Day 51: Mock exam A: written

Celpe-Bras course › Week 8: Exam conditions

Day 51 · Mock exam of 56 · about 200 minutes

Today you sit a full written paper:

  • Four tasks in three hours, in the exam's order: a video, an audio and two texts
  • Tarefa 1 has the first 30 minutes, the two showings included; at 30 minutes the Tarefa 2 audio plays
  • By hand, in black ink, one page per task, with no dictionary and no pauses
  • You mark the four texts afterwards. The oral part of this mock is tomorrow.

Este é o primeiro simulado completo. Ele tem o tamanho, a ordem e o relógio da prova de verdade. Faça tudo de uma vez só, como no exame: é a única maneira de saber como você escreve na terceira hora.

Antes de começar

Prepare a sala antes de ligar o relógio. Depois que ele começar, você não se levanta.

  • Papel. Imprima quatro folhas de resposta, uma para cada tarefa, e separe quatro folhas em branco para o rascunho. Só vale o que couber na folha de resposta.
  • Caneta preta. Duas, de corpo transparente. Nada de lápis, borracha ou corretivo.
  • Sem dicionário, sem tradutor, sem anotações. Feche as outras abas do navegador.
  • Celular longe. Desligado, em outro cômodo.
  • Três horas sem parar. Avise as pessoas da casa. Vá ao banheiro e pegue água antes.
  • O seu plano. Escreva no alto do rascunho os horários que você decidiu ontem.

Como funciona nesta página:

  1. Ligue o relógio no alto da página. Leia o enunciado da Tarefa 1 e passe o vídeo. Ele toca duas vezes, e não há terceira.
  2. Aos 30 minutos, o relógio avisa. Pare a Tarefa 1, mesmo sem terminar, e toque o áudio da Tarefa 2, também duas vezes.
  3. Daí em diante o tempo é seu. Você pode voltar à Tarefa 1.
  4. Quando o relógio chegar a zero, largue a caneta. Não abra as caixas de correção antes disso.

Parte escrita

Vídeo · toca duas vezes, como no exame

Ciência na Praça: um laboratório que viaja de caminhão

The video needs JavaScript. You can read the transcript below instead.

Transcrição (leia só depois de escrever o seu texto)

Repórter: Fim de tarde em Oeiras, a primeira capital do Piauí. Na praça em frente à igreja, no lugar das barracas de comida, hoje tem microscópio, telescópio e até foguete feito de garrafa plástica. Na tela: OEIRAS, PIAUÍ

Repórter: É a Ciência na Praça, uma feira que viaja pelo interior do estado dentro de um caminhão. Quando o caminhão abre as portas, a praça vira um laboratório a céu aberto. Na tela: CIÊNCIA NA PRAÇA · Feira itinerante de ciências

Márcio: A ideia nasceu em 2021. Eu dava aula numa escola que não tinha laboratório, e os meninos só viam experiência em foto de livro. Aí eu pensei: se o aluno não pode ir até o laboratório, o laboratório vai até o aluno. Na tela: Márcio Teles · Professor de Física e coordenador do projeto

Repórter: O professor juntou alguns colegas, conseguiu um caminhão usado, doado por uma transportadora, e montou as primeiras experiências com material barato. Hoje são 25 atividades, divididas em quatro tendas. Na tela: 25 experiências em 4 tendas · Física, Química, Biologia e Astronomia

Repórter: E quem apresenta tudo isso não é cientista famoso. São 40 monitores, estudantes universitários e alunos do ensino médio das próprias cidades, que recebem um treinamento de dois dias antes de a feira chegar.

Vitória: Eu explico a experiência do vulcão, que mistura vinagre com bicarbonato. No começo eu morria de vergonha de falar em público. Agora vem gente da idade da minha avó me fazer pergunta, e eu sei responder. Na tela: Vitória Lima, 16 anos · Monitora da tenda de Química

Repórter: A feira fica três dias em cada cidade. De manhã, recebe as turmas das escolas públicas, com visita marcada. No fim da tarde, abre para todo mundo, e ninguém paga nada. Na tela: Entrada gratuita · Aberta ao público das 16h às 21h

Márcio: Olha, o que mais emociona a gente é a noite. A gente monta três telescópios e faz fila de avô, pai e neto para ver os anéis de Saturno. Tem senhor de 70 anos que diz: professor, eu nunca tinha olhado o céu desse jeito.

Repórter: Em quatro anos, o caminhão já passou por dezenas de municípios. O dinheiro vem de um edital estadual de apoio à ciência e de doações de empresas da região. Na tela: Desde 2021 · 38 municípios e mais de 60 mil visitantes

Repórter: E o resultado aparece depois que o caminhão vai embora. Segundo a associação que organiza a feira, 14 escolas visitadas criaram clubes de ciências, e algumas já montaram as suas próprias feiras.

Vitória: Antes eu queria ser qualquer coisa que desse dinheiro. Hoje eu quero ser química. A minha mãe nem sabia que isso era profissão.

Márcio: A gente não quer formar só cientista, não. A gente quer que o menino aprenda a perguntar por quê. Quem pergunta por quê não acredita em qualquer coisa que recebe no celular.

Repórter: Nem tudo é fácil. O caminhão tem mais de vinte anos e já quebrou duas vezes na estrada. A equipe ainda não conseguiu chegar ao sul do estado, onde as distâncias são maiores. Para o ano que vem, o plano é comprar um segundo veículo.

Repórter: Enquanto isso, a viagem continua. Daqui de Oeiras, a feira segue para mais duas cidades ainda neste mês. Na tela: Floriano: 12 a 14 de setembro · Picos: 19 a 21 de setembro

Repórter: As escolas que quiserem agendar uma visita devem procurar a secretaria de Educação do seu município. E quem quiser só olhar o céu, é chegar. A praça é de todos. Na tela: Escolas: agendamento na secretaria municipal de Educação

Material escrito para este curso, no formato do exame.

Tarefa 1 · vídeo → texto

Ciência na Praça

Você é jornalista e escreve para o caderno de Educação de um jornal do Piauí. Com base na reportagem de TV sobre a feira Ciência na Praça, escreva um artigo para o jornal apresentando a iniciativa aos leitores. Em seu texto, explique o que é a feira e como ela funciona, apresente os resultados já alcançados e informe as próximas cidades do roteiro. Você vai assistir ao vídeo duas vezes, podendo fazer anotações enquanto assiste.

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Confira o seu texto

  • Dá para ver quem escreve: um jornalista do caderno de Educação.
  • O texto fala com o leitor certo: os leitores do jornal.
  • Cumpre o propósito: apresentar a feira Ciência na Praça.
  • Tem forma de artigo de jornal: começo, fim e tom adequados.
  • Explica o que é a feira: uma feira de ciências gratuita que percorre o interior do Piauí em um caminhão
  • Explica como funciona: três dias em cada cidade, escolas de manhã e público das 16h às 21h, experiências em tendas, monitores jovens das próprias cidades
  • Apresenta pelo menos dois resultados: 38 municípios, mais de 60 mil visitantes, clubes de ciências em 14 escolas
  • Informa as próximas paradas: Floriano (12 a 14 de setembro) e Picos (19 a 21 de setembro)
  • Usei as minhas próprias palavras: não copiei frases da fonte.
  • Quem não viu a fonte entenderia o meu texto.
  • Os erros de língua não atrapalham a leitura.

Texto modelo: nota 5

Feira itinerante leva laboratório às praças do interior do Piauí

Um caminhão carregado de microscópios, telescópios e foguetes de garrafa plástica está mudando a forma como estudantes do interior do Piauí aprendem ciências. Trata-se da Ciência na Praça, feira gratuita que desde 2021 percorre o estado e transforma praças em laboratórios ao ar livre.

O projeto foi criado pelo professor de Física Márcio Teles, que lecionava em uma escola sem laboratório e decidiu levar as experiências até os alunos. A feira permanece três dias em cada cidade. Pela manhã, atende turmas de escolas públicas, com visita agendada; das 16h às 21h, recebe qualquer pessoa, sem cobrar entrada. São 25 experiências distribuídas em quatro tendas, de Física, Química, Biologia e Astronomia, apresentadas por 40 monitores: universitários e alunos do ensino médio das próprias cidades, treinados pela equipe. À noite, o público faz fila para observar o céu em três telescópios.

Os números mostram o alcance da iniciativa. Em quatro anos, a feira esteve em 38 municípios e foi vista por mais de 60 mil pessoas. Segundo os organizadores, 14 escolas visitadas criaram clubes de ciências depois da passagem do caminhão. O objetivo, de acordo com o coordenador, é ensinar os jovens a questionar o que leem e ouvem.

A próxima parada é Floriano, de 12 a 14 de setembro. Em seguida, de 19 a 21 de setembro, a feira chega a Picos. Escolas interessadas devem agendar a visita na secretaria de Educação do município.

Why it’s a 5: This reads like a newspaper article from the headline down: a lead with the essentials, no eu, no greeting, and an ending that gives service information. All three things the task asks for are there, each in its own paragraph, and the figures that were only on the screen ("38 municípios", "das 16h às 21h", the dates for Floriano and Picos) are all correct. The source is reworded throughout: Márcio's "aprenda a perguntar por quê" becomes "ensinar os jovens a questionar o que leem e ouvem".

Texto modelo: nota 3

Ciência na Praça

Olá, leitores! Eu assisti uma reportagem muito interessante sobre uma feira de ciências e eu quero contar para vocês.

A Ciência na Praça é uma feira que viaja pelo interior do estado dentro de um caminhão. Quando o caminhão abre as portas, a praça vira um laboratório a céu aberto. O professor Márcio começou o projeto em 2021 porque a sua escola não tinha laboratório. Tem muitas experiências de física, química e outras matérias, e os monitores são jovens estudantes que explicam tudo para as pessoas.

A feira é de graça e fica alguns dias em cada cidade. Já visitou 28 cidades e mais de 60 mil pessoas foram lá. Na noite, as pessoas podem olhar o céu com telescópios, que é muito bonito para as famílias. Eu penso que este projeto é muito importante, porque a ciência é o futuro do país e todos os crianças merecem aprender.

A feira vai continuar a viajar em outras cidades do Piauí nos próximos semanas. Espero que vocês visitam!

Atenciosamente,

Laura

Why it’s a 3: The reader does learn what the fair is, so the main job is done. But a journalist's article doesn't greet the readers, say "Eu assisti uma reportagem" or end with "Atenciosamente": those belong to a letter. Two sentences are copied from the reporter ("Quando o caminhão abre as portas, a praça vira um laboratório a céu aberto"), "28 cidades" is wrong (the screen said 38), and the next stops, which the task asked for and which were on the screen only, are missing. The slips (na noite for à noite, todos os crianças, espero que vocês visitam for visitem) don't block the reader. With a headline and lead in place of the greeting, and Floriano and Picos with their dates, this would be a 4.

Áudio · toca duas vezes, como no exame

Patinetes elétricos: de quem é a calçada?

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Transcrição (leia só depois de escrever o seu texto)

Apresentadora: Você está ouvindo o Cidade em Debate. Toda quinta-feira, o nosso comentarista de mobilidade, Sérgio Vasconcelos, fala sobre um problema das ruas da nossa cidade. Sérgio, hoje o assunto são os patinetes elétricos, né?

Sérgio: Isso mesmo, Lúcia. Bom dia para você, bom dia para os ouvintes. Olha, os patinetes de aluguel chegaram à nossa cidade há oito meses. Hoje são 1.500, espalhados principalmente pela orla e pelo centro.

Sérgio: E eu começo dizendo uma coisa: eu não sou contra o patinete. Ele não polui, não faz barulho e, para um trajeto curto, de um ou dois quilômetros, é ótimo. Custa R$ 3 para desbloquear e mais 50 centavos por minuto. Muita gente deixou o carro em casa por causa dele.

Apresentadora: Então qual é o problema?

Sérgio: O problema, Lúcia, é onde ele anda e onde ele fica parado. Esses patinetes chegam a 25 quilômetros por hora. E a maioria das pessoas anda com eles na calçada, no meio dos pedestres. Imagina uma senhora caminhando devagar e, do lado dela, passando um veículo a 25 por hora, sem fazer nenhum barulho.

Sérgio: A nossa produção ligou para três prontos-socorros da cidade. Em seis meses, eles atenderam 96 pessoas feridas em acidentes com patinete. E olha o dado que mais me preocupa: uma em cada três não estava em cima do patinete. Era pedestre.

Apresentadora: A gente recebeu aqui a mensagem da dona Lourdes, de 78 anos, moradora do Jardim Atlântico. Ela conta que foi derrubada na calçada, na porta da farmácia, e quebrou o pulso. O rapaz do patinete pediu desculpa e foi embora.

Sérgio: Pois é. E tem o segundo problema, que é o estacionamento. Como o patinete não tem ponto fixo, a pessoa termina a corrida e larga em qualquer lugar. Larga na rampa do cadeirante, larga em cima do piso tátil, que é aquele piso com relevo que guia as pessoas cegas, larga na porta da garagem dos outros.

Sérgio: Eu conversei com um rapaz que usa cadeira de rodas, o Everton. Ele me disse o seguinte: Sérgio, eu levei anos para conseguir uma rampa na minha rua, e agora a rampa vive fechada por patinete.

Apresentadora: E não existe lei para isso, Sérgio?

Sérgio: Então, existem regras nacionais de trânsito para esse tipo de veículo, mas muita coisa fica para cada município decidir: onde pode circular, onde pode estacionar, quem fiscaliza. E a nossa cidade ainda não decidiu nada. Na prática, hoje ninguém fiscaliza e ninguém é multado.

Apresentadora: E as cidades que já decidiram, o que fizeram?

Sérgio: Olha, as que resolveram o problema fizeram mais ou menos quatro coisas. Primeiro, proibiram o patinete na calçada: ele vai para a ciclovia e para a ciclofaixa, com limite de 20 quilômetros por hora. Segundo, criaram vagas marcadas no chão, e a corrida só termina se o patinete estiver dentro da vaga.

Sérgio: Terceiro, exigiram idade mínima de 18 anos, porque hoje a gente vê criança de 12 anos, às vezes duas no mesmo patinete. E quarto, que para mim é o mais importante: a multa vai também para a empresa. Se o patinete dela está fechando uma rampa, é ela que paga. Aí, minha amiga, a empresa se organiza rapidinho.

Apresentadora: E o capacete?

Sérgio: O capacete é recomendado, mas quase ninguém usa. Eu mesmo, confesso, andei sem capacete no dia em que fui testar, e quase caí num buraco na avenida da praia. Mas isso é assunto para outro dia.

Sérgio: O que eu quero dizer é o seguinte: quem pode criar essas regras são os vereadores. Então, ouvinte, se você se preocupa com isso, escreva para a Câmara Municipal, cobre. A calçada é do pedestre.

Apresentadora: Sérgio Vasconcelos, obrigada. Semana que vem tem mais.

Material escrito para este curso, no formato do exame.

Tarefa 2 · áudio → texto

Patinetes: um texto para o boletim do bairro

Você faz parte da associação de moradores do seu bairro, que decidiu organizar um abaixo-assinado para pedir à Câmara Municipal regras para os patinetes elétricos de aluguel. Depois de ouvir o comentário do programa Cidade em Debate, escreva um texto para o boletim da associação, dirigido aos seus vizinhos. Em seu texto, explique o problema descrito no comentário, apresente as regras que o comentarista defende e convoque os moradores a assinar o abaixo-assinado. Você vai ouvir o áudio duas vezes, podendo fazer anotações enquanto ouve.

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Confira o seu texto

  • Dá para ver quem escreve: um morador que faz parte da associação do bairro.
  • O texto fala com o leitor certo: os vizinhos, leitores do boletim.
  • Cumpre o propósito: explicar o problema dos patinetes e convocar para o abaixo-assinado.
  • Tem forma de texto para o boletim da associação de moradores: começo, fim e tom adequados.
  • Fala aos vizinhos como membro da associação
  • Explica o problema com pelo menos dois fatos do comentário: alta velocidade entre os pedestres, pessoas feridas, patinetes largados em rampas e no piso tátil, falta de regras municipais e de fiscalização
  • Apresenta pelo menos três das regras defendidas: proibir nas calçadas, limite de 20 km/h nas ciclovias, vagas marcadas, idade mínima de 18 anos, multa para as empresas
  • Convoca claramente os moradores a assinar o abaixo-assinado dirigido à Câmara Municipal
  • Usei as minhas próprias palavras: não copiei frases da fonte.
  • Quem não viu a fonte entenderia o meu texto.
  • Os erros de língua não atrapalham a leitura.

Texto modelo: nota 5

Patinetes na calçada: vamos pedir regras à Câmara

Vizinhos, quem caminha pelo nosso bairro já percebeu: os patinetes elétricos de aluguel tomaram conta das calçadas. Eles chegaram à cidade há oito meses e já são cerca de 1.500. São práticos e não poluem, mas, sem regras, viraram um perigo para quem anda a pé.

O assunto foi tema, nesta semana, do programa de rádio Cidade em Debate. Segundo o comentarista, esses veículos alcançam 25 km/h e circulam entre os pedestres. Em seis meses, três prontos-socorros da cidade atenderam quase cem feridos, e um terço deles nem estava em cima de um patinete. Além disso, os patinetes são deixados em qualquer canto, inclusive nas rampas para cadeirantes e sobre o piso tátil que orienta as pessoas cegas. Como o município ainda não definiu regras, ninguém é fiscalizado nem multado.

O comentarista defende quatro medidas, já adotadas em outras cidades: tirar os patinetes das calçadas e levá-los para as ciclovias, com limite de 20 km/h; criar vagas marcadas para o estacionamento; exigir idade mínima de 18 anos; e multar também as empresas quando seus veículos bloquearem a passagem.

Quem pode aprovar essas regras são os vereadores. Por isso, a nossa associação preparou um abaixo-assinado que será entregue à Câmara Municipal. Para que ele tenha força, precisamos de muitas assinaturas. Assine na sede da associação e peça a quem mora com você que assine também.

A calçada é de todos nós. Contamos com você!

Marta Queiroz, da Associação de Moradores do Jardim Atlântico

Why it’s a 5: This is a newsletter text and not a letter to the council: a title that calls, "Vizinhos," in the first line, and the association's voice ("a nossa associação preparou um abaixo-assinado"). The three things the task asks for come in order: the problem, with the radio's figures reworded honestly ("96" becomes "quase cem", "uma em cada três" becomes "um terço"), the four measures in one sentence, and a call that says exactly what to do ("Assine na sede da associação"). The subjunctive is right where it is needed (peça a quem mora com você que assine).

Texto modelo: nota 3

Prezados moradores,

Eu sou um morador do bairro e eu faço parte da associação. Eu escutei um programa na rádio sobre os patinetes elétricos e eu quero contar para vocês.

Os patinetes chegam a 25 quilômetros por hora e a maioria das pessoas anda com eles na calçada, no meio dos pedestres. Isso é muito perigoso para os pessoas idosas. Uma senhora de 78 anos foi derrubada na calçada e quebrou o seu pulso. Em seis meses, 66 pessoas tiveram acidentes com patinete. Também as pessoas deixam os patinetes em todo lugar depois de usar.

Eu acho que os patinetes são bons para o meio ambiente, mas eles precisam de regras. Na minha opinião, a tecnologia sempre traz problemas novos e a sociedade precisa de adaptar-se. O comentarista disse que os patinetes não podem andar na calçada.

A associação tem um abaixo-assinado para a Câmara. Eu espero que vocês assinam. É importante que todos os vizinhos participam.

Atenciosamente,

David

Why it’s a 3: The neighbours learn what the problem is and that there is a petition, so the text does its job. What holds it at 3: only one rule is presented where the commentator defends four, "66 pessoas" is a mishearing of 96, and the first sentence of the second paragraph repeats the commentator almost word for word. The call is weak: the reader isn't told what the petition asks for or where to sign. "Prezados moradores," and "Atenciosamente" make a newsletter text look like a formal letter, and there is no title. The language slips are the usual ones (os pessoas idosas, precisa de adaptar-se for precisa se adaptar, espero que vocês assinam for assinem, é importante que todos os vizinhos participam for participem). Three rules, a title and a call that says what the petition asks for would lift it to a 4.

Texto para ler

No Recife, escola de circo que mudou a vida de gerações luta para não baixar a lona

Às três da tarde, o galpão de paredes azuis à beira-mar, em Brasília Teimosa, zona sul do Recife, parece pequeno para tanta gente no ar. Uma menina de dez anos sobe pelo tecido acrobático até quase tocar o telhado; embaixo, quatro garotos equilibram pratos em varetas, e um grupo ensaia uma pirâmide humana. É mais uma tarde na Escola de Circo Social Maré Cheia, que há 16 anos oferece aulas gratuitas a crianças e adolescentes do bairro.

A escola nasceu em 2009, quando o ex-trapezista Ivanildo Sabino, o Nildo, voltou ao bairro onde cresceu, depois de duas décadas viajando com circos pelo Nordeste. Com a pedagoga Tereza Cavalcanti, ele conseguiu emprestado um antigo depósito da colônia de pescadores e começou a ensinar malabares a quinze meninos que passavam as tardes na rua. “Eu não queria formar artista. Queria que eles tivessem um lugar para onde ir depois da aula”, lembra Nildo, hoje com 61 anos.

Atualmente, a Maré Cheia atende 180 alunos de 7 a 17 anos, no horário em que não estão no colégio. Além de acrobacia, malabarismo, tecido e palhaçaria, eles têm reforço de português e matemática e recebem um lanche. Há uma única exigência: estar matriculado na escola regular e não faltar às aulas. “O boletim é o ingresso”, resume Tereza. Segundo ela, nenhum aluno do projeto abandonou os estudos nos últimos três anos.

Desde a fundação, mais de 2.300 jovens passaram pelo picadeiro do galpão. Cerca de trinta vivem hoje da arte, em circos, companhias de teatro e escolas de dança do Brasil e do exterior. Outros seguiram caminhos diferentes, mas dizem ter levado dali algo que não se aprende em sala de aula. “No trapézio você descobre que precisa confiar em quem segura você. Isso me serviu para tudo”, afirma a fisioterapeuta Daniele Moura, de 27 anos, ex-aluna. Todo fim de ano, o espetáculo Maré de Dezembro, montado pelos alunos, reúne cerca de 2 mil pessoas na praia do bairro.

Para a pesquisadora Lúcia Arruda, que estuda projetos de arte e educação, o circo social funciona porque trata o risco de forma positiva. “O adolescente procura desafio. Ali ele encontra um desafio com regra, com cuidado e com um adulto por perto”, explica. Ela lembra que Pernambuco tem longa tradição circense, com famílias que percorrem o interior há mais de um século.

Agora, porém, é a própria escola que está na corda bamba. Em junho, a empresa que patrocinava o projeto havia nove anos encerrou o contrato, e a Maré Cheia perdeu sua principal fonte de renda. Para funcionar, a escola precisa de R$ 38 mil por mês, valor que cobre o pagamento de oito instrutores, o lanche e a manutenção dos equipamentos. Desde então, sobrevive com doações de moradores e com uma campanha na internet, que juntas arrecadam menos da metade disso.

Os efeitos já aparecem. As aulas, que aconteciam de segunda a sexta, foram reduzidas a três dias por semana. A turma de iniciantes foi suspensa, e a lista de espera chegou a 140 crianças. Colchões de segurança e cabos de aço precisam ser trocados, e o telhado tem goteiras. “Com criança no ar, não dá para improvisar”, diz Nildo. Se não surgir um novo apoio, a escola fecha as portas em dezembro, logo depois do espetáculo.

A direção pretende pedir ajuda ao poder público e a empresas da cidade. Enquanto isso, as mães se organizam. A diarista Rosilene Barbosa, que tem dois filhos no projeto, vende bolo na porta do galpão para ajudar a pagar a conta de luz. “Meu mais velho era brigão, vivia na rua. Hoje ele chega em casa cansado e feliz”, conta. “Se o circo fechar, para onde esses meninos vão?”

Reportagem escrita para este curso, no formato do exame.

Tarefa 3 · leitura → texto

Uma campanha para a escola de circo

Você foi aluno da Escola de Circo Social Maré Cheia, que pode fechar por falta de recursos. A direção convidou você a escrever o texto de apresentação da campanha de financiamento coletivo da escola na internet. Com base na reportagem, escreva esse texto, dirigido às pessoas que visitam a página da campanha. Em seu texto, apresente a história da escola e o que ela já conquistou e explique para que o dinheiro arrecadado será usado.

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Confira o seu texto

  • Dá para ver quem escreve: um ex-aluno da escola de circo.
  • O texto fala com o leitor certo: as pessoas que visitam a página da campanha.
  • Cumpre o propósito: convencer o público a contribuir para a escola.
  • Tem forma de texto para uma campanha de financiamento coletivo: começo, fim e tom adequados.
  • Fala como ex-aluno e pede a contribuição de quem lê
  • Apresenta a história da escola: criada em 2009 por um ex-trapezista e uma pedagoga, em um depósito emprestado, com quinze meninos; hoje, aulas gratuitas de circo, reforço escolar e lanche para 180 alunos
  • Cita pelo menos duas conquistas: mais de 2.300 jovens atendidos, nenhum abandono escolar em três anos, ex-alunos que vivem da arte, o espetáculo de fim de ano
  • Explica para que serve o dinheiro: os R$ 38 mil mensais para instrutores, lanche e equipamentos, a troca do material de segurança, a volta das aulas e da turma suspensas
  • Usei as minhas próprias palavras: não copiei frases da fonte.
  • Quem não viu a fonte entenderia o meu texto.
  • Os erros de língua não atrapalham a leitura.

Texto modelo: nota 5

Ajude a Maré Cheia a continuar no ar

Meu nome é Rafael Lins, tenho 24 anos e sou professor de educação física. Dos 9 aos 17 anos, passei as minhas tardes na Escola de Circo Social Maré Cheia, em Brasília Teimosa, no Recife. Foi naquele galpão que descobri a minha profissão. Hoje a escola pode fechar, e eu peço a sua ajuda para que isso não aconteça.

A Maré Cheia foi criada em 2009 por Nildo Sabino, um trapezista que voltou ao bairro depois de vinte anos na estrada, e pela pedagoga Tereza Cavalcanti. Começaram com quinze meninos em um depósito emprestado. Hoje são 180 alunos, de 7 a 17 anos, que têm aulas gratuitas de circo, reforço escolar e lanche, desde que frequentem o colégio. Em 16 anos, mais de 2.300 jovens passaram por lá. Há três anos nenhum aluno deixa os estudos, e cerca de trinta ex-alunos vivem hoje da arte.

Em junho, a escola perdeu o seu patrocinador. Desde então, abre só três dias por semana e fechou a turma de iniciantes, enquanto 140 crianças esperam uma vaga.

A sua doação tem destino certo. A escola precisa de R$ 38 mil por mês para pagar os oito instrutores, o lanche e a manutenção dos equipamentos. Com o valor arrecadado, queremos também trocar os colchões de segurança e os cabos de aço, consertar o telhado e voltar a dar aulas de segunda a sexta.

Qualquer quantia ajuda. Doe, compartilhe esta página e venha nos ver em dezembro. Outras crianças merecem a chance que eu tive.

Why it’s a 5: The former student is there from the first line and comes back at the end ("a chance que eu tive"), so the visitor meets a person and not a summary of a report. The text speaks straight to possible donors ("eu peço a sua ajuda", "A sua doação tem destino certo"), with a title that calls and no letter frame. The history takes three lines, the results are chosen for a donor ("mais de 2.300 jovens", "nenhum aluno deixa os estudos"), and the fourth paragraph says exactly where the money goes: "R$ 38 mil por mês", the instructors, the safety equipment, the roof. The report is reworded throughout ("encerrou o contrato" becomes "perdeu o seu patrocinador").

Texto modelo: nota 3

Prezados senhores,

Eu sou um ex-aluno da escola de circo Maré Cheia e eu escrevo para pedir dinheiro para a escola. A escola é muito especial para mim porque eu passei muitos anos lá quando eu era criança.

A escola nasceu em 2009, quando o ex-trapezista Ivanildo Sabino voltou ao bairro onde cresceu, depois de duas décadas viajando com circos pelo Nordeste. Ele começou a ensinar malabares a quinze meninos que passavam as tardes na rua. Agora tem 180 alunos e as aulas são grátis.

O circo é muito bom para as crianças. Eles aprendem a confiar e ficam longe da rua. Eu realizei que o circo mudou minha vida. Mais de 2.300 jovens estudaram lá e alguns são artistas atualmente.

Mas agora a escola tem um problema grande porque perdeu o patrocinador e não tem dinheiro suficiente. É preciso 38 mil reais por ano. Se as pessoas não ajudam, a escola vai fechar em dezembro e isso será muito triste para o bairro.

Eu espero que vocês podem ajudar a escola. Obrigado pela sua atenção.

Atenciosamente,

Michael

Why it’s a 3: The role and the appeal are there, and so are the history and two results, so the text does its main job. It stays at 3 because the history is lifted from the report ("voltou ao bairro onde cresceu, depois de duas décadas viajando com circos…") and the second thing the task asked for is almost missing: the reader learns that the school needs money, not what the money will pay for. "38 mil reais por ano" is wrong (it is per month), which makes the need look small. "Prezados senhores," and "Atenciosamente" turn a campaign page into a letter, and there is no title. The slips are typical: eles for as crianças, the false friend eu realizei for percebi, se as pessoas não ajudam for ajudarem, espero que vocês podem for possam. The history in his own words, the right figure with what it covers, and no letter frame would make this a 4.

Texto para ler

A geração que não sabe esperar

Na semana passada, um aluno me procurou no fim da aula, aflito. Tinha entregado um trabalho pela manhã e queria saber a nota. Expliquei que eu tinha outras cento e vinte redações para ler e que o resultado sairia em quinze dias. Ele me olhou como se eu tivesse dito quinze anos. “Mas, professora, não dá para ver só o meu agora?”

Não o culpo. Ele cresceu em um mundo no qual quase nada demora. A série inteira chega de uma vez, sem uma semana de intervalo entre os capítulos. O jantar aparece na porta em vinte minutos. A mensagem é respondida em segundos e, quando não é, os dois tracinhos azuis avisam que alguém nos fez esperar de propósito. A tecnologia eliminou a espera de tal maneira que esperar passou a parecer um defeito do sistema, e não uma parte da vida.

Os efeitos aparecem nos números. Uma pesquisa feita por uma universidade paulista com 1.200 jovens de 16 a 24 anos mostrou que 68% desistem de um vídeo que leva mais de cinco segundos para carregar. Até aí, nada grave. O dado que me preocupa é outro: 54% disseram já ter abandonado um curso, um esporte ou um instrumento musical no primeiro mês, por não verem resultado. Quem dá aula conhece a cena. O livro é largado na página vinte porque “não acontece nada”. O violão vai para cima do armário porque, depois de três aulas, a música ainda não saiu.

A espera, no entanto, ensina coisas que nenhum aplicativo ensina. Ensina a lidar com a frustração, porque nem tudo vem quando queremos. Ensina a planejar, porque quem sabe que o resultado demora aprende a dividir o caminho em etapas. E, o que me parece mais importante, dá valor às coisas: minha avó juntou dinheiro durante dois anos para comprar uma máquina de costura e cuidou dela a vida inteira. O que chega sem demora também se joga fora sem pena.

Sei o que dirão os mais jovens, e em parte eles têm razão. Toda geração acha a seguinte apressada e mimada; meus pais diziam o mesmo de mim por causa da televisão. É verdade também que os jovens de hoje esperam, e muito, pelo que realmente importa: levam anos para conseguir um emprego estável e mais ainda para sair da casa dos pais. E reconheço que a impaciência tem seu lado bom. Foi uma geração sem paciência que saiu às ruas para exigir medidas contra a crise do clima, cansada de ouvir que era preciso aguardar.

Mas uma coisa é não aceitar esperar por justiça; outra é não suportar esperar por um resultado que depende de treino. A primeira impaciência muda o mundo. A segunda impede a pessoa de aprender qualquer coisa difícil, e tudo o que vale a pena aprender, de uma língua a uma profissão, é difícil e lento.

Por isso, defendo que a família e a escola voltem a ensinar a esperar, de propósito. Não com sermão, que não funciona, mas com experiências. Projetos escolares que durem um semestre inteiro, e não uma semana. Uma horta, em que a semente leva meses para virar comida. Um instrumento, um esporte, uma língua. Em casa, a mesada que precisa ser guardada para comprar o que se deseja e, de vez em quando, uma fila enfrentada sem celular na mão.

Meu aluno recebeu a nota quinze dias depois. Foi bem. Quando lhe entreguei a redação, perguntei se a espera tinha sido tão terrível. Ele riu: “Eu já tinha até esquecido, professora”. Talvez seja esse o melhor argumento. Quem aprende a esperar descobre que o tempo passa de qualquer jeito, e que é possível viver enquanto ele passa.

Helena Prado é professora de Língua Portuguesa e colunista da revista Ponto de Vista.

Coluna de opinião escrita para este curso, no formato do exame. A revista e a autora são fictícias.

Tarefa 4 · leitura → texto

Carta sobre a geração que não sabe esperar

A revista Ponto de Vista publicou a coluna “A geração que não sabe esperar”, de Helena Prado. Como leitor da revista, escreva uma carta para a seção de cartas posicionando-se em relação à opinião da autora. Em seu texto, retome os principais argumentos da coluna e defenda o seu ponto de vista.

Write your text on paper or in a document, then open the box below to check it.

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Confira o seu texto

  • Dá para ver quem escreve: um leitor da revista.
  • O texto fala com o leitor certo: o editor e os leitores da revista.
  • Cumpre o propósito: posicionar-se sobre a opinião da colunista.
  • Tem forma de carta do leitor: começo, fim e tom adequados.
  • Identifica a coluna e a autora logo no início
  • Retoma com fidelidade pelo menos dois argumentos da autora: a tecnologia eliminou a espera, os jovens desistem cedo, esperar ensina a lidar com a frustração e a planejar, a família e a escola devem ensinar a esperar
  • Toma uma posição clara: concorda, discorda ou concorda em parte
  • Defende a posição com pelo menos dois argumentos ligados ao texto
  • Usei as minhas próprias palavras: não copiei frases da fonte.
  • Quem não viu a fonte entenderia o meu texto.
  • Os erros de língua não atrapalham a leitura.

Texto modelo: nota 5

Prezado editor,

Li com interesse a coluna “A geração que não sabe esperar”, de Helena Prado, publicada na última edição da Ponto de Vista. Concordo com a autora apenas em parte e gostaria de explicar por quê.

A colunista afirma que a tecnologia acabou com a espera e que, por isso, os jovens desistem cedo de tudo o que exige tempo. Para ela, esperar ensina a suportar frustrações, a planejar e a valorizar o que se conquista. Nesse ponto, ela tem razão. Sou instrutor de natação e vejo todos os meses alunos que abandonam as aulas na terceira semana, como os 54% da pesquisa citada, que largaram uma atividade antes de completar um mês.

No entanto, acredito que o texto é injusto ao tratar o problema como defeito de uma geração. Os adultos também não suportam mais esperar: somos nós que pedimos comida pelo aplicativo e reclamamos quando a mensagem não é respondida. Além disso, a própria autora reconhece que os jovens aguardam anos por um emprego estável. Quem espera tanto pelo essencial talvez tenha o direito de querer rapidez no resto.

Por fim, apoio a proposta de projetos longos na escola, como a horta ou o instrumento musical, mas penso que ela só funcionará se os adultos derem o exemplo. Não adianta exigir paciência dos filhos com o celular na mão.

Parabenizo a revista por publicar um texto que provoca reflexão.

Atenciosamente,

Bruno Tavares, Campinas (SP)

Why it’s a 5: The letter names the column, the author and the magazine in its first sentence and states its position at once ("Concordo com a autora apenas em parte"). The second paragraph sums up her case fairly before answering it, and the answer uses the column against itself: "a própria autora reconhece que os jovens aguardam anos por um emprego estável". The connectors carry the argument (no entanto, além disso, por fim), the future subjunctive is right (se os adultos derem o exemplo), and it is signed with a name and a city, as a reader's letter is.

Texto modelo: nota 3

Olá,

Eu li o artigo de Helena Prado sobre a geração que não sabe esperar. Eu sou de acordo com ela.

Hoje a tecnologia é muito rápida. A série inteira chega de uma vez, o jantar aparece na porta em vinte minutos e a mensagem é respondida em segundos. Os jovens não têm paciência por nada. Eu tenho um sobrinho que ele fica nervoso quando a internet é lenta por um minuto.

Na minha opinião, a paciência é uma virtude muito importante na vida. Quando eu era criança, eu esperava uma semana para assistir meu programa favorito e eu era feliz. As pessoas de hoje querem tudo imediatamente e isso faz elas infelizes. Também os pais são culpados porque eles dão tudo aos filhos.

Eu acho que as escolas devem ensinar os alunos para esperar. É importante que os jovens aprendem isso antes de ser adultos.

Obrigada,

Susan

Why it’s a 3: It takes a position and names the author, so it does the task. But the column's case is hardly there: the examples in the second paragraph are copied ("A série inteira chega de uma vez, o jantar aparece na porta em vinte minutos…"), and what the author says waiting teaches, her figures and her concessions are all missing. The third paragraph is a general essay about patience, not an answer to her. "Olá," and "Obrigada" aren't how a reader's letter opens and closes. The language slips: eu sou de acordo for concordo, paciência por nada for para nada, um sobrinho que ele fica, ensinar os alunos para esperar for a esperar, é importante que os jovens aprendem for aprendam. Two of her arguments in the writer's own words, and one reason that answers them, would make this a 4.

Depois da prova

Largue a caneta quando o relógio chegar a zero, mesmo no meio de uma frase. Descanse quinze minutos antes de corrigir: você vai ler melhor.

Depois, para cada uma das quatro tarefas:

  1. Abra a caixa de correção e marque, na lista, o que o seu texto faz. Seja honesto: se o ponto está “mais ou menos”, não marque.
  2. Leia os dois textos modelo e os comentários. Pergunte: o meu texto se parece mais com o da nota 5 ou com o da nota 3? Onde?
  3. Leia a transcrição do vídeo e do áudio e confira os seus números, nomes e datas.
  4. Dê a sua nota, de 0 a 5. A página guarda as quatro notas e usa todas no resultado de amanhã.

Anote também três coisas que não aparecem na nota: em que minuto você terminou cada tarefa, qual delas ficou sem fim e qual foi a mais difícil de começar. Você vai usar essas anotações no dia 53.

Guarde as quatro folhas. Amanhã vem a parte oral deste simulado: vinte minutos de conversa, e depois o seu primeiro resultado completo.

Finish day 51

Written your text or recorded your answers, and marked them? Then that’s today finished. Come back tomorrow: steady daily work is what moves your score.

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