Day 20: Timed practice, exam timing

Celpe-Bras course › Week 3: Listen, note, write

Day 20 · Timed practice of 56 · about 90 minutes

Today you practice:

  • Tarefa 1 from a video in 30 minutes, the two showings included
  • Tarefa 2 from an audio in 35 minutes, started the moment the first clock stops
  • Two oral cards of 5 minutes each

It takes about 85 minutes. Do the two tasks one after the other, without a break, as on exam day.

Before you start

Nothing new today. Four reminders from this week, then the clock.

  • Before each play: QPQO at the top of the draft page, then two columns, with the things the task asks for on the left.
  • Two plays, two jobs: the first for the gist and the order, the second for figures, names, days and times. In the video, look up at every change of picture: some facts are on the screen only.
  • Twenty minutes for Tarefa 1: two to plan (number your notes), fifteen to write straight onto the answer sheet, three to check. No full draft.
  • When 30 minutes are up, Tarefa 1 is over, finished or not. Press play on the audio at once. In the exam, the audio starts for everyone at that moment.

Have two answer sheets and a black pen ready. Open the transcripts and the model texts only after both texts are written.

Tarefas

Vídeo · toca duas vezes, como no exame

Feira de troca de brinquedos em Vitória

The video needs JavaScript. You can read the transcript below instead.

Transcrição (leia só depois de escrever o seu texto)

Repórter: Domingo de manhã no Parque Moscoso, no centro de Vitória. No lugar de barracas de comida, mesas cobertas de carrinhos, bonecas e quebra-cabeças. E nenhuma etiqueta de preço. Na tela: PARQUE MOSCOSO, VITÓRIA · Feira Troca-Troca de Brinquedos

Repórter: Aqui, dinheiro não entra. Na Feira Troca-Troca, que acontece no segundo domingo de cada mês, brinquedo só se troca por brinquedo. Na tela: Todo segundo domingo do mês · Das 9h ao meio-dia

Marcelo: A ideia surgiu em 2019, num grupo de pais da escola dos meus filhos. Todo mundo tinha o mesmo problema: armário cheio de brinquedo parado. Na primeira feira, vieram 40 crianças. Hoje a gente recebe umas trezentas por edição. Na tela: Marcelo Pimentel · Professor e organizador da feira

Repórter: As regras são simples. Cada criança pode trazer até 5 brinquedos, limpos e em bom estado. Na entrada, recebe uma ficha para cada um. Na tela: Regras: até 5 brinquedos por criança · Limpos e em bom estado

Repórter: Com as fichas na mão, é só circular pelas mesas e escolher. E um detalhe importante: quem escolhe, e quem negocia, é a criança. Na tela: 1 brinquedo = 1 ficha · Quem escolhe é a criança

Marcelo: Olha, o pai e a mãe ficam do lado, mas não decidem. E não vale brinquedo quebrado nem arma de brinquedo, isso a gente não aceita. A criança aprende a escolher, a esperar, a ouvir um não. Tem negociação ali que parece reunião de empresa.

Repórter: Vera Lacerda é mãe da Alice, de 7 anos, e não perde uma edição. Na tela: Vera Lacerda · Mãe da Alice, de 7 anos

Vera: No começo, a Alice chorava para se separar de qualquer coisa. Hoje ela mesma separa o que não usa mais. E eu parei de comprar brinquedo novo todo mês, né? Só no ano passado, acho que economizei uns 600 reais.

Repórter: Para quem chega com um brinquedo com defeito, há uma saída: a oficina de conserto, onde voluntários trocam pilhas, colam rodas e costuram bonecas. Na tela: Oficina de conserto · 12 voluntários

Marcelo: A gente quer mostrar que brinquedo não é descartável. Conserta, troca, passa adiante. É menos plástico no lixo e menos dinheiro gasto.

Repórter: E o que sobra nas mesas no fim da manhã não volta para casa. Os brinquedos são doados a creches públicas da cidade. No ano passado, foram 640. Na tela: Brinquedos doados no ano passado: 640 · Destino: creches públicas de Vitória

Vera: A Alice foi comigo entregar numa creche. Ela voltou dizendo que foi o melhor dia do ano.

Repórter: A próxima edição promete ser a maior de todas, porque cai justamente no Dia das Crianças. A participação é gratuita, e não é preciso fazer inscrição. Na tela: Próxima edição: domingo, 12 de outubro · Participação gratuita, sem inscrição

Repórter: Só não se esqueça de uma coisa: quem decide o que vai e o que fica é o dono do brinquedo.

Material escrito para este curso, no formato do exame.

Tarefa 1 · vídeo → texto · 30 minutos

Troca-troca de brinquedos

Você é autor de um blog para pais e mães. Depois de assistir à reportagem sobre a Feira Troca-Troca de Brinquedos, escreva um texto para o seu blog apresentando a feira aos leitores. Em seu texto, explique como a feira funciona e mostre o que as crianças e as famílias ganham com ela. Você vai assistir ao vídeo duas vezes, podendo fazer anotações enquanto assiste.

Write your text on paper or in a document, then open the box below to check it.

I’ve finished writing: check my text

Confira o seu texto

  • Dá para ver quem escreve: o autor de um blog para pais e mães.
  • O texto fala com o leitor certo: os pais e as mães que leem o blog.
  • Cumpre o propósito: apresentar a feira e despertar o interesse dos leitores.
  • Tem forma de texto para blog: começo, fim e tom adequados.
  • Apresenta a feira: o que é, onde e quando acontece
  • Explica como funciona: até cinco brinquedos em bom estado, uma ficha por brinquedo, sem dinheiro, a criança escolhe
  • Mostra o que as crianças ganham: aprendem a escolher, a negociar, a se separar das coisas
  • Mostra o que as famílias ganham: economia, menos lixo ou as doações às creches
  • Usei as minhas próprias palavras: não copiei frases da fonte.
  • Quem não viu a fonte entenderia o meu texto.
  • Os erros de língua não atrapalham a leitura.

Texto modelo: nota 5

Brinquedo parado no armário? Leve para trocar!

Se na casa de vocês também há uma montanha de brinquedos que ninguém usa, tenho uma dica: a Feira Troca-Troca de Brinquedos, que acontece no segundo domingo de cada mês, das 9h ao meio-dia, no Parque Moscoso, no centro de Vitória.

A feira foi criada em 2019 por um grupo de pais e hoje reúne cerca de 300 crianças por edição. O funcionamento é simples. Cada criança leva até cinco brinquedos limpos e em bom estado e, na entrada, recebe uma ficha por brinquedo. Depois, usa as fichas para “comprar” o que quiser nas mesas. Não circula dinheiro, e armas de brinquedo não são aceitas. Se algum brinquedo estiver com defeito, voluntários o consertam na hora, em uma oficina montada no local.

O mais interessante é que quem escolhe e negocia são os pequenos, enquanto nós, pais, só acompanhamos. Segundo o organizador, o professor Marcelo Pimentel, assim eles aprendem a decidir, a esperar e a aceitar um “não”. Uma mãe contou que a filha, que antes não se separava de nada, hoje escolhe sozinha o que já pode passar adiante.

Nós também saímos ganhando: gastamos menos (essa mesma mãe calcula ter poupado uns R$ 600 em um ano) e produzimos menos lixo. Além disso, o que sobra é doado a creches públicas; no ano passado, foram 640 brinquedos.

A próxima edição será no domingo, 12 de outubro, Dia das Crianças. A entrada é gratuita e não precisa de inscrição. Que tal levar os seus filhos? Depois me contem como foi!

Why it’s a 5: A blogger talking to other parents: "tenho uma dica", "nós, pais", "Depois me contem como foi!". The fair is presented with place, day and hours (the hours and the date of the next edition were on the screen only), and the rules are explained in the writer's own words ("usa as fichas para 'comprar' o que quiser"). What children gain and what families gain each get a paragraph, with the organizer and the mother reported, not quoted ("Uma mãe contou que a filha…").

Texto modelo: nota 3

Prezados pais,

Eu assisti uma reportagem sobre uma feira de troca de brinquedos em Vitória e eu quero falar sobre ela. A feira acontece no domingo no Parque Moscoso e começou em 2009. Hoje ela recebe 300 crianças.

As regras são simples. Cada criança pode trazer até 15 brinquedos, limpos e em bom estado. Na entrada, recebe uma ficha para cada um. Depois a criança troca as fichas por outros brinquedos. Os pais não podem escolher, só a criança escolhe. Não é possível de usar dinheiro.

Eu penso que a feira é uma ideia muito bom, porque as crianças de hoje tem brinquedos demais e não dão valor para eles. Quando eu era criança eu tinha só três brinquedos e eu fui feliz.

Os brinquedos que sobram são doados para as creches.

Espero que vocês levam seus filhos na feira.

Atenciosamente,

Paulo

Why it’s a 3: It presents the fair and explains the rules, and the reader is the right one. But "Prezados pais" and "Atenciosamente" belong to a letter, not a blog. Two figures are wrong ("2009" for 2019, "até 15 brinquedos" for 5), "no domingo" doesn't say which Sunday or at what time, and the rules paragraph opens with three of the reporter's sentences. What children gain is replaced by the writer's own memories ("Quando eu era criança…"), and what families gain is missing except for the donations. The slips (assisti uma reportagem, não é possível de usar, muito bom for boa, as crianças de hoje tem, eu fui feliz for era, espero que vocês levam for levem) don't block the reader. A blog opening, the right figures and the two kinds of gain from the video would make it a 4.

Áudio · toca duas vezes, como no exame

Barulho: um problema de saúde e de convivência

The audio needs JavaScript. You can read the transcript below instead.

Transcrição (leia só depois de escrever o seu texto)

Apresentadora: São 8 e 20 no Cidade em Pauta. Toda quinta-feira, o médico Otávio Brandão comenta um tema de saúde do dia a dia. E hoje, Otávio, o assunto é um que tira o sono de muita gente, literalmente: o barulho.

Otávio: Bom dia, Helena, bom dia a todos. Olha, tira o sono mesmo. Eu sou médico de ouvido e posso dizer: o barulho virou uma das queixas mais comuns no consultório. E não é só o barulho do trânsito ou da obra na rua. É o barulho dentro de casa, o barulho do vizinho.

Otávio: Uma pesquisa do Instituto Vida Urbana, feita no ano passado com 2 mil moradores de prédios em São Paulo, mostrou que o barulho é o primeiro motivo de reclamação nos condomínios. Representa 43% das queixas. Fica na frente da vaga de garagem e dos animais de estimação.

Apresentadora: E faz mal mesmo, ou é só um incômodo?

Otávio: Faz mal, Helena. O ouvido não desliga, nem quando a gente dorme. Então, o barulho à noite deixa o sono mais leve, e a pessoa acorda cansada. Com o tempo, vem a irritação, a dificuldade de concentração, e até a pressão pode subir. Criança que dorme mal aprende pior. E, para quem trabalha em casa, o barulho de dia também atrapalha.

Otávio: Só para ter uma ideia, uma conversa normal fica em torno de 60 decibéis. Uma furadeira passa de 90. E um salto alto no andar de cima, de madrugada, parece muito mais do que é, porque o resto está em silêncio.

Apresentadora: E o que diz a regra? Depois das 10 da noite não pode, e antes pode tudo?

Otávio: Pois é, esse é o grande engano. A maioria dos prédios adota o horário de silêncio das 10 da noite às 8 da manhã. Mas isso não quer dizer que durante o dia vale tudo. Barulho exagerado, que perturba o vizinho, não é permitido em nenhum horário.

Otávio: Agora, o que funciona na prática são regras claras. Obras e reformas, por exemplo, só de segunda a sexta, das 9 às 17 horas, e nunca em domingos e feriados. Festas, só no salão, e até as 11 da noite. E mudança, só com hora marcada.

Apresentadora: E no dia a dia, o que cada um pode fazer?

Otávio: Coisas simples. Colocar feltro nos pés das cadeiras e dos móveis. Usar tapete, principalmente onde as crianças brincam. Tirar o sapato depois das 10. Baixar o volume da televisão e da música à noite. E deixar a máquina de lavar e o aspirador para durante o dia.

Otávio: E tem uma que não custa nada: avisar. Vai fazer uma reforma, vai receber gente em casa? Avise os vizinhos antes. As pessoas toleram muito melhor o barulho que já esperavam.

Apresentadora: E quando o problema é o barulho do outro?

Otávio: Primeiro, conversar, com educação, e não na hora da raiva. Muitas vezes o vizinho nem sabe que está incomodando. Se não resolver, aí sim, procurar o síndico. A multa deve ser o último recurso. O silêncio, Helena, é uma questão de saúde, mas também de convivência.

Apresentadora: Otávio Brandão, obrigada. A gente volta já.

Material escrito para este curso, no formato do exame.

Tarefa 2 · áudio → texto · 35 minutos

Regras de silêncio no prédio

Você é síndico de um prédio residencial onde as reclamações de barulho aumentaram, e decidiu adotar, a partir de 1º de março, as regras recomendadas no programa de rádio Cidade em Pauta. Depois de ouvir o comentário do médico Otávio Brandão, escreva um aviso para o quadro de avisos do prédio. Em seu texto, explique por que o barulho é um problema e informe as regras e os cuidados que os moradores devem adotar. Você vai ouvir o áudio duas vezes, podendo fazer anotações enquanto ouve.

Write your text on paper or in a document, then open the box below to check it.

I’ve finished writing: check my text

Confira o seu texto

  • Dá para ver quem escreve: o síndico do prédio.
  • O texto fala com o leitor certo: os moradores.
  • Cumpre o propósito: comunicar as novas regras de silêncio e pedir a colaboração de todos.
  • Tem forma de aviso: começo, fim e tom adequados.
  • Explica por que o barulho é um problema: prejudica o sono e a saúde, ou é a principal causa de reclamações
  • Informa as regras: silêncio das 22h às 8h, obras de segunda a sexta das 9h às 17h, festas no salão até as 23h
  • Recomenda pelo menos dois cuidados: feltro nos móveis, tapetes, volume baixo à noite, avisar os vizinhos
  • Diz o que fazer em caso de incômodo ou pede a colaboração de todos
  • Usei as minhas próprias palavras: não copiei frases da fonte.
  • Quem não viu a fonte entenderia o meu texto.
  • Os erros de língua não atrapalham a leitura.

Texto modelo: nota 5

Comunicado: novas regras de silêncio

Informamos que, a partir de 1º de março, valem no nosso prédio as regras de silêncio descritas abaixo. A medida responde ao aumento das reclamações nos últimos meses e a uma preocupação com a saúde de todos: segundo especialistas, o ruído frequente, sobretudo à noite, torna o sono mais leve, causa cansaço e irritação e pode até elevar a pressão. Não por acaso, o barulho é hoje o principal motivo de queixas em condomínios.

Regras: 1. Horário de silêncio: das 22h às 8h, todos os dias. 2. Obras e reformas: somente de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h. Não são permitidas em domingos e feriados. 3. Festas: apenas no salão, até as 23h. 4. Mudanças: com horário agendado na administração.

Lembramos que o barulho excessivo, que incomoda os vizinhos, não é permitido em nenhum horário.

Pequenos cuidados também ajudam muito: colar feltro nos pés de cadeiras e móveis, usar tapetes onde as crianças brincam, reduzir o volume da televisão à noite e usar a máquina de lavar e o aspirador somente durante o dia. Quem for fazer uma reforma ou receber convidados deve avisar antes os vizinhos mais próximos.

Em caso de incômodo, recomendamos primeiro uma conversa educada com o vizinho. Se o problema continuar, procurem a administração. A multa será aplicada apenas em último caso.

Contamos com a colaboração de todos.

Roberto Tavares, síndico

Why it’s a 5: A notice in the administration's voice ("Informamos que", "Lembramos que", "Contamos com a colaboração de todos"), with a title, the date the rules start and a numbered list that a resident can read in the elevator. The spoken times have been turned into the written form a notice uses ("das 10 da noite às 8 da manhã" becomes "das 22h às 8h"). The reason for the rules is given briefly and reworded ("torna o sono mais leve"), without the doctor's figures that residents don't need, and all the times are right.

Texto modelo: nota 3

Oi vizinhos!

Eu sou o síndico e eu preciso falar sobre o barulho no nosso prédio, porque muitas pessoas estão reclamando. Eu ouvi um médico no rádio e ele explicou que o barulho faz mal para a saúde, porque as pessoas não pode dormir bem.

Então, a partir de 1º de março temos novas regras. Depois de 10 horas da noite é proibido de fazer barulho, até 8 da manhã. As obras são só de segunda a sexta, das 9 às 7 horas. As festas são só no salão.

Mas atenção: barulho exagerado, que perturba o vizinho, não é permitido em nenhum horário.

Eu acho que todos nós devemos respeitar os outros, porque morar em um prédio é como morar em uma grande família. O barulho é um problema muito grave no mundo moderno.

Se você tem um problema, fala com eu.

Obrigado e um abraço,

Roberto

Why it’s a 3: The rules are announced with their start date, so the notice does its main job. But the voice is a chat between friends ("Oi vizinhos!", "um abraço"), with a paragraph of general thoughts ("um problema muito grave no mundo moderno") where the task asked for the recommended habits, which are missing altogether. The time for building work was misheard ("das 9 às 7 horas" for 17 horas), the party rule lost its time limit, and "barulho exagerado, que perturba o vizinho, não é permitido em nenhum horário" is the doctor's sentence. The slips (as pessoas não pode, depois de 10 horas, proibido de fazer, fala com eu for fale comigo) are minor. The administration's voice, the right times and two or three of the habits would make it a 4.

Fala

Two cards, five minutes each, one after the other. Read each card for one minute before you press start. Every opinion gets its three moves: what you think, why, and an example.

Elemento provocador · 5 minutos

Comportamento

Boatos no grupo da família

Quase toda família brasileira tem um grupo de mensagens, e quase todo grupo tem alguém que repassa tudo o que recebe: a cura milagrosa, o golpe novo, a notícia urgente que ninguém confirmou. Os boatos se espalham mais depressa que as correções, porque provocam medo ou raiva. E desmentir um parente exige cuidado: quem compartilha quase sempre quer ajudar. Antes de repassar, vale fazer três perguntas: quem escreveu, quando, e onde mais isso foi publicado.

Tia: Gente, URGENTE! Banana com canela cura gripe. Repassem!

Sobrinho: Tia, quem disse isso?

Tia: Não sei, mas recebi de três grupos. Então é verdade.

Material criado para este curso.

The examiner’s questions are below. Read each one aloud, then answer it out loud for about 40 seconds.

  1. De que trata o material?
  2. O que acontece no quadrinho? Qual é a relação dele com o texto?
  3. Por que a tia acredita na mensagem? O que o quadrinho critica?
  4. Você participa de grupos de mensagens da família ou de amigos? Como eles são?
  5. Você já recebeu, ou já repassou, uma notícia que depois descobriu que era falsa? Conte como foi.
  6. Na sua opinião, como se deve corrigir um parente que compartilha um boato?
  7. No seu país, as notícias falsas também são um problema? Em que situações?
  8. O que as escolas poderiam fazer para ensinar as pessoas a reconhecer um boato?
Palavras úteis e uma resposta modelo
  • o boato the rumor
  • repassar, compartilhar to forward, to share
  • desmentir to deny, to set straight
  • o golpe the scam
  • checar a fonte to check the source

Pergunta 6: Olha, eu acho que tem que ser com muito jeito, e de preferência em particular, não na frente de todo mundo. Se eu corrijo a minha tia no grupo, ela fica com vergonha e não me ouve. Então eu mando uma mensagem só para ela, com um link de um jornal confiável. Por exemplo, no ano passado ela repassou um golpe de banco, eu liguei, expliquei, e ela mesma avisou o grupo depois.

Elemento provocador · 5 minutos

Cultura

Festas populares

Do Carnaval às festas juninas, do Círio de Nazaré, em Belém, ao bumba meu boi do Maranhão, o calendário brasileiro é cheio de festas que param cidades inteiras. Elas misturam religião, música, dança e comida, e passam de geração em geração. Para muitas cidades, são também a principal fonte de renda do ano. Mas há quem se preocupe: com tantos turistas, palcos e patrocinadores, a festa ainda pertence a quem a criou?

Material criado para este curso.

The examiner’s questions are below. Read each one aloud, then answer it out loud for about 40 seconds.

  1. De que trata o material?
  2. Que relação você vê entre a imagem e o texto?
  3. O texto termina com uma pergunta. Como você responderia a ela?
  4. Você gosta de festas com muita gente na rua, ou prefere ficar longe? Por quê?
  5. Qual é a festa mais importante da sua cidade ou do seu país? Como ela é?
  6. Na sua opinião, o turismo ajuda ou atrapalha as festas tradicionais?
  7. Por que você acha que algumas tradições continuam vivas e outras desaparecem?
  8. De qual festa brasileira você já participou ou gostaria de participar? Por quê?
Palavras úteis e uma resposta modelo
  • a festa junina the June festival
  • a tradição the tradition
  • o patrocinador the sponsor
  • passar de geração em geração to be handed down through the generations
  • a fonte de renda the source of income

Pergunta 6: Eu acho que faz as duas coisas, na verdade. Ajuda porque traz dinheiro, e sem dinheiro muita festa já teria acabado. Mas atrapalha quando a festa muda para agradar quem vem de fora. Por exemplo, na minha cidade tem uma festa de rua que era dos moradores e hoje tem ingresso caro e área VIP. Os turistas adoram, mas os vizinhos, quer dizer, as pessoas do bairro, quase não vão mais.

After

Put your two texts side by side and compare them with the same three questions. First, the figures: check every number, name, day and time in your texts against the transcripts, and count how many were wrong or missing. Were the ones you lost spoken, or on the screen? Second, the voice: your blog text should sound like one parent talking to others, and your notice like an administration talking to residents; if you could swap a paragraph between them without anyone noticing, one of the two is in the wrong register. Third, the clock: which text did you finish, and where did the minutes go, the notes, the plan or the writing? Write down the answer to that last question. It decides what you work on before the half mock exam on day 28.

Finish day 20

Written your text or recorded your answers, and marked them? Then that’s today finished. Come back tomorrow: steady daily work is what moves your score.

Next: Day 21: Checkpoint 3 →

Scroll to Top