado.
  4. Na resposta B, qual é o problema com o leitor?“Olá” e “você” são informais demais para um gerente O texto fala com o prefeito O texto é formal demais
  5. Com que tipo de texto a resposta C se parece?Com uma redação de opinião Com um e-mail formal Com um panfleto
  6. O que a resposta C não explica?Que a ideia é boa Como a hora tranquila funciona Que os supermercados são barulhentos
  7. Que nota você daria à resposta A?4 2 0
  8. Que nota você daria à resposta B?1 3 5
  9. Que nota você daria à resposta C?2 5 4
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  1. Na resposta A, dá para ver quem escreve? Sim: uma cliente do supermercado
  2. O que a resposta A apresenta de forma vaga? Os resultados
  3. Que frase da resposta B foi copiada da nota? A música é desligada, as luzes ficam mais fracas e não há anúncios pelo alto-falante.
  4. Na resposta B, qual é o problema com o leitor? “Olá” e “você” são informais demais para um gerente
  5. Com que tipo de texto a resposta C se parece? Com uma redação de opinião
  6. O que a resposta C não explica? Como a hora tranquila funciona
  7. Que nota você daria à resposta A? 4
  8. Que nota você daria à resposta B? 3
  9. Que nota você daria à resposta C? 2

Here is how the three compare.

Answer Mark Why
A 4 Writer, reader, purpose and genre are all right, and the explanation is in her own words (a música é desligada became não há som ambiente). One gap: the results are only deu muito certo. With the 15% it would be a 5.
B 3 It suggests, and both things the task asks for are there. But nobody knows who Tom is, Olá and você don't fit a manager, a whole sentence is copied, and the results are thin.
C 2 It does the job on the surface only: a wish in the second-to-last sentence. No writer and no reader are visible, it reads like a school essay, it never explains how the hour works, and it gives no results.

What separates the marks

  • From 2 to 3: do the task, in the genre. A 2 talks about the subject. A 3 talks to the reader, in the kind of text that was asked for, and covers what was asked, even if thinly.
  • From 3 to 4: repair the relationship and fill the gaps. Say who you are, use the right register for the reader, bring every point the task asks for with its facts, and leave no copied sentence.
  • From 4 to 5: leave no weak spot. The one vague point becomes precise.

Notice what is missing from that list: harder grammar. Answer B becomes a 4 with Prezado Sr. Gerente, sou cliente do supermercado and one reworded sentence. None of that asks for more Portuguese than its writer already has.

Giving your opinion in writing

Tarefa 4 often asks you to take a position on something you read. These are the phrases that carry an opinion.

Português English
Na minha opinião, a proibição é necessária. In my opinion, the ban is necessary.
Acredito que a escola precisa de regras claras. I believe the school needs clear rules.
Concordo com a autora quando ela afirma que proibir não basta. I agree with the author when she says that banning isn't enough.
Concordo em parte com o autor. I partly agree with the author.
Discordo da ideia de que o celular só atrapalha. I disagree with the idea that phones only get in the way.

Two prepositions and one trap. You agree with: concordo com. You disagree from: discordo de (do autor, da autora, da ideia). And "I am in agreement" is concordo or estou de acordo, never eu sou de acordo. After acredito que and acho que, the verb stays in its everyday form: acredito que a escola precisa.

Genre kit: carta do leitor (first look)

A reader writes to a magazine or a newspaper about something it published. The letter goes to the editor, and it talks about the author: a autora afirma, concordo com ela.

  • Greeting: Prezado editor,
  • First sentence: name what you read. Li com interesse a coluna “Celular na sala de aula: proibir resolve?”, publicada nesta revista.
  • Position: early and clear. Concordo com a autora quando ela afirma que proibir não basta.
  • Reasons: two, built on what the text says, in your words. One of them can come from your own life.
  • Closing: one short last sentence, then Atenciosamente, your name and your city.
  • Never: a title, a summary of the whole article, or an opinion with no reasons.

Day 22 comes back to this genre in full. All the kits are on the genre kits page.

Practice

Answer the question about the marking.

  1. A text has the right writer and reader, covers every point in its own words, and has two small slips that don’t slow the reader. Which mark fits best?5 1 3
  2. A text stays on the subject of the source but ignores who writes and who reads. Which mark fits best?3 1 5
  3. An e-mail does the task, but one required point is missing and one sentence is copied. Which mark fits best?5 0 3
  4. What most often lifts a 3 to a 4?Longer sentences and rarer words A longer text A visible writer, the missing point and your own words
  5. Who gives the mark to each written text?One examiner and a computer Two examiners, working separately The examiner who talks to you in the oral part
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  1. A text has the right writer and reader, covers every point in its own words, and has two small slips that don’t slow the reader. Which mark fits best? 5
  2. A text stays on the subject of the source but ignores who writes and who reads. Which mark fits best? 1
  3. An e-mail does the task, but one required point is missing and one sentence is copied. Which mark fits best? 3
  4. What most often lifts a 3 to a 4? A visible writer, the missing point and your own words
  5. Who gives the mark to each written text? Two examiners, working separately

Complete the sentence. The last two bring back points from days 3 and 4.

  1. Concordo ______ a autora quando ela afirma que proibir não basta.I agree with the author when she says that banning isn’t enough.
  2. Discordo ______ ideia de que o celular só atrapalha.I disagree with the idea that phones only get in the way.
  3. Na minha ______, a escola precisa ensinar o uso responsável do celular.In my opinion, the school needs to teach responsible phone use.
  4. Li com ______ a coluna publicada nesta revista.I read with interest the column published in this magazine.
  5. A ______ do celular não resolve o problema sozinha. (proibir)Banning phones doesn’t solve the problem by itself.
  6. Sugiro que a revista ______ mais textos sobre o tema. (publicar)I suggest that the magazine publish more pieces on the subject.
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  1. Concordo com a autora quando ela afirma que proibir não basta.
  2. Discordo da ideia de que o celular só atrapalha.
  3. Na minha opinião, a escola precisa ensinar o uso responsável do celular.
  4. Li com interesse a coluna publicada nesta revista.
  5. A proibição do celular não resolve o problema sozinha.
  6. Sugiro que a revista publique mais textos sobre o tema.

Put the words in order. These lines belong in a reader's letter.

  1. I read this week’s column with interest.______
  2. I partly agree with the author.______
  3. In my opinion, banning isn’t enough.______
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  1. Li com interesse a coluna desta semana.
  2. Concordo em parte com a autora.
  3. Na minha opinião, proibir não basta.

Listen and type what you hear. Write the numbers as words.

  1. ______I agree with the author, but only partly.
  2. ______The school has six hundred students.
  3. ______The law is from two thousand twenty-five.
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  1. Concordo com a autora, mas só em parte.
  2. A escola tem seiscentos alunos.
  3. A lei é de dois mil e vinte e cinco.

Tarefa

Your first Tarefa 4. The source is an opinion column, so your QPQO has one more thing to find before you write: what does the author think, and why? Mark her main arguments in the margin, decide where you stand, then start the clock. You don't have to agree with her, and you don't have to disagree. The examiners mark how you argue, never which side you take.

Texto para ler

Celular na sala de aula: proibir resolve?

Dou aulas de Ciências há dezoito anos e nunca tive um concorrente tão forte quanto o celular. Por isso, confesso que comemorei quando, em 2025, uma lei federal restringiu o uso de aparelhos eletrônicos pelos alunos nas escolas brasileiras, inclusive no recreio. Na escola pública de Goiânia onde trabalho, com 600 estudantes, os aparelhos agora ficam desligados em armários na entrada de cada sala. Um ano e meio depois, posso dizer o que mudou e o que não mudou.

Mudou muita coisa. O recreio voltou a ser barulhento: há fila para a mesa de pingue-pongue e roda de conversa no pátio. A bibliotecária me contou que os empréstimos de livros quase dobraram. Em sala, perco menos tempo pedindo atenção, e alunos tímidos, que antes se escondiam atrás da tela, começaram a participar. Numa consulta feita pela direção, 70% dos professores disseram que as turmas estão mais concentradas. Até os estudantes reconhecem: “No começo eu odiei, mas hoje converso mais com os meus amigos”, me disse uma aluna do 9º ano.

Seria ótimo terminar a coluna aqui. Acontece que a proibição resolve o problema da escola, não o do aluno. Na mesma consulta, seis em cada dez estudantes contaram que, em casa, passam mais de cinco horas por dia no celular, e muitos admitem que dormem tarde por causa dele. Chegam à primeira aula com sono, tenham ou não o aparelho no armário. Alguns trazem um segundo celular escondido na mochila. Proibir, afinal, é fácil; difícil é ensinar a usar.

E é isso que me preocupa. Ao trancar os aparelhos, muitas escolas trancaram também a conversa sobre eles. Quem vai ensinar um adolescente a desconfiar de uma notícia falsa, a proteger os seus dados, a perceber quando um aplicativo foi desenhado para prendê-lo? A própria lei permite o uso do celular em atividades orientadas pelo professor. Na minha escola, porém, poucos colegas aproveitam essa possibilidade, por medo de confusão ou por falta de formação. No semestre passado, pedi aos meus alunos que usassem os celulares para fotografar e identificar as árvores do bairro. Foi uma das melhores aulas do ano e, para muitos deles, a única em que o telefone serviu para aprender alguma coisa.

Há ainda a parte que cabe às famílias. De pouco adianta a escola guardar o celular por cinco horas se, nas outras dezenove, ninguém combina regra nenhuma. Conheço pais que exigem silêncio digital dos filhos e respondem a mensagens durante o jantar.

Não defendo a volta ao que era antes. A sala de aula sem celular é melhor, e os números da minha escola mostram isso. Mas tratar a proibição como solução é confundir o primeiro passo com a chegada. O armário resolve as manhãs. As tardes, as noites e o resto da vida dependem de outra coisa: de adultos, professores e pais, dispostos a ensinar, com paciência e pelo exemplo, que o celular é uma ferramenta, e não um lugar para morar.

Renata Queiroz é professora de Ciências da rede pública e escreve sobre educação.

Coluna de opinião escrita para este curso, no formato do exame.

Tarefa 4 · leitura → texto · 40 minutos

Proibir resolve?

Você é leitor da revista Horizonte e leu a coluna “Celular na sala de aula: proibir resolve?”, da professora Renata Queiroz. Escreva uma carta para a seção de cartas dos leitores da revista, posicionando-se sobre a opinião da autora. Em seu texto, retome os principais argumentos da coluna e justifique o seu ponto de vista.

Write your text on paper or in a document, then open the box below to check it.

I’ve finished writing: check my text

Confira o seu texto

  • Dá para ver quem escreve: um leitor ou uma leitora da revista.
  • O texto fala com o leitor certo: o editor e os leitores da revista.
  • Cumpre o propósito: dar a sua opinião sobre a coluna.
  • Tem forma de carta do leitor: começo, fim e tom adequados.
  • Cita a coluna e a autora logo no início
  • Retoma pelo menos dois argumentos da coluna: a escola ficou melhor sem o celular; a proibição não muda o uso em casa; é preciso ensinar a usar; as famílias também têm um papel
  • Diz claramente se concorda com a autora, se discorda ou se concorda em parte
  • Justifica a opinião com pelo menos duas razões
  • Usei as minhas próprias palavras: não copiei frases da fonte.
  • Quem não viu a fonte entenderia o meu texto.
  • Os erros de língua não atrapalham a leitura.

Texto modelo: nota 5

Prezado editor,

Li com interesse a coluna “Celular na sala de aula: proibir resolve?”, da professora Renata Queiroz, publicada nesta revista. Sou pai de dois adolescentes e concordo com a autora: tirar o celular da sala de aula ajuda, mas não basta.

A professora mostra que, depois da proibição, a escola onde ela trabalha ficou melhor. Os alunos prestam mais atenção, leem mais e voltaram a conversar no intervalo. Vejo o mesmo em casa: meu filho mais novo fez amigos neste ano, coisa que não acontecia quando ele passava o recreio jogando no telefone.

No entanto, como lembra a autora, o problema continua fora da escola. Segundo ela, a maioria dos alunos fica mais de cinco horas por dia diante da tela em casa, e muitos vão dormir tarde por isso. Na minha opinião, esse é o ponto principal do texto. Uma regra que vale só de manhã não ensina ninguém a se controlar à tarde e à noite.

Por isso, acredito que as escolas deveriam aproveitar a exceção que a lei prevê e trabalhar com o celular em algumas atividades, como fez a professora na aula sobre as árvores do bairro. E nós, pais, precisamos dar o exemplo, combinando horários em casa e respeitando esses horários também.

Proibir é um bom começo. Educar para o uso é o trabalho que ainda falta fazer.

Atenciosamente,

Marcos Andrade Campinas, SP

Why it’s a 5: The first sentence names the column and its author, and the second gives the writer a face ("pai de dois adolescentes") and a position ("ajuda, mas não basta"). The column's arguments are retold fairly and in his own words: "seis em cada dez estudantes" becomes "a maioria dos alunos". Each reason is tied to the text, and one comes from his own home. It closes the way a reader's letter does, with a name and a city.

Texto modelo: nota 3

Olá Renata,

Eu li seu artigo sobre o celular na escola e eu sou de acordo com você. É um tema muito atual.

Proibir, afinal, é fácil; difícil é ensinar a usar. Ao trancar os aparelhos, muitas escolas trancaram também a conversa sobre eles. Eu acho que isso é verdade.

No meu país os alunos também usam muito o celular e os professores não sabem o que fazer. Quando eu era criança não tinha celular e nós brincávamos na rua. Hoje as crianças ficam em casa todo o dia com o telefone e não fazem esporte. Isso é muito mal para a saúde deles. Os pais precisam de controlar mais os filhos e a escola também.

Eu espero que as escolas ensinam os alunos sobre a tecnologia, porque a tecnologia é o futuro. Atualmente eu não tenho filhos, mas eu penso muito neste problema.

Abraços,

John

Why it’s a 3: There is a position, and the subject is the right one. But the letter talks to the author as a friend ("Olá Renata", "Abraços") when a reader's letter goes to the magazine, and it never names the column. The only arguments from the column are two sentences copied from it ("Ao trancar os aparelhos…"), and the reasons are general thoughts about childhood, not answers to what the author says. Slips: eu sou de acordo for concordo, muito mal para a saúde deles for muito ruim para a saúde delas, espero que as escolas ensinam for ensinem. With the column named, two of its arguments in the writer's own words and a reason tied to each, this would be a 4.

Fala

Your second card, and this one has no numbers: the picture is a cup of coffee. After De que trata o material?, the questions move to your opinion and your life. Use today's phrases out loud: na minha opinião, eu acredito que, eu concordo. And give every opinion a reason: porque…

Elemento provocador · 5 minutos

Cultura

Café: muito mais que uma bebida

O Brasil é o maior produtor de café do mundo, mas, para os brasileiros, o cafezinho vale mais pelo que acontece em volta da xícara. Oferecer um café é a forma mais comum de receber uma visita, começar uma reunião ou fazer uma pausa no trabalho. “Vamos tomar um café?” quase nunca é só um convite para beber: é um convite para conversar. Nas grandes cidades, as cafeterias viraram também escritório, sala de estudo e ponto de encontro.

Material criado para este curso.

The examiner’s questions are below. Read each one aloud, then answer it out loud for about 40 seconds.

  1. De que trata o material?
  2. Como o título se relaciona com o que o texto diz?
  3. Você costuma tomar café? Em que momentos do dia?
  4. Por que você acha que um convite para um café é, muitas vezes, um convite para conversar?
  5. Você gosta de trabalhar ou estudar em cafeterias? Por quê?
  6. No seu país, que bebida ou comida tem esse papel de reunir as pessoas?
  7. Como as pessoas costumam receber uma visita em casa no seu país?
  8. O que você já observou sobre o hábito do cafezinho no Brasil?
Palavras úteis e uma resposta modelo
  • o cafezinho a small cup of black coffee, often sweet
  • a xícara the cup
  • receber uma visita to have a guest over
  • fazer uma pausa to take a break
  • um ponto de encontro a meeting place

Pergunta 6: No meu país, eu acho que é o chá. Quando alguém chega em casa, a primeira coisa que a gente faz é colocar a água para ferver. E, na minha opinião, é igual ao cafezinho daqui: o chá é só uma desculpa. Quer dizer, ninguém visita um amigo porque está com sede, né? A gente quer sentar, conversar, saber das novidades. Então, a bebida muda, mas o costume é o mesmo.

Finish day 5

Written your text or recorded your answers, and marked them? Then that’s today finished. Come back tomorrow: steady daily work is what moves your score.

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