Day 19: Interviews as a source

Celpe-Bras course › Week 3: Listen, note, write

Day 19 of 56 · about 90 minutes

By the end of today you can:

  • Keep track of who said what in an interview
  • Turn spoken Portuguese into written Portuguese: drop the fillers, keep the facts
  • Report what someone said with disse que and the right tense
  • Write a column or a text for a guide, in a personal but informed voice

The audio of Tarefa 2 is very often an interview: a presenter asks, a guest answers, and the facts you need are spread over five or six answers, wrapped in olha, então and né. Your text has to bring those facts to a reader in clean written Portuguese, and say whose they are.

Warm-up: do you remember?

Before anything new, pull these out of memory. They come from earlier days. Getting one wrong is useful: it shows you what to look at again.

  1. “Você cuida das redes sociais de uma livraria. Escreva uma postagem divulgando o clube de leitura.” Quem fala no texto?A livraria Um jornalista Um cliente da livraria
  2. Have you tried our honey yet?______
  3. A maioria dos concertos tem entrada ______.Most of the concerts have free admission.
  4. Which sentence belongs in the lead of an article?De 11 a 20 de julho, Urubici recebe a oitava edição do festival. Eu adoro música e sempre vou a festivais. Espero que vocês gostem deste texto.
  5. Por favor, ______ um documento com foto. (trazer)Please bring a photo ID.
  6. “Em seu texto, explique como funciona a doação de sangue.” O que o seu texto precisa fazer?Contar uma história pessoal Dar a sua opinião sobre a doação Dizer como é a doação, passo a passo
  7. Com o prêmio, nós ______ duas mil cartilhas. (imprimir: we would print)With the prize, we would print two thousand booklets.
  8. We are available for more information.______
  9. A ______ do celular não resolve o problema sozinha. (proibir)Banning phones doesn’t solve the problem by itself.
  10. A text has the right writer and reader, covers every point in its own words, and has two small slips that don’t slow the reader. Which mark fits best?5 1 3
Show all answers
  1. “Você cuida das redes sociais de uma livraria. Escreva uma postagem divulgando o clube de leitura.” Quem fala no texto? A livraria
  2. Você já provou o nosso mel?
  3. A maioria dos concertos tem entrada gratuita.
  4. Which sentence belongs in the lead of an article? De 11 a 20 de julho, Urubici recebe a oitava edição do festival.
  5. Por favor, traga um documento com foto.
  6. “Em seu texto, explique como funciona a doação de sangue.” O que o seu texto precisa fazer? Dizer como é a doação, passo a passo
  7. Com o prêmio, nós imprimiríamos duas mil cartilhas.
  8. Ficamos à disposição para mais informações.
  9. A proibição do celular não resolve o problema sozinha.
  10. A text has the right writer and reader, covers every point in its own words, and has two small slips that don’t slow the reader. Which mark fits best? 5

Who said what

An interview has a shape you can use.

  • The questions are your map. Each question announces the subject of the next answer. Note them as headings: o que é?, exemplos, cuidados, onde?
  • The answers hold the facts. Mark each note with an initial for the speaker, in the margin.
  • A fact can come from the presenter. When the presenter says 84 espécies só na região? and the guest answers Só na região, the figure is confirmed, and you can use it as the guest's.
  • Don't swap the voices. If your text says the presenter researches plants when it was the guest, the graders read that as a misunderstanding of the source.

In your text you rarely need the presenter at all. Your reader wants what the expert said: segundo a chef, de acordo com a pesquisadora.

From speech to writing

People don't speak in written sentences. If you write down what you heard as you heard it, your text sounds like a transcript, and the genre is lost.

What you hear What you write
Olha, a taioba, né, ela parece uma couve gigante. A taioba lembra uma couve gigante.
A gente abre de quarta a domingo, viu? O restaurante abre de quarta a domingo.
Aí eu comecei a anotar tudo, sabe? Em seguida, ela começou a registrar tudo.
Não, de jeito nenhum, não dá para comer crua. Não se deve comer a planta crua.
É só picar e misturar nos ovos. Basta picar as folhas e misturá-las aos ovos.

What changes:

  1. Fillers go: olha, então, né, sabe, viu, aí, tipo.
  2. The doubled subject goes: a taioba, ela parece becomes a taioba parece.
  3. A gente becomes a noun or nós: o restaurante, a equipe, a cooperativa.
  4. Short spoken forms get their full form: pra becomes para, tá becomes está, é só becomes basta.
  5. The facts stay, every one of them.

Reported speech

When you tell your reader what someone said in the past, the verb after disse que usually moves one step back in time.

What she said What you write The shift
“Eu pesquiso essas plantas.” Ela disse que pesquisava essas plantas. present → imperfect
“Eu abri o restaurante em 2012.” Ela contou que tinha aberto o restaurante em 2012. preterite → tinha + participle
“Eu vou lançar um livro.” Ela afirmou que ia lançar um livro. vou → ia

Eu becomes ela, meu becomes seu or dela, aqui becomes lá.

Two honest exceptions. When what was said is still true now, Brazilians often keep the present: Ela disse que a taioba é tóxica quando crua is correct and common. And journalists mostly avoid the problem with a reporting verb in the present, which needs no shift: A chef explica que a planta é rica em proteína. In the exam, both ways are right. What matters is that the reader knows who said it.

Genre kit: coluna ou texto para um guia

  • Who writes: a specialist with a regular space, talking to readers who trust their taste. Eu is allowed, and so are recommendations.
  • Opening: Nesta edição, apresento um ingrediente que está voltando às mesas brasileiras.
  • Explaining, for a reader who knows nothing about it: As PANCs são plantas comestíveis que quase ninguém cultiva.
  • Recommending, with the practical facts: Para provar, recomendo o restaurante da chef Ana Lima.
  • A title, as in any text for publication.
  • Never: a greeting, Atenciosamente, or the transcript of the interview. The column is yours; the expert is your source.

Practice

Choose the best answer.

  1. Você ouviu: “Olha, a taioba, né, ela tem que cozinhar.” Qual é a melhor versão para um texto escrito?Olha, a taioba, né, tem que cozinhar. A taioba, ela tem que cozinhar, sabe? A taioba precisa ser cozida.
  2. Você ouviu: “A gente abre de quarta a domingo, viu?” Como escrever isso em um guia?O restaurante abre de quarta a domingo. Abre tipo de quarta a domingo. A gente abre de quarta a domingo, viu?
  3. A chef disse: “Eu pesquiso essas plantas.” Então: A chef disse que ___ essas plantas.pesquisava pesquisei pesquiso
  4. A chef disse: “Eu abri o restaurante em 2012.” Então: A chef contou que ___ o restaurante em 2012.tinha aberto abro abrirá
  5. In an interview, the presenter asks “84 espécies só na região?” and the guest answers “Só na região.” Can you use the figure?No: only the presenter said it No: a question is never a fact Yes: the guest confirms it
  6. “Você é colunista de um guia de viagens. Escreva um texto recomendando um passeio aos leitores.” Para que você escreve?Para reclamar de um passeio Para recomendar um passeio Para pedir informações sobre um passeio
  7. Which opening fits a column in a food guide?Informamos que, a partir de hoje, valem as seguintes regras. Nesta edição, apresento um ingrediente que está voltando às mesas brasileiras. Caros moradores, escrevo em nome da associação.
Show all answers
  1. Você ouviu: “Olha, a taioba, né, ela tem que cozinhar.” Qual é a melhor versão para um texto escrito? A taioba precisa ser cozida.
  2. Você ouviu: “A gente abre de quarta a domingo, viu?” Como escrever isso em um guia? O restaurante abre de quarta a domingo.
  3. A chef disse: “Eu pesquiso essas plantas.” Então: A chef disse que pesquisava essas plantas.
  4. A chef disse: “Eu abri o restaurante em 2012.” Então: A chef contou que tinha aberto o restaurante em 2012.
  5. In an interview, the presenter asks “84 espécies só na região?” and the guest answers “Só na região.” Can you use the figure? Yes: the guest confirms it
  6. “Você é colunista de um guia de viagens. Escreva um texto recomendando um passeio aos leitores.” Para que você escreve? Para recomendar um passeio
  7. Which opening fits a column in a food guide? Nesta edição, apresento um ingrediente que está voltando às mesas brasileiras.

Complete the sentence. It reports what someone said, or comes from a column.

  1. A pesquisadora afirmou que ______ lançar um livro no ano seguinte. (ir)The researcher said she was going to publish a book the following year.
  2. O cozinheiro disse que ______ no restaurante havia dez anos. (trabalhar)The cook said he had been working at the restaurant for ten years.
  3. Ela contou que tinha ______ a cozinhar com a avó. (aprender)She said she had learned to cook from her grandmother.
  4. Para provar, ______ o restaurante da chef Ana Lima. (eu, recomendar)To try it, I recommend chef Ana Lima’s restaurant.
  5. As PANCs são plantas comestíveis ______ quase ninguém cultiva.PANCs are edible plants that almost nobody grows.
  6. A chef ______ que nem toda planta pode ser comida crua. (alertar, present)The chef warns that not every plant can be eaten raw.
  7. A feira é pequena; além ______, só funciona aos sábados.The market is small; besides, it is only open on Saturdays.
Show all answers
  1. A pesquisadora afirmou que ia lançar um livro no ano seguinte.
  2. O cozinheiro disse que trabalhava no restaurante havia dez anos.
  3. Ela contou que tinha aprendido a cozinhar com a avó.
  4. Para provar, recomendo o restaurante da chef Ana Lima.
  5. As PANCs são plantas comestíveis que quase ninguém cultiva.
  6. A chef alerta que nem toda planta pode ser comida crua.
  7. A feira é pequena; além disso, só funciona aos sábados.

Put the words in order.

  1. The chef said the recipe was simple.______
  2. I recommend chef Ana Lima’s restaurant.______
  3. He said he was going to open another restaurant.______
  4. Never eat a plant you don’t know.______
Show all answers
  1. A chef disse que a receita era simples.
  2. Recomendo o restaurante da chef Ana Lima.
  3. Ele afirmou que ia abrir outro restaurante.
  4. Nunca coma uma planta que você não conhece.

Write it in Portuguese.

  1. She said that it was easy.______
  2. I recommend this restaurant.______
Show all answers
  1. Ela disse que era fácil.
  2. Recomendo este restaurante.

Listen and type what you hear. Type the numbers as digits.

  1. ______The chef has been researching these plants for 13 years.
  2. ______She has cataloged 84 species in the region.
  3. ______The 6-course menu costs 95 reais.
  4. ______The restaurant is open Wednesday to Sunday.
  5. ______The book was published in 2021.
  6. ______The bunch costs 5 reais at the market.
Show all answers
  1. A chef pesquisa essas plantas há 13 anos.
  2. Ela catalogou 84 espécies na região.
  3. O menu de 6 pratos custa 95 reais.
  4. O restaurante abre de quarta a domingo.
  5. O livro foi publicado em 2021.
  6. O maço custa 5 reais na feira.

Tarefa

On your note page, write the presenter's questions as headings as they come, and put an initial next to each fact. The audio plays twice. The 35 minutes include the listening, and the text goes on the answer sheet, by hand.

Áudio · toca duas vezes, como no exame

PANCs: o mato que se come

The audio needs JavaScript. You can read the transcript below instead.

Transcrição (leia só depois de escrever o seu texto)

Repórter: Está no ar o Mesa Brasileira, o seu programa de gastronomia. Eu sou Fábio Reis, e hoje a nossa conversa é sobre umas plantas que muita gente arranca do quintal achando que é mato. São as PANCs. Comigo no estúdio está a chef e pesquisadora Ana Lima, de Juiz de Fora. Ana, bem-vinda. Para começar: o que é uma PANC?

Ana: Obrigada, Fábio. Olha, PANC é uma sigla. Quer dizer planta alimentícia não convencional. São plantas que dá para comer, que muitas vezes os nossos avós comiam, mas que a gente não encontra no supermercado e que quase ninguém planta para vender.

Repórter: Dá uns exemplos para a gente.

Ana: Então, a mais famosa aqui em Minas é a ora-pro-nóbis. O pessoal chama de carne dos pobres, porque a folha tem muita proteína. Tem a taioba, que parece uma couve gigante. Tem o peixinho-da-horta, que é uma folha que a gente empana e frita, e fica com gosto de peixe, juro. E tem flor também, né? A capuchinha é linda, alaranjada, e é picante, lembra o agrião.

Repórter: E como é que uma chef vira pesquisadora de mato?

Ana: Foi por causa da minha avó. Eu cresci vendo a minha avó cozinhar com o que tinha no quintal. Quando eu abri o restaurante, em 2012, percebi que essas receitas estavam sumindo. Aí comecei a visitar quintais aqui da Zona da Mata e a anotar tudo. Já são 13 anos de pesquisa e 84 espécies catalogadas. Em 2021, isso virou um livro, o Mato de Comer.

Repórter: 84 espécies só na região?

Ana: Só na região. E olha que o Brasil tem milhares de plantas que servem de alimento. Mas a gente come sempre as mesmas: arroz, feijão, alface, tomate. É uma pena, porque as PANCs são nutritivas, crescem sem veneno, quase sem cuidado, e são de graça ou muito baratas.

Repórter: Agora, Ana, um cuidado: dá para sair colhendo qualquer planta na rua?

Ana: Não, de jeito nenhum. Primeiro, porque tem planta parecida que é tóxica. Existe uma taioba brava, por exemplo, que faz mal. Segundo, porque algumas precisam de preparo. A taioba mesmo, a boa, nunca se come crua, tem que cozinhar ou refogar. E terceiro, planta de beira de rua pega poluição. Então a regra é: só coma o que você conhece, ou compre de quem conhece.

Repórter: E onde o ouvinte pode provar?

Ana: Bom, no meu restaurante, o Quintal, que fica no bairro São Mateus. A gente abre de quarta a domingo, e tem um menu degustação de 6 pratos, todos com PANC, por R$ 95. Mas não precisa gastar tanto, viu? Na feira orgânica de sábado, na praça do mesmo bairro, o maço de ora-pro-nóbis custa R$ 5.

Repórter: R$ 5?

Ana: R$ 5. E, para quem quer aprender a reconhecer e a cozinhar essas plantas, eu dou uma oficina gratuita no primeiro domingo de cada mês, no próprio restaurante. São 20 vagas, e a inscrição é pelo telefone do Quintal.

Repórter: Uma receita fácil para quem nunca experimentou?

Ana: Omelete com ora-pro-nóbis. É só picar as folhas e misturar nos ovos. Não tem erro.

Repórter: Ana Lima, muito obrigado. E você, ouvinte, da próxima vez que for limpar o quintal, olhe bem antes de arrancar.

Material escrito para este curso, no formato do exame.

Tarefa 2 · áudio → texto · 35 minutos

PANCs no guia

Você é colunista de gastronomia e escreve para o guia Comer Bem em Minas. Depois de ouvir a entrevista do programa Mesa Brasileira com a chef e pesquisadora Ana Lima, escreva um texto para o guia sobre as PANCs. Em seu texto, explique o que são essas plantas, apresente as vantagens e os cuidados no seu consumo e indique aos leitores onde prová-las. Você vai ouvir o áudio duas vezes, podendo fazer anotações enquanto ouve.

Write your text on paper or in a document, then open the box below to check it.

I’ve finished writing: check my text

Confira o seu texto

  • Dá para ver quem escreve: um colunista de gastronomia.
  • O texto fala com o leitor certo: os leitores do guia.
  • Cumpre o propósito: apresentar as PANCs e indicar onde prová-las.
  • Tem forma de coluna para um guia: começo, fim e tom adequados.
  • Explica o que são as PANCs e dá pelo menos dois exemplos
  • Apresenta vantagens: são nutritivas, crescem sem veneno, são baratas
  • Apresenta os cuidados: plantas tóxicas parecidas, o preparo certo, não colher na rua
  • Indica onde provar, com um detalhe prático: o restaurante Quintal, a feira de sábado ou a oficina gratuita
  • Usei as minhas próprias palavras: não copiei frases da fonte.
  • Quem não viu a fonte entenderia o meu texto.
  • Os erros de língua não atrapalham a leitura.

Texto modelo: nota 5

O mato que merece um lugar no seu prato

Nesta edição, apresento ingredientes que estão voltando às mesas mineiras depois de anos esquecidos no fundo do quintal: as PANCs, ou plantas alimentícias não convencionais. São espécies comestíveis que os nossos avós conheciam bem, mas que não chegam aos supermercados porque quase ninguém as cultiva para vender.

Quem me convenceu a prestar atenção nelas foi a chef Ana Lima, de Juiz de Fora, que pesquisa o assunto há 13 anos e já catalogou 84 espécies na Zona da Mata. Em entrevista ao programa Mesa Brasileira, ela citou a ora-pro-nóbis, tão rica em proteína que ganhou o apelido de “carne dos pobres”, a taioba, parecida com uma couve enorme, e o curioso peixinho-da-horta, cuja folha empanada lembra peixe frito.

As vantagens são muitas: segundo a chef, essas plantas são nutritivas, dispensam agrotóxicos, crescem quase sozinhas e custam pouco. Mas ela fez um alerta que repito aqui: não saia colhendo o que encontrar na calçada. Há espécies tóxicas muito parecidas com as comestíveis, algumas só podem ser consumidas cozidas, como a taioba, e as que nascem à beira da rua estão expostas à poluição.

Para provar com segurança, recomendo o restaurante da chef, o Quintal, no bairro São Mateus, que abre de quarta a domingo e serve um menu degustação de seis pratos por R$ 95. Quem prefere começar em casa encontra maços de ora-pro-nóbis a R$ 5 na feira orgânica de sábado, no mesmo bairro. E, para os curiosos, Ana Lima oferece uma oficina gratuita no primeiro domingo de cada mês.

Minha sugestão para estrear: uma omelete com folhas de ora-pro-nóbis picadas. Depois me contem.

Why it’s a 5: A columnist's voice from the first line ("Nesta edição, apresento…", "recomendo", "Minha sugestão"), speaking to readers who may never have heard the word. The expert is a source, clearly named ("segundo a chef", "ela citou", "ela fez um alerta"), and her spoken answers have become written sentences: "crescem sem veneno" is now "dispensam agrotóxicos". All three things the task asks for are covered with the right figures, and the places to try the plants come with days and prices.

Texto modelo: nota 3

As PANCs

Eu ouvi uma entrevista no programa Mesa Brasileira sobre as PANCs. PANC quer dizer planta alimentícia não convencional. São plantas que dá para comer, que muitas vezes os nossos avós comiam, mas que a gente não encontra no supermercado.

O apresentador Fábio pesquisa essas plantas há 13 anos e já catalogou 48 espécies. Ele falou que a mais famosa é a ora-pro-nóbis, que tem muita proteína, e também tem a taioba, que é tipo uma couve gigante, né.

As PANCs são muito nutritivos e baratos. Mas é preciso ter cuidado com elas.

Se você quer provar, a chef Ana Lima tem um restaurante que se chama Quintal. Ele abre de quarta até domingo e o menu custa R$ 95. Também tem uma feira no sábado onde a ora-pro-nóbis custa R$ 5.

Eu recomendo de experimentar estas plantas porque é uma experiência muito interessante.

Atenciosamente,

O colunista

Why it’s a 3: It explains what PANCs are and says where to try them, so the task is done in part. But the voices are swapped: the text says "O apresentador Fábio pesquisa essas plantas", when the researcher is the guest, and the number of species was misheard ("48" for 84). The explanation of the term is the chef's answer almost word for word, fillers from speech stay in the writing ("é tipo uma couve gigante, né"), and the warnings are reduced to "é preciso ter cuidado" with none of the three reasons. "Atenciosamente" doesn't belong in a column. The slips (nutritivos e baratos for nutritivas e baratas, de quarta até domingo, recomendo de experimentar) are minor. The right speaker, the three warnings in the writer's own words and a columnist's ending would make it a 4.

Fala

Use today's grammar out loud. When the examiner asks about your experience, report what someone told you: minha mãe sempre dizia que…, um amigo me contou que… It gives you an example with a person in it, and it lets you show more of the grammar you know. Read the card for one minute, then press start.

Elemento provocador · 5 minutos

Comportamento

Cozinhar em casa: prazer ou obrigação?

Os programas de culinária batem recordes de audiência, e as livrarias vendem cada vez mais livros de receitas. Na cozinha de verdade, porém, a história é outra. Uma pesquisa com 1.200 moradores de grandes cidades brasileiras mostra que cozinhar todos os dias é, para a maioria, uma tarefa, e não um passatempo. O tempo gasto no fogão diminuiu, e os pedidos de comida por aplicativo cresceram. Ainda assim, quase todos dizem que a melhor comida do mundo é a da casa onde cresceram.

Cozinham todos os dias41%

Dizem que cozinhar é um prazer34%

Pedem comida por aplicativo toda semana52%

Aprenderam a cozinhar com a família67%

Material criado para este curso.

The examiner’s questions are below. Read each one aloud, then answer it out loud for about 40 seconds.

  1. De que trata o material?
  2. Que relação você vê entre os números e o título?
  3. O texto diz que as pessoas assistem a programas de culinária, mas cozinham menos. Como você explica isso?
  4. Você cozinha? Para você, é prazer ou obrigação?
  5. Com quem você aprendeu a cozinhar, ou por que não aprendeu?
  6. Na sua opinião, pedir comida por aplicativo é uma boa solução para quem não tem tempo?
  7. No seu país, as famílias ainda costumam fazer as refeições juntas? Como é?
  8. Que comida brasileira você já provou ou aprendeu a fazer? Conte como foi.
Palavras úteis e uma resposta modelo
  • o fogão the stove
  • a receita the recipe
  • pedir comida por aplicativo to order food through an app
  • dar trabalho to be a lot of work
  • a comida caseira home cooking

Pergunta 4: Cozinho, sim, quase todo dia. Para mim é um pouco das duas coisas, sabe? Durante a semana é obrigação, porque eu chego cansado e faço o mais rápido possível. Mas no domingo é prazer. A minha avó sempre dizia que comida feita com pressa não tem gosto, e eu acho que ela tinha razão. Por exemplo, domingo passado fiquei duas horas fazendo um feijão, com música, sem olhar o relógio.

Finish day 19

Written your text or recorded your answers, and marked them? Then that’s today finished. Come back tomorrow: steady daily work is what moves your score.

Next: Day 20: Timed practice, exam timing →

Scroll to Top