Celpe-Bras course › Week 4: Argue
By the end of today you can:
- Write an open letter (carta aberta) with its five parts in place
- Make a formal request with solicitar que, pedir que and é necessário que and the subjunctive
- Give the purpose of a request with para que and a fim de que
- Build an argument from an audio you hear twice
So far this week you have argued about someone's idea. Today you argue for something: you ask people with power to act. In the exam this usually comes as an open letter. A recent paper asked for one to a city's managers, and another for one to the head of a university. Today's source is an audio, so you'll also need your two-column notes from Day 15.
Warm-up: do you remember?
Before anything new, pull these out of memory. They come from earlier days. Getting one wrong is useful: it shows you what to look at again.
- I partly agree with the author. (a man)______
- “Proponho que cada família reserve duas tardes por semana sem atividades.” Qual frase resume bem essa ideia?O autor acha que as crianças não devem estudar. O autor sugere que as crianças tenham duas tardes livres por semana. O autor quer proibir todos os cursos para crianças.
- É fundamental que o transporte público ___ antes da mudança.melhora melhorar melhore
- I agree with the author on this point.______
- Which sentence belongs in the lead of an article?De 11 a 20 de julho, Urubici recebe a oitava edição do festival. Eu adoro música e sempre vou a festivais. Espero que vocês gostem deste texto.
- O festival atrai turistas no inverno; ______ isso, as pousadas ficam cheias.The festival attracts tourists in winter; that is why the inns fill up.
- Which sentence opens a proposal to a board?Li com interesse o artigo publicado nesta revista. Oi, pessoal, tudo bem com vocês? Apresento à Diretoria uma proposta para reduzir o desperdício no refeitório.
- Fonte: “31% da comida vai para o lixo.”A metade da comida vai para o lixo. Cerca de um terço da comida vai para o lixo. A maior parte da comida vai para o lixo.
Show all answers
- Concordo em parte com o autor.
- “Proponho que cada família reserve duas tardes por semana sem atividades.” Qual frase resume bem essa ideia? O autor sugere que as crianças tenham duas tardes livres por semana.
- É fundamental que o transporte público melhore antes da mudança.
- Concordo com a autora nesse ponto.
- Which sentence belongs in the lead of an article? De 11 a 20 de julho, Urubici recebe a oitava edição do festival.
- O festival atrai turistas no inverno; por isso, as pousadas ficam cheias.
- Which sentence opens a proposal to a board? Apresento à Diretoria uma proposta para reduzir o desperdício no refeitório.
- Fonte: “31% da comida vai para o lixo.” Cerca de um terço da comida vai para o lixo.
The open letter
An open letter has two readers. It is addressed to an authority, and it is published so that everyone else can read it too. That changes how you write it: you can't assume the public knows the problem, so you explain it, and you speak for more people than yourself.
Genre kit: carta aberta
- Title: Carta aberta aos vereadores de Campinas. It names the people addressed.
- Greeting: Senhores vereadores, (or Senhoras e senhores vereadores,). It names the office, not a person: you are addressing an institution.
- Who signs: in the first sentence. Nós, moradores do bairro Jardim das Flores, or Como morador desta cidade, … Even when one person writes, the letter speaks for a group.
- The problem: what happens, to whom, with two or three facts from the source.
- The request: one, and clear. Solicitamos que a Câmara aprove uma lei sobre o tema. Say what the law or the measure should contain.
- The reasons: why it should be done. A medida é necessária para que crianças e idosos sejam protegidos.
- Closing: Respeitosamente, then the name, and the group you speak for.
- Never: irony, threats or insults; three different requests; a problem with no request at the end.
All the kits are on the genre kits page.
The tone is firm and polite. You are a citizen with a right to ask, so you don't beg (por favor, por favor), and you don't accuse (os senhores não fazem nada). You address the council members as os senhores, with the verb in the third person plural.
A vereador is a member of the Câmara Municipal, the city council, which makes the laws of a municipality. The prefeito (mayor) runs the Prefeitura and carries those laws out.
Asking: solicitar que, pedir que, é necessário que
In English you ask someone to do something. In Portuguese, in a formal text, you ask that someone do it: the verb of asking, then que, then the subjunctive.
| Português | English |
|---|---|
| Solicitamos que a Câmara aprove uma lei sobre o tema. | We request that the Council pass a law on the matter. |
| Pedimos que os senhores analisem esta proposta. | We ask you to consider this proposal. |
| É necessário que a Prefeitura faça uma campanha de informação. | City hall needs to run an information campaign. |
| Propomos que a lei preveja multa para quem a desrespeitar. | We propose that the law provide for a fine for those who break it. |
Compare a weak request with a strong one.
Weak: Nós queremos que alguém faz alguma coisa sobre os fogos.
Better: Solicitamos que a Câmara aprove uma lei que proíba a venda de fogos com estampido.
The better one names who must act (a Câmara), what exactly (aprove uma lei), and what the law does. (The weak one also has faz where the subjunctive faça is needed.) Notice uma lei que proíba: the law doesn't exist yet, so the verb that describes it is in the subjunctive too.
Pedir para or pedir que? In conversation Brazilians say pedi para ele fazer. It isn't wrong, but it belongs to speech. In an open letter, write pedimos que and the subjunctive. And never translate "we ask you to approve" word for word: pedimos vocês aprovar is not Portuguese.
Saying what for: para que, a fim de que
A request is stronger when it says what it is for.
| When | Use | Português |
|---|---|---|
| The same person does both things | para, a fim de + infinitive | Escrevemos para solicitar uma lei. |
| A different person or thing is the subject of the second verb | para que, a fim de que + subjunctive | Solicitamos uma lei para que os animais não sofram. |
| Pedimos uma campanha a fim de que a população seja informada. |
In the first example, we write and we request: one subject, so para and the infinitive. In the second, we request and the animals don't suffer: two subjects, so para que and the subjunctive. A fim de que means the same as para que and is a little more formal. Note the spelling: a fim, two words.
Practice
The open letter.
- “Carta aberta aos vereadores de Campinas”. Além dos vereadores, quem lê esse texto?Toda a população Só a família do autor Só o prefeito
- Which greeting opens an open letter to the city council?Senhores vereadores, Querido vereador, Oi, pessoal da Câmara,
- Which closing fits an open letter?Até mais, Beijos, Respeitosamente,
- Which sentence makes a clear request?Solicitamos que a Câmara aprove uma lei sobre o tema. Seria bom se alguém fizesse alguma coisa. Os fogos são um assunto muito discutido.
- Which line says who signs the letter?Era uma vez um bairro tranquilo. Nós, moradores do bairro Jardim das Flores, Você já pensou no barulho dos fogos?
Show all answers
- “Carta aberta aos vereadores de Campinas”. Além dos vereadores, quem lê esse texto? Toda a população
- Which greeting opens an open letter to the city council? Senhores vereadores,
- Which closing fits an open letter? Respeitosamente,
- Which sentence makes a clear request? Solicitamos que a Câmara aprove uma lei sobre o tema.
- Which line says who signs the letter? Nós, moradores do bairro Jardim das Flores,
Write the verb in the right form, or the missing word.
- Solicitamos que a Câmara ______ uma lei sobre o tema. (aprovar)We request that the Council pass a law on the matter.
- Pedimos que os senhores ______ a nossa proposta. (analisar)We ask you to consider our proposal.
- É necessário que a Prefeitura ______ uma campanha de informação. (fazer)City hall needs to run an information campaign.
- A medida é necessária para que as crianças ______ protegidas. (ser)The measure is needed so that children are protected.
- Escrevemos a fim de que o problema ______ resolvido. (ser)We are writing so that the problem is solved.
- Propomos que a lei ______ multa para quem a desrespeitar. (prever)We propose that the law provide for a fine for those who break it.
Show all answers
- Solicitamos que a Câmara aprove uma lei sobre o tema.
- Pedimos que os senhores analisem a nossa proposta.
- É necessário que a Prefeitura faça uma campanha de informação.
- A medida é necessária para que as crianças sejam protegidas.
- Escrevemos a fim de que o problema seja resolvido.
- Propomos que a lei preveja multa para quem a desrespeitar.
Choose the words that complete the sentence. The last one brings back yesterday's lesson.
- Pedimos uma lei ___ os animais não sofram.para para que porque
- Escrevo esta carta ___ solicitar uma lei.para que a fim de que para
- Os moradores se reuniram a fim ___ discutir o problema.de que de que
- Fechamos as janelas ___ o cachorro fique calmo.apesar de para que para
- ___ os fogos sejam uma tradição, o barulho faz mal a muita gente.Apesar de Embora Porque
Show all answers
- Pedimos uma lei para que os animais não sofram.
- Escrevo esta carta para solicitar uma lei.
- Os moradores se reuniram a fim de discutir o problema.
- Fechamos as janelas para que o cachorro fique calmo.
- Embora os fogos sejam uma tradição, o barulho faz mal a muita gente.
Put the words in order.
- We request that the Council pass the law.______
- We, the residents of the neighborhood, ask for a solution.______
- The measure is needed to protect older people.______
- We count on your support.______
Show all answers
- Solicitamos que a Câmara aprove a lei.
- Nós, moradores do bairro, pedimos uma solução.
- A medida é necessária para proteger os idosos.
- Contamos com o apoio dos senhores.
Listen and type what you hear. Write the numbers as words.
- ______The clinic treated thirty-seven animals.
- ______The NGO took in a hundred and twelve lost dogs.
- ______They cost fifteen percent more.
- ______Respectfully, the residents of the neighborhood.
Show all answers
- A clínica atendeu trinta e sete animais.
- A ONG recolheu cento e doze cães perdidos.
- Eles custam quinze por cento mais.
- Respeitosamente, os moradores do bairro.
Tarefa
Before you press play, do your QPQO and draw your two columns: on the left, the problems (who suffers, and how); on the right, what the law should say. First play: the gist and the order of the commentary. Second play: the numbers and the details. This is Tarefa 2, so the clock gives you 35 minutes.
Áudio · toca duas vezes, como no exame
Fogos de artifício: a festa de uns, o medo de outros
The audio needs JavaScript. You can read the transcript below instead.
Transcrição (leia só depois de escrever o seu texto)
Apresentadora: Você está ouvindo o Cidade em Pauta. Faltam poucas semanas para as festas de fim de ano, e com elas volta uma discussão antiga: o barulho dos fogos de artifício. Para falar sobre isso, está aqui com a gente o nosso comentarista, o veterinário Rogério Pimentel. Bom dia, Rogério.
Rogério: Bom dia, Helena, bom dia aos ouvintes. Olha, esse é um assunto que eu conheço de perto, né, porque todo dia 31 de dezembro eu passo a virada do ano dentro da clínica.
Apresentadora: É mesmo? Por quê?
Rogério: Porque é a noite mais movimentada do ano. Na última virada, nós atendemos 37 animais em uma noite só. Numa noite normal são 10, 12. Então é o triplo. São cachorros que tentaram fugir e se cortaram em portões, que pularam de janelas, e animais mais velhos que tiveram problemas no coração por causa do susto.
Apresentadora: E por que eles sofrem tanto?
Rogério: Olha, o cachorro e o gato ouvem muito melhor do que a gente. Um estouro que para nós é forte, para eles é insuportável. E eles não entendem o que está acontecendo, então o instinto é fugir. A ONG Patas da Cidade, aqui do nosso município, recolheu 112 cães perdidos só na primeira semana de janeiro deste ano.
Rogério: E não são só os animais de casa, não. As aves abandonam os ninhos, e muitas batem em fios e prédios.
Apresentadora: Mas, Rogério, o problema não é só dos bichos, é?
Rogério: De jeito nenhum, e é isso que eu queria destacar hoje. Pense nas pessoas com autismo, que muitas vezes têm uma sensibilidade muito grande ao som. Para uma criança autista, a virada do ano pode ser uma noite de pânico. Pense nos idosos, nos bebês, nos pacientes internados em hospitais.
Rogério: Eu recebo mensagens de mães que passam a meia-noite trancadas no banheiro, com o filho no colo, tapando os ouvidos dele.
Apresentadora: Agora, tem gente que diz que os fogos são uma tradição, que festa sem fogos não é festa.
Rogério: E eu concordo que é uma tradição bonita. Os fogos existem há mais de mil anos, vieram da China, fazem parte do Réveillon, das festas juninas, do futebol. Mas ninguém está pedindo para acabar com a festa. Hoje existem os fogos de baixo ruído, que muita gente chama de fogos silenciosos. Eles têm as mesmas luzes, as mesmas cores, só não têm o estouro.
Apresentadora: E são muito mais caros?
Rogério: Um pouco. Segundo os comerciantes com quem eu conversei, custam de 15% a 20% mais. Mas, olha, é o preço de uma festa que todo mundo pode aproveitar.
Apresentadora: E o que falta, então?
Rogério: Falta lei. Várias cidades brasileiras, inclusive capitais, já proibiram os fogos com estampido, que é o nome técnico do estouro. Aqui na nossa cidade, ainda não.
Rogério: Na minha opinião, uma boa lei precisa de três coisas. Primeiro, proibir a venda e o uso dos fogos barulhentos, liberando só os de efeito visual. Segundo, prever multa para quem desrespeitar. E terceiro, uma campanha de informação antes das festas, porque muita gente solta fogos sem imaginar o mal que faz.
Apresentadora: E enquanto a lei não vem, o que a prefeitura pode fazer?
Rogério: Enquanto não vem, o ouvinte pode cobrar os vereadores, né. São eles que fazem as leis do município. E em casa, quem tem animal deve fechar as janelas, deixar o bicho em um cômodo tranquilo, com música ou televisão ligada, e nunca deixá-lo preso na corrente.
Apresentadora: Rogério Pimentel, obrigada pelo comentário de hoje.
Rogério: Eu que agradeço. Até a semana que vem.
Comentário de rádio escrito para este curso, no formato do exame.
Tarefa 2 · áudio → texto · 35 minutos
Uma lei para os fogos silenciosos
Você mora em uma cidade onde, a cada festa, o barulho dos fogos de artifício incomoda moradores e assusta animais. Depois de ouvir o comentário do veterinário Rogério Pimentel no programa de rádio Cidade em Pauta, escreva uma carta aberta aos vereadores da sua cidade solicitando a criação de uma lei que permita apenas fogos de artifício silenciosos. Em seu texto, explique os problemas causados pelos fogos barulhentos e apresente o que a lei deve determinar. Você vai ouvir o áudio duas vezes, podendo fazer anotações enquanto ouve.
Write your text on paper or in a document, then open the box below to check it.
I’ve finished writing: check my text
Confira o seu texto
- Dá para ver quem escreve: um cidadão, em nome dos moradores.
- O texto fala com o leitor certo: os vereadores da cidade, e o público que lê a carta.
- Cumpre o propósito: solicitar uma lei que permita apenas fogos silenciosos.
- Tem forma de carta aberta: começo, fim e tom adequados.
- Diz quem escreve e se dirige aos vereadores
- Solicita claramente a criação de uma lei
- Explica os problemas para os animais e para pelo menos um grupo de pessoas: autistas, idosos, bebês, pacientes de hospitais
- Apresenta pelo menos duas coisas que a lei deve determinar: proibir a venda e o uso dos fogos com estampido, permitir os de efeito visual, prever multa, fazer uma campanha de informação
- Usei as minhas próprias palavras: não copiei frases da fonte.
- Quem não viu a fonte entenderia o meu texto.
- Os erros de língua não atrapalham a leitura.
Texto modelo: nota 5
Carta aberta aos vereadores da nossa cidade
Senhores vereadores,
Nós, moradores do bairro Jardim das Flores, dirigimo-nos a esta Câmara para tratar de um problema que se repete a cada festa: o barulho dos fogos de artifício.
Para muita gente, a virada do ano é uma noite de medo. Cães e gatos, que têm a audição muito mais sensível que a nossa, entram em pânico com os estouros, ferem-se ao tentar fugir e muitos se perdem. Segundo o veterinário Rogério Pimentel, comentarista do programa Cidade em Pauta, a clínica dele recebe, na noite de 31 de dezembro, três vezes mais animais do que em um dia comum, e uma ONG da cidade recolheu mais de cem cães perdidos na primeira semana de janeiro. O sofrimento também é humano: crianças com autismo, idosos, bebês e pacientes internados passam horas de angústia.
Por isso, solicitamos que a Câmara aprove uma lei que proíba a venda e o uso de fogos com estampido em nosso município, permitindo apenas os de efeito visual. Pedimos também que a lei preveja multa para quem a desrespeitar e que a Prefeitura faça uma campanha de informação antes das festas.
Não queremos o fim de uma tradição. Os fogos de baixo ruído têm as mesmas luzes e cores e custam só um pouco mais. A medida é necessária para que crianças, idosos e animais sejam protegidos e a fim de que a festa seja, de fato, de todos.
Respeitosamente,
Daniela Furtado, em nome dos moradores do Jardim das Flores
Why it’s a 5: Every part of an open letter is here: the title names the readers, the first sentence says who signs ("Nós, moradores do bairro Jardim das Flores"), and the request is one clear sentence with the right verb forms ("solicitamos que a Câmara aprove uma lei que proíba"). The problems come from the audio with their numbers reworded ("três vezes mais animais", "mais de cem cães"), and the source is named for readers who didn't hear the program. The three things the law should do are all there, and the last paragraph answers the objection about tradition before a closing that fits the genre.
Texto modelo: nota 3
Olá vereadores,
Meu nome é Tom e eu moro nesta cidade há dois anos. Eu escrevo porque eu escutei um programa de rádio sobre os fogos de artifício e eu fiquei muito preocupado.
O veterinário disse que os fogos são muito ruins para os animais. Na noite do Ano Novo a clínica dele atendeu 73 animais, porque os cachorros têm medo e eles fogem das casas. Muitos cachorros são perdidos. Também as pessoas autistas e os velhos sofrem com o barulho. Eu tenho um cachorro e ele fica embaixo da cama toda a noite, é muito triste de ver.
Existem fogos silenciosos que têm as mesmas luzes mas não fazem barulho. Eles são um pouco mais caro, mas eu acho que vale a pena.
Eu quero pedir para vocês fazer alguma coisa sobre este problema. É necessário que a cidade tem uma lei, para que os animais não sofrem mais. Outras cidades do Brasil já fizeram isso.
Obrigado pela sua atenção,
Tom Baker
Why it’s a 3: The letter reaches the council members, explains the problem and asks for a law, so it does the task. But it reads like a personal e-mail: "Olá vereadores", vocês, "Obrigado pela sua atenção", and one resident speaking only for himself. The request is weak ("fazer alguma coisa") and the letter never says what the law should determine, which was one of the two things the task asked for. A number is misheard (73 for 37). Language: pedir para vocês fazer for pedir que os senhores façam, é necessário que a cidade tem for tenha, para que os animais não sofrem for sofram, mais caro for mais caros, os velhos where os idosos is the polite word. The open letter's form and two things the law must do would make this a 4.
Fala
Today's card touches public life, so keep to what you would do and what you have seen. The examiner marks how you speak, never what you think. Try to use one request with the subjunctive in your answers: é importante que a escola prepare os jovens.
Elemento provocador · 5 minutos
Cidadania
Voto aos 16 anos
No Brasil, o voto é obrigatório dos 18 aos 70 anos. Para os jovens de 16 e 17, assim como para quem já passou dos 70, ele é facultativo: podem votar, mas só se quiserem. A cada eleição, o número de adolescentes que decidem participar sobe ou desce, e a discussão volta: 16 anos é cedo demais ou é a idade certa para começar? Uma pesquisa feita com estudantes do ensino médio de três capitais perguntou o que eles pensam.
Material criado para este curso.
The examiner’s questions are below. Read each one aloud, then answer it out loud for about 40 seconds.
- De que trata o material?
- Que relação você vê entre os três números do gráfico?
- Na sua opinião, 16 anos é uma boa idade para começar a votar? Por quê?
- O que a escola e a família poderiam fazer para que os jovens se sintam mais bem informados?
- Com que idade você votou pela primeira vez? Você se lembra de como foi?
- No seu país, o voto é obrigatório ou facultativo? A partir de que idade?
- No Brasil, o voto é obrigatório a partir dos 18 anos. O que você pensa de uma regra como essa?
- Além do voto, de que outras formas uma pessoa pode participar da vida da sua cidade?
Palavras úteis e uma resposta modelo
- facultativo optional
- o eleitor, a eleitora the voter
- o ensino médio high school
- É importante que os jovens participem. It’s important for young people to take part.
- ter maturidade para… to be mature enough to…
Pergunta 3: Bom, eu acho que é uma boa idade, sim. Com 16 anos muita gente já trabalha, já paga imposto quando compra alguma coisa, então é justo que possa opinar. Agora, o gráfico mostra que só 27% se sentem bem informados, e isso me preocupa um pouco. Quer dizer, o problema não é a idade, é a preparação. Por isso é importante que a escola ensine como funciona uma eleição, sem dizer em quem votar, claro.
Finish day 24
Written your text or recorded your answers, and marked them? Then that’s today finished. Come back tomorrow: steady daily work is what moves your score.