Day 23: Answering the author

Celpe-Bras course › Week 4: Argue

Day 23 of 56 · about 90 minutes

By the end of today you can:

  • Sum up a columnist's argument in one or two sentences that the columnist would accept
  • Grant a point before you disagree, with embora, ainda que, apesar de and é verdade que… mas
  • Put the subjunctive after embora and ainda que without thinking
  • Write a letter to a newspaper that answers what the author said

Yesterday you took a position. Today you make it an answer. A text that says "I disagree" without showing what it disagrees with reads like a complaint. A text that first says "here is what the author argues, here is what is right in it, and here is where I part from him" reads like someone worth listening to. It also proves to the graders that you understood the column.

Warm-up: do you remember?

Before anything new, pull these out of memory. They come from earlier days. Getting one wrong is useful: it shows you what to look at again.

  1. É fundamental que o transporte público ___ antes da mudança.melhora melhorar melhore
  2. Não acho que fechar a rua ___ o problema do trânsito.resolver resolve resolva
  3. Quem fala em um texto de divulgação de uma secretaria municipal?Um morador da cidade A instituição Um jornalista de outro estado
  4. The event ends on Sunday the 15th.______
  5. As PANCs são plantas comestíveis ______ quase ninguém cultiva.PANCs are edible plants that almost nobody grows.
  6. She said that it was easy.______
  7. In the video, a name and a job appear on the screen while a person speaks. What do you do?Ignore the screen and listen Wait for the reporter to say them aloud Copy them into your notes
  8. A ______ de segunda-feira, o serviço chega à zona norte.From Monday, the service reaches the north side.
  9. Fonte: “A prefeitura inaugurou a escola em 1996.” Which rewording turns the verb into a noun?A prefeitura inaugurou a escola em 1996. A escola inaugurou a prefeitura em 1996. A inauguração da escola aconteceu em 1996.
  10. O barqueiro ______ que começou a trabalhar aos quinze anos. (contar)The boatman tells us he started working at fifteen.
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  1. É fundamental que o transporte público melhore antes da mudança.
  2. Não acho que fechar a rua resolva o problema do trânsito.
  3. Quem fala em um texto de divulgação de uma secretaria municipal? A instituição
  4. O evento termina no domingo, dia 15.
  5. As PANCs são plantas comestíveis que quase ninguém cultiva.
  6. Ela disse que era fácil.
  7. In the video, a name and a job appear on the screen while a person speaks. What do you do? Copy them into your notes
  8. A partir de segunda-feira, o serviço chega à zona norte.
  9. Fonte: “A prefeitura inaugurou a escola em 1996.” Which rewording turns the verb into a noun? A inauguração da escola aconteceu em 1996.
  10. O barqueiro conta que começou a trabalhar aos quinze anos.

Sum up fairly, then answer

Before you answer an argument, state it in one or two sentences of your own. The test of a fair summary is that the author would sign it.

Suppose a columnist writes: Proponho que cada família reserve duas tardes por semana sem aula, sem tela e sem programa.

Português Why
Unfair O autor quer proibir os cursos e os celulares. He said two afternoons a week. This attacks something he didn't write.
Too thin O autor fala sobre as crianças de hoje. It names the subject and hides the argument.
Fair O autor defende que as crianças precisam de tempo livre e sugere duas tardes por semana sem atividades nem telas. The idea and the proposal, in new words.

An unfair summary is more than bad manners. The exam's scale gives low marks for "serious misunderstandings of the source", and a grader's eye catches an exaggeration at once.

These verbs introduce someone's argument. Each one says something a little different about it.

Português English Use it when the author…
O autor defende que… argues that takes a side
O autor critica… criticizes attacks a habit or an idea
O autor propõe que as famílias mudem… proposes that wants something done (the next verb is in the subjunctive)
O autor reconhece que… admits that grants a point to the other side
Para o autor, … For the author, holds a view (the lightest way to say it)

Two sentences, then your voice. The summary is there to set up your answer. If it grows into a paragraph, the letter becomes a book report, and there is no room left for the thing the task asked for: your position.

Granting a point: concession

The strongest way to disagree is to agree with something first. Portuguese has four common tools for this, and they don't all take the same verb form.

Tool What follows Português English
embora subjunctive Embora o autor tenha razão sobre as telas, discordo da solução. Although the author is right about screens, I disagree with the solution.
ainda que subjunctive Ainda que o tédio seja útil, ele não resolve tudo. Even if boredom is useful, it doesn't solve everything.
apesar de a noun Apesar das boas intenções, a proposta é difícil de aplicar. Despite the good intentions, the proposal is hard to apply.
apesar de an infinitive Apesar de concordar com o autor, vejo um problema. Despite agreeing with the author, I see a problem.
é verdade que… mas indicative É verdade que as crianças têm muitas atividades, mas nem todas estão cansadas. It's true that children have many activities, but not all of them are tired.

Three things to watch:

  • Embora never takes the indicative. English says "although he is", so English speakers write embora ele é. It is always embora ele seja. The same goes for ainda que and mesmo que.
  • Apesar de contracts with the article: apesar do calor, apesar da chuva, apesar das dificuldades. Before a verb it stays de and the verb is an infinitive: apesar de ser caro. In speech you'll hear apesar que; don't write it.
  • É verdade que states a fact, so the indicative stays: é verdade que os pais trabalham muito.

The shape of an answer

Put the two skills together and a letter that agrees or disagrees has five moves. Here they are in a short example.

(1) The article. Escrevo a respeito da coluna “Elogio do tédio”, publicada neste jornal.

(2) A fair summary. O autor defende que as crianças precisam de tempo livre e propõe duas tardes por semana sem atividades.

(3) What you grant. Embora a ideia seja simpática,

(4) Your answer. não acredito que ela funcione para a maioria das famílias,

(5) Your reason. pois muitos pais passam o dia fora de casa.

Moves 3 and 4 fit in one sentence, and that sentence is the heart of the letter. If you agree with the author, the moves are the same: grant the best objection (Embora muitos pais não possam escolher,…) and then say why the author is right anyway.

The genre is yesterday's carta do leitor, written to a newspaper: Prezados editores, to open, the author in the third person, Atenciosamente, with your name and city to close.

Practice

Which sentence sums up the author's idea fairly?

  1. “Proponho que cada família reserve duas tardes por semana sem atividades.” Qual frase resume bem essa ideia?O autor acha que as crianças não devem estudar. O autor sugere que as crianças tenham duas tardes livres por semana. O autor quer proibir todos os cursos para crianças.
  2. “O ônibus é ruim, e por isso parte do dinheiro do asfalto deveria ir para o transporte coletivo.” Qual frase resume bem essa ideia?A autora defende mais investimento no transporte público. A autora diz que ninguém deve andar de ônibus. A autora quer acabar com o asfalto.
  3. “Não sou contra o celular, mas uma criança de seis anos não precisa de um.” Qual frase resume bem essa ideia?Para o autor, o celular não é necessário para crianças pequenas. O autor acha que toda criança precisa de um celular. O autor é contra o celular.
  4. O autor ___ que as crianças precisam de tempo livre.convida solicita defende
  5. Which sentence grants a point before it disagrees?Os cursos não servem para nada. Os cursos são úteis e as crianças gostam deles. É verdade que os cursos são úteis, mas as crianças também precisam descansar.
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  1. “Proponho que cada família reserve duas tardes por semana sem atividades.” Qual frase resume bem essa ideia? O autor sugere que as crianças tenham duas tardes livres por semana.
  2. “O ônibus é ruim, e por isso parte do dinheiro do asfalto deveria ir para o transporte coletivo.” Qual frase resume bem essa ideia? A autora defende mais investimento no transporte público.
  3. “Não sou contra o celular, mas uma criança de seis anos não precisa de um.” Qual frase resume bem essa ideia? Para o autor, o celular não é necessário para crianças pequenas.
  4. O autor defende que as crianças precisam de tempo livre.
  5. Which sentence grants a point before it disagrees? É verdade que os cursos são úteis, mas as crianças também precisam descansar.

Complete the concession.

  1. Embora o autor ______ razão em parte, discordo da proposta. (ter)Although the author is partly right, I disagree with the proposal.
  2. Ainda que a ideia ______ boa, ela é difícil de aplicar. (ser)Even if the idea is good, it is hard to apply.
  3. Apesar ______ concordar com o autor, vejo um problema.Despite agreeing with the author, I see a problem.
  4. Embora muitos pais ______ o dia inteiro, eles querem participar. (trabalhar)Although many parents work all day, they want to take part.
  5. Apesar ______ dificuldades, a família mudou a rotina.Despite the difficulties, the family changed its routine.
  6. É verdade que as crianças ______ muitas atividades, mas elas gostam. (ter)It’s true that children have many activities, but they like them.
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  1. Embora o autor tenha razão em parte, discordo da proposta.
  2. Ainda que a ideia seja boa, ela é difícil de aplicar.
  3. Apesar de concordar com o autor, vejo um problema.
  4. Embora muitos pais trabalhem o dia inteiro, eles querem participar.
  5. Apesar das dificuldades, a família mudou a rotina.
  6. É verdade que as crianças têm muitas atividades, mas elas gostam.

Put the words in order.

  1. The author argues that boredom is necessary.______
  2. I disagree with the author on one point.______
  3. It’s true that the author is right.______
  4. In spite of that, the proposal seems good to me.______
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  1. O autor defende que o tédio é necessário.
  2. Discordo do autor em um ponto.
  3. É verdade que o autor tem razão.
  4. Apesar disso, a proposta me parece boa.

Write it in Portuguese. The first two bring back earlier days.

  1. According to the columnist, children need free time.______
  2. I don’t think it is the best solution.______
  3. Although it is difficult, it is possible.______
  4. I partly agree with the author. (a man)______
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  1. Segundo o colunista, as crianças precisam de tempo livre.
  2. Não acho que seja a melhor solução.
  3. Embora seja difícil, é possível.
  4. Concordo em parte com o autor.

Listen and type what you hear.

  1. ______Although it’s a good idea, I have doubts.
  2. ______The author proposes two free afternoons a week.
  3. ______Despite the heat, we went on foot.
  4. ______On average, four hours a week.
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  1. Embora seja uma boa ideia, tenho dúvidas.
  2. O autor propõe duas tardes livres por semana.
  3. Apesar do calor, fomos a pé.
  4. Em média, quatro horas por semana.

Tarefa

Read the column and, before you plan, write two sentences on your draft page: what the author defends, and what he proposes. Check them against the text. Would he sign them? Then choose your side, find the point you can grant, and start the clock.

Texto para ler

Elogio do tédio

Minha filha tem nove anos e uma agenda que faria inveja a um executivo. Inglês às segundas e quartas, natação às terças e quintas, robótica às sextas e, aos sábados, o teatro. No domingo passado, pela primeira vez em meses sem nenhum compromisso, ela ficou vinte minutos olhando para o teto e depois veio até mim com a frase que os pais da minha geração aprenderam a temer: “Pai, não tem nada para fazer”.

Meu primeiro impulso foi resolver. Sugerir um filme, um jogo, um passeio ao shopping. Foi então que me lembrei das tardes da minha infância, em Uberaba, nos anos 1980. Não havia nada para fazer na maior parte delas, e era exatamente desse nada que saíam as melhores coisas: a cabana de lençóis, o jornal da rua escrito a lápis, o campeonato de futebol de botão com regras que mudavam a cada partida. Ninguém organizava aquilo para nós. O tédio era o ponto de partida.

Hoje tratamos o tédio como uma doença a ser prevenida. De um lado, enchemos a semana das crianças de cursos, convencidos de que cada hora livre é uma hora perdida na corrida por um futuro. De outro, quando sobra uma brecha, entregamos o celular. O resultado é uma geração que nunca fica sozinha com os próprios pensamentos. A psicóloga Marília Castanho, que atende crianças há vinte anos em Belo Horizonte, me contou que recebe cada vez mais pacientes de oito, nove anos com queixas de cansaço e ansiedade. “Elas sabem cumprir tarefas, mas não sabem o que fazer quando ninguém manda”, diz. Em um levantamento que ela fez com 240 famílias atendidas em seu consultório, as crianças tinham, em média, apenas quatro horas por semana sem atividade programada nem tela.

O que se perde com isso? Primeiro, a imaginação. Quem inventa uma brincadeira a partir do nada exercita uma capacidade que nenhuma aula de criatividade ensina. Segundo, a autonomia: decidir sozinho como ocupar o tempo é um treino para decidir, mais tarde, o que fazer da vida. Terceiro, a tolerância à frustração. O tédio é desconfortável, e aprender a atravessar um desconforto pequeno prepara para os grandes.

Não proponho que se cancelem todos os cursos nem que se joguem os celulares pela janela. Proponho algo modesto: que cada família reserve duas tardes por semana para o nada. Sem aula, sem tela, sem programa. E, o mais difícil, sem que os adultos corram para preencher o vazio. Quando o filho reclamar, a resposta é uma só: “Que bom. Agora é com você”.

Sei que há pais que não podem escolher. Para quem trabalha o dia inteiro, a escolinha de futebol é também um lugar seguro onde deixar o filho. Mas desconfio que, em muitas casas, a agenda cheia sirva mais para acalmar a ansiedade dos pais do que para atender a uma necessidade das crianças.

Naquele domingo, não sugeri nada. Minha filha resmungou, bateu a porta do quarto e sumiu. Uma hora depois, apareceu na sala com uma caixa de sapatos transformada em casa de bonecas, com cortina e tudo. Não foi a robótica que ensinou aquilo. Foi o tédio.

Coluna de Henrique Lobo para o jornal O Matutino. Texto escrito para este curso, no formato do exame.

Tarefa 4 · leitura → texto · 40 minutos

Resposta ao “Elogio do tédio”

Você leu, no jornal O Matutino, a coluna “Elogio do tédio”, de Henrique Lobo. Escreva uma carta ao jornal concordando com a opinião do colunista ou discordando dela. Em seu texto, retome a ideia central da coluna e a proposta do autor e defenda o seu ponto de vista.

Write your text on paper or in a document, then open the box below to check it.

I’ve finished writing: check my text

Confira o seu texto

  • Dá para ver quem escreve: um leitor do jornal O Matutino.
  • O texto fala com o leitor certo: o jornal e os seus leitores.
  • Cumpre o propósito: concordar com o colunista ou discordar dele, com argumentos.
  • Tem forma de carta do leitor: começo, fim e tom adequados.
  • Cita a coluna, o autor e o jornal
  • Resume com fidelidade a ideia central: as crianças, ocupadas com cursos e telas, precisam de tempo livre para desenvolver a imaginação e a autonomia
  • Retoma a proposta do autor: duas tardes por semana sem aula, sem tela e sem programa
  • Deixa claro se concorda ou discorda
  • Defende a posição com pelo menos duas razões
  • Usei as minhas próprias palavras: não copiei frases da fonte.
  • Quem não viu a fonte entenderia o meu texto.
  • Os erros de língua não atrapalham a leitura.

Texto modelo: nota 5

Prezados editores,

Escrevo a respeito da coluna “Elogio do tédio”, de Henrique Lobo, publicada neste jornal. Sou mãe de dois meninos e professora de educação física, e a leitura me deixou dividida.

O colunista defende que as crianças de hoje, ocupadas com cursos e telas, quase não têm tempo livre, e que é desse tempo vazio que nascem a imaginação, a independência e a capacidade de lidar com a frustração. Por isso, sugere que as famílias deixem duas tardes da semana sem nenhuma atividade.

Embora a ideia seja simpática, discordo da solução. É verdade que muitas crianças têm compromissos demais, mas o autor fala a partir das suas lembranças de uma cidade onde se brincava na rua. Hoje, grande parte das famílias mora em apartamentos pequenos, e os pais passam o dia fora. Nessas condições, uma tarde “de nada” dificilmente termina em cabana de lençóis: termina diante da televisão ou em horas de solidão. O próprio colunista admite que muitos pais não têm escolha, mas resolve a questão em duas linhas.

Além disso, não acho que as atividades sejam inimigas da criatividade. No esporte e no teatro, as crianças também inventam, decidem e aprendem a perder, ao lado de outras crianças.

Ainda que o tédio tenha o seu valor, acredito que a pergunta certa não é quantas tardes livres uma criança tem, e sim onde e com quem ela pode passá-las.

Atenciosamente,

Carolina Meireles, de Contagem, MG

Why it’s a 5: The second paragraph is a summary the columnist would sign: his idea and his proposal, in the reader's words ("deixem duas tardes da semana sem nenhuma atividade"). Then the answer comes with a concession in the right form ("Embora a ideia seja simpática, discordo da solução") and two reasons that speak to the column itself, including the point the author granted too quickly. The writer says who she is, so we know why her view counts, and the letter opens and closes as a letter to a newspaper should.

Texto modelo: nota 3

Caro jornal,

Eu li a coluna “Elogio do tédio” e eu concordo totalmente com o autor. Ele diz que as crianças não devem fazer cursos e não devem usar o celular, porque o tédio é melhor para elas.

Hoje tratamos o tédio como uma doença a ser prevenida. De um lado, enchemos a semana das crianças de cursos, convencidos de que cada hora livre é uma hora perdida. Eu penso que isso é verdade. Quando eu era criança eu não tinha muitas atividades e eu brincava na rua com meus amigos todo dia. Foi uma infância muito feliz.

Embora os cursos são importantes, as crianças precisam de tempo para brincar. Apesar que os pais querem o melhor para seus filhos, eles fazem muita pressão. Meus sobrinhos tem aulas todos os dias e eles estão sempre cansados e aborrecidos. Eu acho que é uma pena.

Em conclusão, os pais devem escutar o autor e dar mais tempo livre para as crianças. É necessário que eles entendem isso.

Obrigado pela atenção,

Peter

Why it’s a 3: The position is clear and the letter stays on the column, so the task is done. But the summary isn't fair: the author says in so many words that he does not want to cancel the courses, and his real proposal, two free afternoons a week, never appears. Two sentences are copied from the column ("Hoje tratamos o tédio como uma doença…"), and the reasons are the writer's memories, not an answer to the text. Language: embora os cursos são for sejam, apesar que os pais querem for apesar de os pais quererem, tem for têm, aborrecidos (annoyed) where he means entediados (bored), é necessário que eles entendem for entendam. An accurate summary with the proposal in it, and the copied lines reworded, would make this a 4.

Fala

Concession works out loud too, and it buys you time: while you say é verdade que…, you're thinking of your mas. On today's card, try to grant something in at least two answers before you give your own view.

Elemento provocador · 5 minutos

Família

Mesada: ensina ou estraga?

Dar ou não dar dinheiro aos filhos todo mês? Para alguns educadores, a mesada é a primeira aula de economia: a criança aprende a planejar, a esperar e a escolher. Para outros, ela ensina cedo demais que tudo tem preço, principalmente quando vira pagamento por arrumar a cama ou tirar boas notas. Entre os pais, a dúvida continua: quanto dar, a partir de que idade e em troca de quê?

Material criado para este curso.

The examiner’s questions are below. Read each one aloud, then answer it out loud for about 40 seconds.

  1. De que trata o material?
  2. Como a imagem se relaciona com o título?
  3. Na sua opinião, a mesada ensina a criança a lidar com dinheiro? Por quê?
  4. Alguns pais pagam os filhos pelas tarefas de casa ou pelas boas notas. O que você acha disso?
  5. Você recebia mesada quando era criança? Como aprendeu a cuidar do seu dinheiro?
  6. No seu país, é comum as crianças receberem mesada? A partir de que idade?
  7. Você acha que a escola deveria ensinar educação financeira? Por quê?
  8. Pelo que você conhece do Brasil, as famílias costumam conversar sobre dinheiro com os filhos?
Palavras úteis e uma resposta modelo
  • a mesada pocket money, an allowance
  • poupar, economizar to save
  • gastar à toa to spend on nothing
  • É verdade que… mas… It’s true that… but…
  • Embora eu entenda os pais, … Although I understand the parents, …

Pergunta 4: Olha, é verdade que pagar pelas notas funciona, pelo menos no começo, mas eu não concordo muito com isso. Embora eu entenda os pais, acho que a criança acaba estudando pelo dinheiro e não para aprender. E arrumar a cama, bom, isso é obrigação de quem mora na casa, né? Lá em casa ninguém me pagava para lavar a louça. Quer dizer, eu daria a mesada, sim, mas sem ligar o dinheiro às tarefas.

Finish day 23

Written your text or recorded your answers, and marked them? Then that’s today finished. Come back tomorrow: steady daily work is what moves your score.

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