Day 41: Timed practice: two tasks on the week’s themes

Celpe-Bras course › Week 6: Brazil in ten themes

Day 41 · Timed practice of 56 · about 90 minutes

Today you practice, with no new teaching:

  • Tarefa 1 in 30 minutes, the two showings of the video included
  • Tarefa 4 in 40 minutes, from an opinion article with figures
  • Two oral cards, five minutes each, on themes from this week
  • About 90 minutes in all. Have paper, a black pen and a clock ready before you start

Antes de começar

Quatro lembretes desta semana. Leia e comece.

  1. QPQO antes de tudo. Quem sou eu, para quem escrevo, para quê, o quê. Trinta segundos no enunciado, antes do vídeo e antes do artigo.
  2. No vídeo, leia a tela. Dias, quantidades e regras aparecem escritos e o repórter nem sempre os repete. Anote em duas colunas: o que ouvi e o que li.
  3. Explique as referências. Se o seu leitor pode não conhecer um nome ou uma sigla, acrescente uma explicação curta depois da vírgula.
  4. Na proposta, quatro movimentos: a situação, a proposta, as ações concretas e os resultados esperados. Os números do artigo são os seus argumentos. A opinião do autor não é a sua proposta: você escreve para outro leitor, com outro objetivo.

Faça as duas tarefas sem parar entre elas, como no exame. Só depois abra as caixas de correção.

Tarefas

Vídeo · toca duas vezes, como no exame

Uma semana sem lixo na escola

The video needs JavaScript. You can read the transcript below instead.

Transcrição (leia só depois de escrever o seu texto)

Repórter: Hora do recreio na Escola Municipal Rui Lacerda, em Maringá, no Paraná. Mas hoje, em vez de correr para a cantina, os alunos correm para a balança. Na tela: MARINGÁ, PARANÁ · Escola Municipal Rui Lacerda

Repórter: É que a escola de 640 alunos acaba de viver a Semana Lixo Zero. Durante cinco dias, tudo o que ia para a lixeira foi separado, pesado e anotado em um grande painel no pátio. Na tela: SEMANA LIXO ZERO · 640 alunos · 5 dias

Helena: A gente fez uma conta antes de começar. A escola jogava fora 85 quilos de lixo por dia. Por dia! E a maior parte era comida e embalagem. Aí eu falei para os alunos: vamos ver até onde a gente consegue baixar esse número. Na tela: Helena Brandão · Professora de Ciências

Repórter: Cada dia teve um desafio. Na segunda, lanche sem embalagem. Na terça, os copos descartáveis sumiram, e cada aluno trouxe a sua garrafa ou a sua caneca. Na quarta, o desafio foi na merenda: colocar no prato só o que vai comer. Na tela: OS DESAFIOS · Segunda: lanche sem embalagem · Terça: nenhum copo descartável · Quarta: prato limpo na merenda · Quinta: oficina de consertos e feira de trocas · Sexta: mutirão das composteiras

Caio: Eu sempre pegava muito arroz e deixava metade. Agora eu pego pouco e, se quiser, repito. A tia da cozinha até me deu parabéns. Na tela: Caio, 13 anos · Aluno do 8º ano

Repórter: Na quinta, pais e avós vieram ensinar a consertar roupas e brinquedos, e os alunos trocaram livros e jogos que não usavam mais. E na sexta, todos juntos montaram as composteiras, que vão transformar as sobras da cozinha em adubo. Na tela: 3 composteiras · Adubo para a horta da escola

Helena: O resultado está ali no painel. Na sexta-feira, a escola produziu 31 quilos de lixo. Quer dizer, menos da metade. E, só de copo descartável, a gente deixou de usar uns 3 mil na semana. Na tela: LIXO POR DIA · Antes: 85 kg · Sexta-feira: 31 kg · Copos descartáveis a menos: 3.000

Repórter: A turma que mais reduziu o seu lixo ganhou um prêmio diferente: um piquenique no Parque do Ingá. Na tela: Turma vencedora: 6º ano B

Caio: Em casa eu também mudei. Minha mãe agora separa o lixo, porque eu fico no pé dela.

Repórter: A semana acabou, mas algumas regras ficaram. Os copos descartáveis não voltam mais, e o lixo continua indo para a balança de tempos em tempos. Na tela: O QUE CONTINUA · Fim dos copos descartáveis · Pesagem do lixo uma vez por mês · Composteiras: aos cuidados do 7º ano

Helena: Lixo zero de verdade é difícil, a gente sabe. Mas o que eu queria era que eles olhassem para a lixeira de outro jeito. E isso eles aprenderam.

Repórter: A ideia já chamou a atenção dos vizinhos: outras três escolas da cidade pediram para conhecer o projeto.

Reportagem de TV escrita para este curso, no formato do exame.

Tarefa 1 · vídeo → texto · 30 minutos

A Semana Lixo Zero da nossa escola

Você é professor da Escola Municipal Rui Lacerda, mostrada na reportagem. Escreva um texto para o site da escola contando aos alunos, às famílias e aos funcionários como foi a Semana Lixo Zero. Em seu texto, relate as atividades realizadas, apresente os resultados e explique o que continua depois da semana. Você vai assistir ao vídeo duas vezes, podendo fazer anotações enquanto assiste.

Write your text on paper or in a document, then open the box below to check it.

I’ve finished writing: check my text

Confira o seu texto

  • Dá para ver quem escreve: um professor da escola.
  • O texto fala com o leitor certo: os alunos, as famílias e os funcionários.
  • Cumpre o propósito: contar como foi a Semana Lixo Zero e o que continua.
  • Tem forma de texto para o site de uma escola: começo, fim e tom adequados.
  • Relata pelo menos três atividades: lanche sem embalagem, fim dos copos descartáveis, prato limpo na merenda, oficina de consertos e feira de trocas, composteiras
  • Apresenta os resultados com números: de 85 para 31 quilos de lixo por dia, cerca de 3 mil copos a menos
  • Explica o que continua: sem copos descartáveis, pesagem do lixo uma vez por mês, composteiras com o 7º ano
  • Usei as minhas próprias palavras: não copiei frases da fonte.
  • Quem não viu a fonte entenderia o meu texto.
  • Os erros de língua não atrapalham a leitura.

Texto modelo: nota 5

Semana Lixo Zero: nossa escola produziu menos da metade do lixo

Na semana passada, os 640 alunos da Escola Municipal Rui Lacerda aceitaram um desafio: jogar fora o mínimo possível. Durante cinco dias, todo o lixo da escola foi separado, pesado e registrado em um painel no pátio, para que cada turma acompanhasse o resultado.

Cada dia teve uma tarefa. Na segunda-feira, os lanches vieram de casa sem embalagem. Na terça, trocamos os copos descartáveis por garrafas e canecas. Na quarta, a regra na merenda foi servir-se apenas do que se ia comer. Na quinta, pais e avós ensinaram a consertar roupas e brinquedos, e houve uma feira de trocas de livros e jogos. Para fechar, na sexta, montamos juntos três composteiras, que vão produzir adubo para a nossa horta.

O esforço valeu a pena. Antes da semana, a escola gerava 85 quilos de lixo por dia; na sexta-feira, foram apenas 31. Além disso, deixamos de usar cerca de 3 mil copos plásticos. Parabéns ao 6º ano B, a turma que mais reduziu o seu lixo e que ganhou um piquenique no Parque do Ingá!

A semana terminou, mas as mudanças continuam: os copos descartáveis não voltam, o lixo será pesado uma vez por mês e os alunos do 7º ano cuidarão das composteiras.

Agradecemos às famílias que participaram e contamos com todos para manter esses hábitos também em casa.

Why it’s a 5: The voice is the school's own ("trocamos", "nossa horta", "Agradecemos às famílias") and the readers are its community. All three things the task asks for have their paragraph: the activities day by day, the results with both figures, and what stays. The screen-only details are in (Thursday's workshop, the winning class, "uma vez por mês", the 7th grade), and the wording is new: "prato limpo" becomes "servir-se apenas do que se ia comer". A title, no greeting, and a closing that suits a school site.

Texto modelo: nota 3

O lixo é um dos maiores problemas do mundo moderno. Todas as pessoas produzem muito lixo e isso é ruim para o planeta.

Na nossa escola nós fizemos a Semana Lixo Zero. Durante cinco dias, tudo o que ia para a lixeira foi separado, pesado e anotado em um grande painel no pátio. Cada dia teve um desafio. Por exemplo, os alunos trouxeram lanche sem embalagem e não usaram copos descartável. Também eles fizeram composteiras para o horta.

O resultado foi muito bom. A escola reduziu 31 quilos de lixo e economizou 3 mil copos. Os alunos aprenderam muito e eles estão animados por continuar. Um aluno disse que ele agora pega menos arroz na merenda.

Eu espero que todas as famílias fazem o mesmo em casa, porque o meio ambiente precisa de nossa ajuda.

Atenciosamente,

Professor de Ciências

Why it’s a 3: The activities and a result are there, so part of the task is done. But the text opens like a school essay ("O lixo é um dos maiores problemas do mundo moderno"), has no title, and ends with "Atenciosamente", which belongs to a letter. One sentence is the reporter's, word for word ("tudo o que ia para a lixeira foi separado, pesado e anotado…"). The figure is misreported: 31 kilos is what the school produced on Friday, down from 85, not the amount it cut. The third thing the task asks for, what continues after the week, is missing. Slips: copos descartável, o horta, animados por continuar (para), espero que todas as famílias fazem (façam). The two weights reported correctly and a paragraph on what continues would make this a 4.

Texto para ler

Domingo sem catraca

No último domingo, fui de ônibus ao Parque da Lajinha. Éramos sete passageiros em um veículo de quarenta lugares. Na volta, cinco. O motorista, com quem conversei no ponto final, resumiu a situação melhor do que qualquer relatório: “Domingo eu carrego banco”.

Os bancos vazios têm explicação. Para quem ganha pouco, passear custa caro antes mesmo de chegar ao passeio. Uma família de quatro pessoas gasta quase R$ 40 em passagens só para ir a um parque e voltar. Com esse dinheiro, compra-se o frango do almoço. Não surpreende que, em uma pesquisa do Instituto Rota com 1.200 moradores de Juiz de Fora, 46% das famílias de baixa renda tenham dito que ficam em casa aos domingos por causa do preço do transporte.

O resultado é uma cidade que funciona pela metade justamente no dia em que mais gente poderia aproveitá-la. Segundo o mesmo instituto, os ônibus transportam aos domingos apenas 22% dos passageiros de um dia útil, embora 60% da frota continue nas ruas. Pagamos, portanto, para que veículos quase vazios circulem entre bairros de onde ninguém sai.

Quem mais perde são os jovens. O parque é gratuito, o museu é gratuito, o centro cultural oferece oficinas de graça, mas tudo isso fica longe de onde a maior parte da juventude mora. Na pesquisa, 68% dos entrevistados de 15 a 24 anos disseram que frequentariam mais esses lugares se não precisassem pagar a passagem. O jovem da periferia conhece a própria cidade pela tela do celular.

Há uma saída simples, e ela já foi testada: não cobrar passagem aos domingos. Dezenas de cidades brasileiras adotaram alguma forma de tarifa zero, umas todos os dias, outras só aos domingos e feriados. O Instituto Rota acompanhou durante um ano três cidades de porte médio que escolheram o segundo caminho. Nelas, o número de passageiros aos domingos cresceu 140%. As visitas a parques e museus públicos aumentaram 35%, e as vendas das feiras e do comércio de rua, 18%. Quando as pessoas circulam, o dinheiro circula com elas.

Conheço as objeções. A primeira é o custo. Pelas contas do instituto, o domingo gratuito consumiria cerca de 3% do gasto anual do sistema de transporte da cidade, valor que poderia vir de parte da receita do estacionamento rotativo e da publicidade nos ônibus e nos pontos. A segunda é o medo da superlotação e do vandalismo. Nas cidades estudadas, bastou reforçar as linhas que levam aos parques, e os casos de depredação não aumentaram. A terceira objeção é a mais antiga de todas: “nada é de graça, alguém paga”. É verdade. Já pagamos hoje, e pagamos por ônibus vazios.

Não proponho um salto no escuro. Proponho um teste de seis meses, com acompanhamento público dos resultados: quantos passageiros, quanto custou, o que mudou nos parques, nas feiras, nos museus. Se der errado, volta-se atrás. Se der certo, teremos descoberto que o transporte, aos domingos, pode ser o que a calçada é todos os dias: um espaço de todos.

Uma cidade se mede também pelo que oferece a quem não pode pagar. Aos domingos, a nossa oferece a televisão.

Marcos Teixeira é urbanista e professor universitário.

Artigo de opinião escrito para este curso, no formato do exame.

Tarefa 4 · leitura → texto · 40 minutos

Ônibus gratuito aos domingos

Você é membro do Conselho Municipal da Juventude de Juiz de Fora. Depois de ler o artigo “Domingo sem catraca”, escreva uma proposta aos demais conselheiros para que o Conselho defenda, junto à Prefeitura, o transporte público gratuito aos domingos. Em seu texto, descreva a situação atual, apresente a proposta com ações concretas e indique os resultados esperados, usando dados do artigo.

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Confira o seu texto

  • Dá para ver quem escreve: um membro do Conselho Municipal da Juventude.
  • O texto fala com o leitor certo: os outros conselheiros.
  • Cumpre o propósito: propor que o Conselho defenda o transporte gratuito aos domingos.
  • Tem forma de proposta: começo, fim e tom adequados.
  • Descreve a situação com pelo menos um dado: ônibus quase vazios aos domingos, famílias e jovens que ficam em casa por causa do preço
  • Propõe claramente o transporte gratuito aos domingos e pelo menos duas ações concretas: teste de seis meses, reforço das linhas para os parques, fontes de dinheiro, acompanhamento dos resultados
  • Indica resultados esperados com dados do artigo: mais passageiros, mais visitas a parques e museus, mais vendas no comércio
  • Fala aos conselheiros como colega e pensa nos jovens que o Conselho representa
  • Usei as minhas próprias palavras: não copiei frases da fonte.
  • Quem não viu a fonte entenderia o meu texto.
  • Os erros de língua não atrapalham a leitura.

Texto modelo: nota 5

Proposta: transporte gratuito aos domingos

Prezados conselheiros,

Apresento ao Conselho Municipal da Juventude uma proposta para que defendamos, junto à Prefeitura, a gratuidade dos ônibus aos domingos.

Hoje, o domingo é o dia em que a cidade menos circula. Segundo um levantamento do Instituto Rota, citado em artigo recente do urbanista Marcos Teixeira, os ônibus transportam nesse dia menos de um quarto dos passageiros de um dia útil, embora boa parte da frota continue rodando. Ao mesmo tempo, quase metade das famílias de baixa renda afirma ficar em casa por causa do preço da passagem. Para os jovens que representamos, isso significa não ter acesso a parques, museus e centros culturais que são gratuitos, mas ficam longe.

Proponho que o Conselho leve à Prefeitura três medidas: realizar um teste de seis meses com tarifa zero aos domingos; reforçar, nesse período, as linhas que levam aos parques e aos espaços culturais; e financiar a experiência com parte da receita do estacionamento rotativo e da publicidade nos ônibus. O custo estimado é de cerca de 3% do gasto anual do sistema.

Os resultados esperados são concretos. Em cidades médias que adotaram a medida, o número de passageiros aos domingos mais que dobrou, as visitas a parques e museus cresceram 35% e as vendas das feiras e do comércio de rua aumentaram 18%. Se acompanharmos esses indicadores durante o teste, teremos argumentos para tornar a medida permanente.

Coloco-me à disposição para detalhar a proposta na próxima reunião.

Atenciosamente,

Camila Duarte Conselheira

Why it’s a 5: It has the four moves of a proposal in order: the situation, the proposal ("para que defendamos… a gratuidade dos ônibus"), three concrete actions and the expected results. The writer speaks as one council member to the others ("os jovens que representamos") and turns the columnist's opinion into a plan for this reader. The article's figures are chosen and reworded: 22% becomes "menos de um quarto", 46% "quase metade", 140% "mais que dobrou". The cost objection is answered with where the money would come from.

Texto modelo: nota 3

Olá, conselheiros,

Eu li o artigo “Domingo sem catraca” e eu sou de acordo com o autor. Ele fala que o transporte público deve ser grátis nos domingos e eu penso que é uma boa ideia para a nossa cidade.

Hoje a passagem é muito cara. Uma família de quatro pessoas gasta quase R$ 40 em passagens só para ir a um parque e voltar. Por isso muitos pessoas ficam em casa no domingo, especialmente os jovens, que não tem dinheiro. Os ônibus estão vazios, mas eles rodam de qualquer jeito.

Eu acho que é necessário que o transporte é grátis no domingo. Assim os jovens podem ir para os parques e os museus e a cidade vai ser mais alegre. Em outras cidades isso funcionou muito bem e os passageiros aumentaram 140.

Se a prefeitura fazer isso, todos vão ganhar. Eu espero que vocês pensem na minha ideia.

Obrigada,

Camila

Why it’s a 3: The idea is put to the right readers, but the text reads like a reader's letter about the article ("eu sou de acordo com o autor") and not like a proposal: there is no title, no concrete action (the six-month test, the extra buses, where the money comes from) and nothing asks the council to do anything. One sentence is copied from the article ("Uma família de quatro pessoas gasta quase R$ 40…"), and "aumentaram 140" drops the per cent sign, so the figure means nothing. Slips: sou de acordo (concordo), muitos pessoas, os jovens, que não tem (têm), é necessário que o transporte é (seja), Se a prefeitura fazer (fizer). Two concrete actions and the expected results with their percentages would make this a 4.

Fala

Dois cartões, cinco minutos cada um. Leia cada cartão por um minuto e responda em voz alta, sem escrever antes.

Elemento provocador · 5 minutos

Sociedade

Envelhecer no Brasil

O Brasil está ficando mais velho, e depressa. As famílias têm menos filhos, as pessoas vivem mais, e o número de idosos cresce a cada ano. Viver mais é uma conquista, mas traz perguntas. Quem cuida de quem envelhece? As cidades estão preparadas? Uma pesquisa com pessoas de mais de 60 anos mostra como elas vivem e o que desejam.

Moram com filhos ou netos44%

Continuam trabalhando27%

Usam a internet todos os dias58%

Gostariam de aprender algo novo63%

Material criado para este curso.

The examiner’s questions are below. Read each one aloud, then answer it out loud for about 40 seconds.

  1. De que trata o material?
  2. Que relação você vê entre os números e o texto?
  3. Algum número chamou a sua atenção? Por quê?
  4. Na sua opinião, quem deve cuidar dos idosos: a família ou o governo?
  5. Como é a vida das pessoas mais velhas da sua família?
  6. No seu país, é comum os idosos morarem com os filhos?
  7. Como você imagina a sua vida depois dos 70 anos?
  8. No Brasil, os idosos têm direitos como a fila preferencial e o transporte gratuito. O que você pensa dessas medidas?
Palavras úteis e uma resposta modelo
  • envelhecer to grow old
  • a pessoa idosa older person
  • o cuidador caregiver
  • a expectativa de vida life expectancy
  • a fila preferencial priority line

Pergunta 3: O que mais me chamou a atenção foi o último número: 63% gostariam de aprender algo novo. A gente costuma pensar que a pessoa idosa só quer descansar, né, e o gráfico mostra o contrário. Também achei interessante que 58% usam a internet todos os dias, ou seja, mais da metade. Minha avó, por exemplo, aprendeu a fazer chamada de vídeo aos 80 anos. Então, para mim, esses números mostram uma velhice mais ativa do que a gente imagina.

Elemento provocador · 5 minutos

Saúde

Automedicação

Dor de cabeça? Um comprimido. Gripe? O xarope que sobrou do ano passado. Tomar remédio por conta própria, sem falar com um médico, é um hábito comum no Brasil, onde quase toda casa tem a sua farmacinha. Muitos seguem o conselho de um parente, de um vizinho ou da internet. Os especialistas alertam: o remédio errado, ou a dose errada, pode esconder uma doença séria ou causar outra. Mas, com consultas difíceis de marcar, muita gente não vê alternativa.

Material criado para este curso.

The examiner’s questions are below. Read each one aloud, then answer it out loud for about 40 seconds.

  1. De que trata o material?
  2. Que relação você vê entre a imagem e o texto?
  3. Por que você acha que tantas pessoas tomam remédio sem consultar um médico?
  4. O que você faz quando está com dor de cabeça ou com gripe?
  5. Você já seguiu um conselho de saúde que encontrou na internet? Como foi?
  6. No seu país, é fácil comprar remédios sem receita?
  7. Na sua opinião, o que poderia ser feito para diminuir a automedicação?
  8. No Brasil, há farmácias por toda parte. O que você já observou sobre a relação dos brasileiros com os remédios?
Palavras úteis e uma resposta modelo
  • por conta própria on your own
  • o comprimido pill, tablet
  • a bula the leaflet inside the medicine box
  • os efeitos colaterais side effects
  • a receita prescription

Pergunta 3: Eu acho que há duas razões. A primeira é prática: marcar uma consulta demora, e a dor de cabeça é agora. Então a pessoa toma o que tem em casa. A segunda é o hábito, quer dizer, a gente aprende com a família. Minha mãe sempre tinha um remédio para tudo, e eu faço igual. O problema é quando a pessoa toma antibiótico ou remédio forte desse jeito, sem saber a dose. Aí já não é costume, é risco.

Depois

Coloque os dois textos lado a lado. No primeiro, confira os números com a transcrição do vídeo: os dois pesos (85 e 31 quilos) estão certos? Você usou alguma informação que só aparecia na tela? No segundo, procure as quatro partes da proposta e sublinhe a frase em que você propõe alguma coisa: é uma ação concreta, ou é só uma opinião sobre o artigo? Por fim, compare a voz dos dois textos. No site da escola, quem fala é a escola (nós, nossa). Na proposta, quem fala é você, a um grupo de colegas. Se os dois textos têm a mesma voz, um deles está errado. Anote as duas notas: amanhã é dia de ponto de controle.

Finish day 41

Written your text or recorded your answers, and marked them? Then that’s today finished. Come back tomorrow: steady daily work is what moves your score.

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